quinta-feira, 17 de novembro de 2011

A FORÇA DA COMUNIDADE EXIGINDO O CUMPRIMENTO DA LEI EM RESPEITO AO MEIO AMBIENTE

Editorial - DIÁRIO DO ALTO TIETÊ


Matéria publicada em 18/11/11
Olho Vivo
Cibelli Marthos
Triagem
O terreno do empresário José Cardoso Filho, o Zé Cardoso, na avenida Senador Roberto Simonsen, em Suzano, foi inspecionado pela Cetesb no dia 4. Segundo o órgão, a triagem da terra, exigida na última visita ao local, está sendo feita por dez pessoas.




Atrasado
Quanto à planta planialtimétrica solicitada pelo órgão em outubro, e da qual Zé Cardoso afirmou à reportagem do DAT não ter conhecimento, a Cetesb informou que a "Mineradora Caravelas protocolou no último dia 8 um levantamento topográfico".




Em análise
Segundo o órgão, "o documento, a princípio, corresponde ao tipo de informação que havia sido solicitada". A Cetesb informou ainda que o levantamento está sendo analisado pelo setor técnico da agência ambiental. O descarte de terra no local está embargado no momento.


Fonte:Gustavo Ferreira Ferreira

VAMOS MOBILIZAR SUZANO E ITAQUÁ RUMO AO SEGUNDO TURNO

DIÁRIO DO ALTO TIETÊ

Suzano

Matéria publicada em 18/11/11
POLÍTICA
Partidos se mobilizam por 2º turno em 2012
Jamile Santana
Da Redação
Definir como será a campanha de mobilização política para conseguir realizar o segundo turno nas eleições municipais de 2012 em Suzano e Itaquaquecetuba. Este é o objetivo da reunião marcada para hoje às 20 horas no diretório municipal do PSB, no Parque Maria Helena, em Suzano, onde políticos, advogados e representantes da sociedade civil vão decidir de que forma vão atrair os novos eleitores, para aumentar o eleitorado nestas duas cidades. 
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para a cidade ter a possibilidade de ter segundo turno, é necessário obter mais de 200 mil eleitores inscritos. Atualmente, Mogi das Cruzes é a única da região que conta com esta possibilidade, já que seu eleitorado é de 268.193 pessoas. 
Em Itaquaquecetuba, que possui 191.095, será necessário conseguir, pelo menos, 8.905 novos eleitores. Já em Suzano o desafio será maior: a cidade precisa de pelo menos 13.643. Para conseguir essa elevação, o grupo pretende mobilizar os jovens a partir de 16 anos, que possuem voto facultativo. "Também vamos atrás das pessoas que moram em regiões de divisa", explicou o advogado Gustavo Ferreira (PR), um dos organizadores da mobilização. 
Segundo o Censo Demográfico 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 19.392 jovens entre 15 e 17 anos se enquadram neste perfil de voto em Itaquaquecetuba, e 14.384 em Suzano.

Fonte:Gustavo Ferreira Ferreira

VAMOS LUTAR PELO MEIO AMBIENTE DE MOGI NÃO SER MAIS DEGRADADO É FORA LIXÃO.

MOGI NEWS


Cidade


Matéria publicada em 18/11/11
Não ao Lixão
Movimento critica a decisão do Estado de liberar audiência pública
Grupo contra o Lixão pretende retomar ações para também pressionar o secretário estadual Bruno Covas
Bras Santos
Da reportagem local
Daniel Carvalho


Movimento promete novos protestos como enterro simbólico do secretário estadual Bruno Covas
Representantes do Movimento Aterro Não reagiram com críticas às informações da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, divulgadas na edição de ontem do Mogi News, de que a Queiroz Galvão já pode solicitar, na secretaria e no Conselho Estadual do Meio Ambiente, data para a realização da audiência pública para a apresentação do projeto do aterro sanitário que a empreiteira quer instalar no Taboão. 
A secretaria, comandada por Bruno Covas, informou também que o relatório elaborado pela empresa Falcão Bauer, com vários argumentos técnicos contra a implantação do Lixão, foi anexado ao processo de licenciamento e que o parecer da Companhia Ambiental (Cetesb) sobre o documento só deve sair após a realização da audiência pública. Essa audiência chegou a ser marcada para julho desse ano, mas a Prefeitura de Mogi conseguiu suspendê-la por 90 dias (completados anteontem) exatamente para que a Secretaria Ambiental fizesse a análise e apresentasse um parecer para o estudo da Falcão Bauer. A administração do prefeito Marco Bertaiolli (PSD) esperava que, após a análise do documento, a Secretaria do Meio Ambiente decidisse pelo arquivamento em definitivo do licenciamento, o que sepultaria de vez a audiência. 
O advogado e ativista ambiental Gustavo Ferreira lembrou que o secretário Covas empenhou sua palavra ao prefeito de Mogi: "O secretário de Meio Ambiente se comprometeu em apresentar um parecer após a análise do relatório da Falcão Bauer e isso deve acontecer antes da audiência pública", argumentou Ferreira. 
"O estudo é bastante limitado e não contemplou aspectos importantes, como o risco que o aterro poderá causar à aviação. Já esperava que esse relatório não seria suficiente para arquivar o licenciamento ou barrar a audiência pública. Por outro lado, o nosso movimento está preparando um relatório mais consistente, que será usado no momento em que a cidade efetivamente tiver de barrar esse empreendimento", completou o advogado. 
Ele não descartou a possibilidade de voltar a promover enterros simbólicos de Bruno Covas como forma de forçar o Estado a manter a palavra 
Os ativistas Mário Berti e Silvio Marques também prometeram agitar. "O secretário deu a palavra de que o documento receberia um parecer antes da audiência pública. E o governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse à Imprensa que Mogi não terá um aterro", lembrou Berti. De acordo com Marques, a Secretaria Ambiental não poderá voltar atrás com a palavra dada sob pena de ter a imparcialidade e a isenção questionadas pela sociedade mogiana.


Fonte:  Gustavo Ferreira Ferreira

A PALAVRA DO SENHOR BRUNO COVAS TEM QUE SER CUMPRIDA - É LIXÃO NÃO EM MOGI.

DIÁRIO DO ALTO TIETÊ


Mogi


Matéria publicada em 18/11/11
Movimento promete mais ações contra audiência
Representantes não gostaram do Estado abrir espaço para a Queiroz Galvão pedir nova data
Bras Santos
Da Redação
Daniel Carvalho


Movimento: Entidade reclama do tratamento dado pelo secretário Bruno Covas ao documento da Prefeitura
Representantes do Movimento Aterro Não reagiram com críticas às informações da Secretaria Estadual do Meio Ambiente divulgadas na edição de ontem do Diario do Alto Tietê. Por meio da assessoria de imprensa, a pasta do secretário Bruno Covas, explicou que Queiroz Galvão já pode solicitar (no Conselho Estadual do Meio Ambiente, Consema) a data para a realização da audiência pública de apresentação do projeto do aterro sanitário que a empreiteira quer instalar no distrito industrial do Taboão. A secretaria comandada por Covas informou também que o relatório elaborado pelo grupo Falcão Bauer (com vários argumentos técnicos contra a implantação do depósito de lixo) foi anexado ao processo de licenciamento do aterro e que o parecer da Companhia Ambiental (Cetesb) sobre o documento (encomendado pela prefeitura a Falcão Bauer por R$ 79 mil) só deverá acontecer após a realização da audiência pública. 
Essa audiência chegou a ser marcada para setembro desse ano, mas a prefeitura de Mogi conseguiu suspendê-lo por 90 dias (completados anteontem) exatamente para que a Secretaria Ambiental fizesse a análise e apresentasse um parecer para o estudo da Falcão Bauer. 
A administração do prefeito Marco Bertaiolli (PSD) esperava que, após a análise do documento de R$ 79 mil, a Secretaria do Meio Ambiente decidisse pelo arquivamento em definitivo do licenciamento o que sepultaria de uma vez por todas a audiência. 
O advogado e ativista ambiental, Gustavo Ferreira, lembrou que o secretário Covas empenhou sua palavra ao prefeito de Mogi: "O secretário de Meio Ambiente se comprometeu em apresentar um parecer após a análise do relatório da Falcão Bauer e isso deve acontecer antes da audiência pública", argumentou Ferreira. Apesar disso, ele não reclamou da decisão da Secretaria Ambiental de "apenas" juntar o relatório da Falcão Bauer a papelada que trata do processo de licenciamento do aterro. 
"O estudo é bastante limitado e não contemplou aspectos importantes, como o risco que o aterro poderá causar à aviação. Já esperava que esse relatório não seria suficiente para arquivar o licenciamento ou barrar a audiência pública. Por outro lado o nosso movimento está preparando um relatório mais consistente que será usado no momento em que a cidade efetivamente tiver de barrar esse empreendimento", completou o advogado. 
Ele não descartou a possibilidade de voltar a promover enterros de Bruno Covas, como forma de forçar o Estado a manter a palavra.


O ativista Mario Berti também prometeu se movimentar contra a postura da Secretaria. "O secretário deu a palavra que o município receberia um parecer antes da audiência pública. E o governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse à imprensa que Mogi não terá um aterro", lembrou Berti


Fonte:Gustavo Ferreira Ferreira