Sem documentação, Santa Casa de Santa Isabel recebe apoio da Frente Parlamentar do Alto Tietê
Com objetivo de tomar conhecimento dos problemas que estão afetando a Santa Casa de Santa Isabel, o coordenador da Frente Parlamentar do Alto Tietê, deputado André do Prado, juntamente com os demais parlamentares, reuniu-se, nesta quinta-feira (09), com o provedor da unidade, Dr. Luiz Carlos Correia Leite, a fim de colaborar para que as dificuldades vividas pela Santa Casa sejam sanadas.
Questões como não estar com impostos em dia e falta de documentação impedem a entidade de receber recursos dos governos federal e estadual. Preocupado com a situação da Santa Casa, André do Prado enfatizou a necessidade de resolver as questões burocráticas para que a unidade possa receber investimentos no local.
“A situação do hospital é preocupante, porque a diretoria está reivindicando há alguns meses a liberação da planta da Vigilância Sanitária. Por enquanto, a unidade está com um alvará provisório. A liberação de recursos para a Santa Casa depende da realização de convênios com o Estado, e nós, como representantes da região, temos a obrigação de indicar um caminho para a reestruturação do hospital, pois hoje não tem como fazer obras de reforma sem a planta”, disse o deputado ao se comprometer em intermediar uma reunião entre o grupo e a coordenadora da Vigilância Sanitária de Mogi das Cruzes, Lana Dabis.
Sobre a questão da pendência de documentação do hospital, Dr. Luis Carlos explica que a falta de certidões que comprove a regularidade da Santa Casa, pode sim atrapalhar o trâmite do envio de verbas. “Após alguns meses ainda não conseguimos regularizar a situação da entidade. Portanto, não temos condições de receber recursos para gerar obras”, lamentou.
Ao ser questionado por André do Prado sobre as principais necessidades da unidade, o provedor disse que são a reforma do prédio e aquisição de equipamentos hospitalares, como o arco cirúrgico, uma vez que muitas cirurgias estão sendo transferidas para Mogi das Cruzes.
Para auxiliar a entidade a minimizar os gargalos da saúde, o coordenador da Frente Parlamentar sugeriu que cada um dos parlamentares indique R$ 100 mil das emendas para ajudar a Santa Casa. “Após resolver essa pendência de documentação, vamos destinar no ano que vem R$ 600 mil para contribuir com a reforma do prédio e compra de equipamentos hospitalares. Afinal, a Santa Casa de Santa Isabel atende a população regional, prestando serviços para todos os municípios do Alto Tietê. Portanto, precisamos sensibilizar o governo para que o hospital seja assumido como uma unidade regional, fato que reforça a necessidade da gestão de recursos em conjunto”, ponderou André do Prado.
Outro fator preponderante é que não foi colocada em prática a AME em Santa Isabel. “Por isso, precisa haver uma contrapartida do Estado para auxiliar a entidade a melhorar os serviços de saúde que são oferecidos à população local e da região. Por isso, vamos expor ao secretário de Saúde, Guido Cerri, as necessidades latentes e cobrar soluções para melhorar a atual situação da Santa Casa”, completou.
A unidade presta 10 mil atendimentos/mês e possui dois convênios, via SUS e Prefeitura Municipal, que
repassa recursos para manter o PS.
Fonte:Clarissa Johara
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Suzano - DIÁRIO DO ALTO TIETÊ
Suzano - DIÁRIO DO ALTO TIETÊ
Matéria publicada em 09/12/11
Lagoa Azul
Prefeitura tenta, mas ´dono´ do terreno impede desocupação
Funcionários de uma empresa do Executivo chegou a demolir um dos imóveis da mineradora que fica na área
Cibelli Marthos
De Suzano
Erick Paiatto
Invasão: Minerador Valdecir Guedes impediu a ação amparada pela Guarda Municipal
A Prefeitura de Suzano tentou mais uma vez desocupar a área da Lagoa Azul com a demolição de uma construção instalada no local e a limpeza do terreno, mas a ação foi impedida novamente pelo minerador Valdecir Guedes, que afirma ser o proprietário do espaço. O caso foi encaminhado para a Delegacia Central e um novo boletim de ocorrência (BO) foi registrado. A posse da área, que deve ser recuperada pela Faculdade Piaget como contrapartida de um acordo feito com a administração municipal, está sendo discutida na Justiça desde 1999.
Assim como aconteceu na última terça-feira, funcionários da Prefeitura de Suzano estouraram os cadeados do portão que dá acesso ao terreno na tarde de ontem, com o apoio da Guarda Civil Municipal, e iniciaram a demolição de parte do imóvel construído no local. Segundo Guedes, a ação foi realizada no momento em que ele não estava na propriedade e nenhum liminar ou mandado da Justiça que autorizasse a entrada no imóvel foi apresentada.
Um funcionário da empresa Era Técnica, que operava uma das retroescavadeiras, afirmou ter sido contratado pela Prefeitura de Suzano. No local estava também um representante do setor Jurídico do Executivo, que preferiu não se manifestar.
O servidor deixou o local pouco depois de ter sido abordado pela equipe de reportagem do Diário do Alto Tietê. Guedes chegou a entrar na frente da máquina para impedir que o trabalho continuasse. Em seguida, a Polícia Militar foi chamada e todos foram encaminhados para a Delegacia Central.
Segundo o minerador, o terreno pertence à Empresa de Mineração Monte Cristo Ltda., da qual ele é proprietário. Ele afirma ter documentos que comprovam sua posse. "A propriedade da área está sendo discutida na Justiça desde 1999. Em 2007, a prefeitura ofereceu pagar uma indenização para ter a área, mas esse valor nunca foi pago", destacou. Segundo ele, a Justiça marcou uma audiência de conciliação entre as partes em abril deste ano, mas a prefeitura se recusou a participar.
Guedes já fez outros três boletins de ocorrência por abuso de poder e invasão de propriedade. Segundo ele, enquanto a Justiça não decidir sobre a área, que a administração municipal afirma ser pública, nenhuma obra terá andamento. De acordo com a Faculdade Piaget, as obras de recuperação do passivo ambiental só não foram iniciadas ainda por conta dessa briga judicial entre o minerador e a Prefeitura de Suzano.
Fonte:Gustavo Ferreira Ferreira
Matéria publicada em 09/12/11
Lagoa Azul
Prefeitura tenta, mas ´dono´ do terreno impede desocupação
Funcionários de uma empresa do Executivo chegou a demolir um dos imóveis da mineradora que fica na área
Cibelli Marthos
De Suzano
Erick Paiatto
Invasão: Minerador Valdecir Guedes impediu a ação amparada pela Guarda Municipal
A Prefeitura de Suzano tentou mais uma vez desocupar a área da Lagoa Azul com a demolição de uma construção instalada no local e a limpeza do terreno, mas a ação foi impedida novamente pelo minerador Valdecir Guedes, que afirma ser o proprietário do espaço. O caso foi encaminhado para a Delegacia Central e um novo boletim de ocorrência (BO) foi registrado. A posse da área, que deve ser recuperada pela Faculdade Piaget como contrapartida de um acordo feito com a administração municipal, está sendo discutida na Justiça desde 1999.
Assim como aconteceu na última terça-feira, funcionários da Prefeitura de Suzano estouraram os cadeados do portão que dá acesso ao terreno na tarde de ontem, com o apoio da Guarda Civil Municipal, e iniciaram a demolição de parte do imóvel construído no local. Segundo Guedes, a ação foi realizada no momento em que ele não estava na propriedade e nenhum liminar ou mandado da Justiça que autorizasse a entrada no imóvel foi apresentada.
Um funcionário da empresa Era Técnica, que operava uma das retroescavadeiras, afirmou ter sido contratado pela Prefeitura de Suzano. No local estava também um representante do setor Jurídico do Executivo, que preferiu não se manifestar.
O servidor deixou o local pouco depois de ter sido abordado pela equipe de reportagem do Diário do Alto Tietê. Guedes chegou a entrar na frente da máquina para impedir que o trabalho continuasse. Em seguida, a Polícia Militar foi chamada e todos foram encaminhados para a Delegacia Central.
Segundo o minerador, o terreno pertence à Empresa de Mineração Monte Cristo Ltda., da qual ele é proprietário. Ele afirma ter documentos que comprovam sua posse. "A propriedade da área está sendo discutida na Justiça desde 1999. Em 2007, a prefeitura ofereceu pagar uma indenização para ter a área, mas esse valor nunca foi pago", destacou. Segundo ele, a Justiça marcou uma audiência de conciliação entre as partes em abril deste ano, mas a prefeitura se recusou a participar.
Guedes já fez outros três boletins de ocorrência por abuso de poder e invasão de propriedade. Segundo ele, enquanto a Justiça não decidir sobre a área, que a administração municipal afirma ser pública, nenhuma obra terá andamento. De acordo com a Faculdade Piaget, as obras de recuperação do passivo ambiental só não foram iniciadas ainda por conta dessa briga judicial entre o minerador e a Prefeitura de Suzano.
Fonte:Gustavo Ferreira Ferreira
Campanha Ilha Marabá coleta chapas de radiografia
Exames de Raio-X não são considerados lixo comum e poderão ser descartados no núcleo ambiental, no Mogilar, por prazo indeterminado
Divulgação

A coleta de chapas radiográficas é realizada de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas
O Núcleo Ambiental Ilha Marabá deu início ontem à campanha de coleta de materiais que não se caracterizam como lixo comum. Desta vez, o foco são chapas de exames de Raio-X, itens esses que quase todo mundo tem em casa, porém, poucos sabem como dar a destinação correta. Como resultado, elas acabam misturadas ao lixo doméstico, o que compromete seriamente o meio ambiente. O tema é enfrentado com bastante seriedade pela Prefeitura, que atua em outra frente, buscando diminuir o número de chapas geradas, graças ao sistema digitalizado de Raio-X.
Por conter componentes tóxicos - metanol, amônia e metais pesados, como cromo e prata - as chapas não podem ser jogadas em lixo comum, sob o risco de contaminação do solo e do lençol freático. O acetato, por exemplo, plástico usado na fabricação da chapa de Raio-X, tem um tempo de decomposição estimado em mais de 100 anos. O material, portanto, não deve entrar em contato com elementos da natureza.
Por outro lado, descartadas da maneira ideal, as chapas serão enviadas a uma empresa especializada, que tratará e reciclará o material. Das radiografias, é possível extrair cristais de prata que se transformam em talheres e jóias, e do acetato, material restante da reciclagem das chapas, pode-se fabricar caixas de presentes, urnas e bolsas.
A iniciativa, muito embora esteja começando nesta semana, não tem data para acabar. A ideia é que ela seja mantida permanentemente na Ilha Marabá. Profissionais da saúde alertam, contudo, que as pessoas só devem se desfazer das chapas após autorização do médico. Muitas vezes o material serve como importante ferramenta em diagnósticos e acompanhamento médico.
Digital
A Prefeitura de Mogi das Cruzes também mantém uma outra ação, no sentido de diminuir o número de chapas de exames emitidas.
Todo e qualquer paciente que fizer exame nos postos de saúde de Jundiapeba, Jardim Universo e Vila Suíssa não recebe mais a chapa; a imagem é digitalizada e o médico da unidade de saúde vê e identifica o problema na hora. Caso o paciente tenha de levar o material para casa, ele recebe um CD, no qual também consta a imagem digitalizada.
Fonte:Mogi News
Divulgação
A coleta de chapas radiográficas é realizada de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas
O Núcleo Ambiental Ilha Marabá deu início ontem à campanha de coleta de materiais que não se caracterizam como lixo comum. Desta vez, o foco são chapas de exames de Raio-X, itens esses que quase todo mundo tem em casa, porém, poucos sabem como dar a destinação correta. Como resultado, elas acabam misturadas ao lixo doméstico, o que compromete seriamente o meio ambiente. O tema é enfrentado com bastante seriedade pela Prefeitura, que atua em outra frente, buscando diminuir o número de chapas geradas, graças ao sistema digitalizado de Raio-X.
Por conter componentes tóxicos - metanol, amônia e metais pesados, como cromo e prata - as chapas não podem ser jogadas em lixo comum, sob o risco de contaminação do solo e do lençol freático. O acetato, por exemplo, plástico usado na fabricação da chapa de Raio-X, tem um tempo de decomposição estimado em mais de 100 anos. O material, portanto, não deve entrar em contato com elementos da natureza.
Por outro lado, descartadas da maneira ideal, as chapas serão enviadas a uma empresa especializada, que tratará e reciclará o material. Das radiografias, é possível extrair cristais de prata que se transformam em talheres e jóias, e do acetato, material restante da reciclagem das chapas, pode-se fabricar caixas de presentes, urnas e bolsas.
A iniciativa, muito embora esteja começando nesta semana, não tem data para acabar. A ideia é que ela seja mantida permanentemente na Ilha Marabá. Profissionais da saúde alertam, contudo, que as pessoas só devem se desfazer das chapas após autorização do médico. Muitas vezes o material serve como importante ferramenta em diagnósticos e acompanhamento médico.
Digital
A Prefeitura de Mogi das Cruzes também mantém uma outra ação, no sentido de diminuir o número de chapas de exames emitidas.
Todo e qualquer paciente que fizer exame nos postos de saúde de Jundiapeba, Jardim Universo e Vila Suíssa não recebe mais a chapa; a imagem é digitalizada e o médico da unidade de saúde vê e identifica o problema na hora. Caso o paciente tenha de levar o material para casa, ele recebe um CD, no qual também consta a imagem digitalizada.
Fonte:Mogi News
Experimental Caixa lança pagamento por celular
A Caixa Econômica Federal lançou projeto piloto de pagamento de compras pelo celular. O serviço começou a funcionar na última quarta-feira, em Fortaleza, em aparelhos comuns e smartphones. Inicialmente, serão atendidos mil moradores do Conjunto Palmeira. A estimativa é que, durante os seis meses do piloto, cada cliente realize em torno de 30 transações por meio do celular. "Inicialmente, o público-alvo será formado pelos clientes da Caixa, incluindo os beneficiários do Programa Bolsa Família que têm conta bancária", diz a Caixa.
A ferramenta acessa a função do cartão de débito no celular.
Os usuários da ferramenta podem fazer suas compras em estabelecimentos comerciais credenciados pela Redecard e diretamente de pessoas físicas, tais como vendedores autônomos e representantes comerciais. O cliente acessa o menu do telefone e insere apenas quatro informações, a senha do aplicativo, o código do estabelecimento cadastrado, o valor e a senha do cartão. A transação é confirmada por mensagem de texto (SMS) para o cliente e para o lojista. A aplicação permite também a compra de recarga de celulares com débito direto na conta. Se tudo correr bem, após o período de testes, o projeto deverá ser estendido.
Fonte:Mogi News
A ferramenta acessa a função do cartão de débito no celular.
Os usuários da ferramenta podem fazer suas compras em estabelecimentos comerciais credenciados pela Redecard e diretamente de pessoas físicas, tais como vendedores autônomos e representantes comerciais. O cliente acessa o menu do telefone e insere apenas quatro informações, a senha do aplicativo, o código do estabelecimento cadastrado, o valor e a senha do cartão. A transação é confirmada por mensagem de texto (SMS) para o cliente e para o lojista. A aplicação permite também a compra de recarga de celulares com débito direto na conta. Se tudo correr bem, após o período de testes, o projeto deverá ser estendido.
Fonte:Mogi News
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