quarta-feira, 30 de novembro de 2011

DIÁRIO DO ALTO TIETÊ Itaquá

Matéria publicada em 30/11/11
Terra do aeroporto
Descarte é feito em área da estrada Mário Covas
Cibelli Marthos
Da Redação
Mauricio Sumiya


Terreno: Espaço é um aterro de inertes com todas as licenças necessárias para operação
Um terreno da empresa PePec Ambiental, localizado na estrada Mário Covas, no bairro do Mandi, passou a ser o único endereço de Itaquaquecetuba autorizado a receber a terra retirada das obras de ampliação do Aeroporto Internacional de Guarulhos. O descarte do material em uma área da Empreiteira Pajoan, localizada na estrada de São Bento, no Jardim Josely, foi paralisado. 
De acordo com o prefeito de Itaquá, Armando Tavares Filho (PR), o Armando da Farmácia, o novo local de descarte tem autorização da administração municipal e da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) para operar.


"Nós combinamos com o Exército e o espaço da PePec está autorizado a receber o material. O terreno na estrada de São Bento não tinha autorização da Cetesb para armazenar a terra e o descarte estava causando alguns problemas, como estragos na pavimentação", explicou Armando da Farmácia. 
A assessoria de Imprensa do Exército confirmou o despejo de terra na nova área particular. O volume total que será descartado no terreno, porém, não foi informado pelo órgão militar.


De acordo com o proprietário da área e diretor da PePec, Horácio Peralta, o espaço é um aterro de inertes com todas as licenças necessárias para operação. No local, são desenvolvidos serviços como trituração de resíduos da construção civil e reciclagem. "A terra que estamos recebendo do aeroporto vai ser usada apenas para terraplanagem. Não temos dimensão do volume que já foi despejado. Antes de iniciar o trabalho nós fizemos uma análise da qualidade da terra no local em que ela é retirada e hoje analisamos também o material que já está depositado", ressaltou.


Segundo Peralta, todos os caminhões que descarregam no terreno recebem um vale eletrônico, com dados referentes ao horário que o material foi descartado, o volume permitido por veículos e as condições em que a terra foi transportada. "Nós temos uma estrutura completa para realizar esse tipo de trabalho, até porque recebemos terra de escavação constantemente", completou.


Reparos
No último dia 7, a Secretaria de Transportes de Itaquá notificou as empresas S.A. Paulista e ETC pelos danos causados nas ruas do Jardim Josely, resultado da intensa movimentação de caminhões que faziam o transporte de terra retirada do Aeroporto de Guarulhos até o terreno na estrada de São Bento. As mesmas empresas estão responsáveis por encaminhar a terra para a área da PePec. A Prefeitura de Itaquá não confirmou se o reparo das vias prejudicadas já está sendo feito.


Fonte:Gustavo Ferreira Ferreira

RESPEITO E FISCALIZAÇÃO PELO MEIO AMBIENTE E PELAS PESSOAS SEMPRE

DIÁRIO DE SUZANO
Aterro irregular em Ferraz é embargado


Diário de Suzano ed.: 9060 - 29 de novembro de 2011


Um terreno localizado na Avenida Presidente Tancredo Neves em Ferraz de Vasconcelos estava servindo de despejo das terras vindas do Aeroporto de Guarulhos. Segundo informações da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), o aterro não tinha licença para o despejo que foi autorizado pela Prefeitura. O local foi embargado pela Polícia Ambiental.
A Construtora e Terraplanagem Brito e Macedo alega que tem o documento da Secretaria Municipal de Verde e Meio Ambiente de Ferraz que autoriza o descarte no local. No documento está escrito que por ser uma obra de empreendimento e que necessitava de correção topográfica e nivelamento da área não precisaria de licenciamento da Cetesb. 
Segundo um representante dessa empresa, as terras viriam das obras do Aeroporto de Guarulhos e estariam livres de outros tipos de despejo. Eles informaram que outros despejos irregulares eram provenientes da população do entorno, pois o espaço era aberto antes de iniciar os trabalhos dos caminhões.
No entanto, o fiscal ambiental da Cetesb Jorge Neves disse que a empresa responsável pelo descarte cometeu três crimes ambientais. O primeiro foi a falta de licença condicionada ao volume de terras despejadas que, segundo o fiscal, é maior que o permitido. O volume ideal para despejo sem que haja necessidade de licenciamento da Cetesb é de 1.000 m³. 
O segundo crime seria o descarte de resíduos domésticos e industriais. "Mesmo que o volume de terra fosse menor com certeza estaria fora da norma", disse o fiscal ao verificar outros tipos de materiais no terreno. "Todo canto tem mistura de terra com lixo".
Neves apontou também um terceiro possível crime ambiental. Segundo informações da população havia uma nascente de água que foi aterrada. O local foi embargado pela Polícia Ambiental somente pelo parecer técnico do fiscal no momento da visita. O deputado estadual Luiz Moura (PT) estava no local e disse que resolveu chamar os órgãos ambientais para fiscalizar.


Fonte:Gustavo Ferreira Ferreira

Duplicação custará R$ 95 milhões

Júlia Guimarães
A duplicação do trecho final da Mogi-Dutra (SP-88), entre as rodovias Ayrton Senna e Presidente Dutra, terá custo estimado em R$ 95 milhões. Além da implantação das pistas duplas ao longo de 8,6 quilômetros da estrada, o projeto preliminar ainda prevê a necessidade de ampliação de três viadutos já existentes, além da construção de uma quarta transposição inteiramente nova. A previsão é de que a licitação para as obras seja lançada já no próximo ano. As informações foram enviadas ontem a O Diário pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e confirmam as recentes declarações do governador Geraldo Alckmin (PSDB) de que a duplicação da Mogi-Dutra vem sendo tratada com "prioridade" pelo Estado.


Em nota, o DER informou que já concluiu os estudos para duplicação da SP-88, no trecho entre os km 32 e 40,6, nos municípios de Mogi das Cruzes e Arujá. Para o levantamento, o órgão aproveitou as informações técnicas e o traçado previstos no projeto original, que foi desenvolvido no ano de 2002 e já previa a duplicação integral da rodovia. Agora, serão necessárias atualizações em razão dos novos processos de urbanização do trecho. Por este motivo, o DER trabalha atualmente na confecção do edital de licitação para contratar a empresa que elaborará o projeto executivo da obra. A expectativa é de que os serviços sejam concluídos no próximo ano, com tempo hábil para que o Estado contrate as obras em 2012.


Ainda de acordo com o DER, os estudos preliminares indicaram que haverá necessidade de ampliação de três viadutos já existentes ao longo do trecho. O primeiro, do km 32, está localizado no entroncamento da Rodovia Alberto Hinoto (SP-56) e é utilizado atualmente pelos motoristas que acessam a Dutra no sentido São Paulo. O segundo fica no km 34,6 e dá acesso direto à Dutra para quem segue em direção ao Rio de Janeiro. A expectativa é de que as intervenções permitam que a transposição passe a dar acesso a ambos os sentidos da via. Por fim, também haverá melhorias no trevo do Distrito Industrial do Taboão, nas proximidades da GM, em Mogi das Cruzes.


Além das ampliações das transposições já existentes, os estudos do DER indicaram ainda que haverá a necessidade de construção de um novo viaduto, que também estará contemplado no projeto executivo da obra. Segundo a Assessoria de Imprensa, a obra será erguida no km 34,6, fazendo a ligação da Mogi-Dutra com a Estrada dos Índios, em Arujá. A via é o principal acesso a vários dos condomínios residenciais do município. O DER não forneceu detalhes sobre os custos específicos de cada uma das intervenções previstas no pacote. Essas informações só serão conhecidas depois que o projeto executivo estiver concluído.


O processo de duplicação da Mogi-Dutra foi iniciado em 2002 e parcialmente entregue pelo próprio governador Geraldo Alckmin, durante seu mandato anterior, no ano de 2005. Em visita a Santa Isabel, no último sábado, ele declarou que a conclusão do projeto é a grande prioridade do Estado para Mogi em 2012. O tucano destacou que a rodovia tem preferência em relação a outras estradas estaduais em razão do elevado volume de veículos que transitam por ela. Segundo Alckmin, a via recebe mais de 26 mil motoristas por dia. "A Mogi-Dutra é a nossa prioridade porque da Ayrton Senna até a Dutra não foi duplicado, ainda. O VDM deste local é alto, há necessidade de duplicar o resto e vamos fazer isso em 2012", afirmou o governador na ocasião.


Fonte:O Diário de Mogi

Abertura do Assaí fica para 2012


local Assaí Atacadista ocupará área da antiga Caric, no Mogilar


O Grupo Pão de Açúcar está com inscrições abertas para vagas na nova unidade de Assaí Atacadista que deve ser inaugurado em Mogi das Cruzes no primeiro semestre de 2012. A assessoria de imprensa da rede não divulgou detalhes do empreendimento, que tinha previsão inicial de ser aberto neste mês. Os interessados devem acessar o site da empresa (www.assaiatacadista.com.br) e preencher o formulário disponível em "Fale conosco".


A loja vai ocupar as antigas dependências da Companhia Americana de Representação, Importação e Comercialização (Caric), onde também funcionou um shopping de automóveis - Auto Shopping Cristal. Situado na esquina da Avenida José Meloni com a Rua Doutor Deodato Wertheimer, no Mogilar, o prédio era um dos mais cobiçados do mercado imobiliário e foi arrematado, há alguns anos, por dois empresários de Suzano, num leilão promovido pela Justiça do Trabalho.


A rede Assaí Atacadista conta com 39 filiais no Estado de São Paulo e mais 20 em outras regiões do Brasil. Embora os detalhes sobre o investimento em Mogi não tenham sido divulgados, algumas das últimas unidades - na Praia Grande e em Presidente Prudente - consumiram aportes de R$ 8 milhões a R$ 10 milhões.


O Grupo Pão de Açúcar, que já tem aqui lojas com as bandeiras Extra, Eletro e Ponto Frio, adquiriu a marca Assaí Atacadista - existente desde 1974 - há quatro anos. O grupo aposta num forte processo de expansão da rede, voltada para atender, principalmente, os pequenos e médios comerciantes, mas também atende o consumidor comum.


Fonte:O Diário de Mogi