Presidente voltou a dizer que a 'faxina' do governo é contra a pobreza.
Segundo ela, não se demite todos os dias. 'Isso não é Roma Antiga.'
A presidente Dilma Rousseff, durante lançamento
do Programa Nacional de Microcrédito, em Brasília
(Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)
A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quarta-feira (24), após cerimônia no Palácio do Planalto, que fazer “faxina” em ministérios envolvidos em denúncias de corrupção não é “meta” do atual governo.
“Acho que combate-se o malfeito. Não se faz disso meta de governo. Faxina no meu governo é faxina contra a pobreza. É isso que é a faxina. O resto são ossos do ofício da Presidência. Se houver algum malfeito, eu tomarei providências”, afirmou.
Questionada se poderia demitir ministros nas próximas semanas, a presidente afirmou: “Não é adequada essa pauta de demissões. Não se demite nem se faz escala de demissão nem sequer demissão todos os dias. Isso não é Roma Antiga”, declarou – na Roma Antiga, segundo relatos históricos, cristãos eram lançados aos leões em espetáculos para romanos no anfiteatro Coliseu.
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Dilma disse considerar “inadequado” usar o termo “faxina” para classificar as demissões de ministros no atual governo.
“Eu não sei de onde saem as informações de vocês, mas tanto a forma como colocam a política do meu governo contra malfeitos, chamando-a de faxina, eu não concordo com isso”, disse.
Desde o início do mandato de Dilma, em janeiro, quatro ministros deixaram o governo: Antonio Palocci, da Casa Civil; Alfredo Nascimento, do Ministério dos Transportes;Nelson Jobim, do Ministério da Defesa; e Wagner Rossi, do Ministério da Agricultura. Os últimos três pediram demissão após denúncias de corrupção nos ministérios.
A presidente também fez uma defesa enfática do respeito à “presunção de inocência” e disse que já passou pela experiência de ser acusada antecipadamente.
“É importantíssimo respeitar a dignidade das pessoas, não submetê-las a condições ultrajantes. E eu sei disso porque já passei por isso”, disse.
Segundo Dilma, o maior objetivo do atual governo é fazer o país crescer. “O centro do meu governo é fazer o país crescer, combater a pobreza. O resto é tomar providência contra malfeito, é obrigação como presidenta.”
Crise
A presidente também comentou rapidamente sobre a crise financeira internacional. Ela afirmou não esperar que a turbulência econômica atual resulte em “catástrofes” como a quebra de grandes bancos, o que ocorreu na crise econômica de 2008.
“Você não espera catástrofes do porte daquela do Lehman Brothers [banco norte-americano que quebrou], a não ser que, infelizmente, um banco quebre, o que eu não acredito que deixarão isso ocorrer”, disse.
Segundo Dilma, a crise terá “altos e baixos”. “Acho que a crise vai ser isso que estamos vendo: um dia está pior, outro dia está melhor”, disse.
Fonte:Globo.com
A presidente Dilma Rousseff é a terceira mulher mais poderosa do mundo, segundo ranking da revista "Forbes" divulgado nesta quarta-feira. No topo da lista está a chanceler alemã, Angela Merkel.
Além de Dilma, há mais uma brasileira no ranking: a modelo Gisele Bündchen, que ficou com a 60ª posição.
A lista da revista norte-americana é dominada por políticas, empresárias e líderes dos setores de mídia e entretenimento. Em segundo lugar ficou a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton.
"Nossa lista reflete os caminhos diversos e dinâmicos em direção ao poder para as mulheres hoje, seja liderando uma nação ou definindo a pauta de questões críticas da nossa época", disse Moira Forbes, presidente e editora da ForbesWoman, em nota.
Srdjan Suki/Luis Alvarez/Alan Marques/Efe/Associated Press/Folhapress
Angelar Merkel, Hillary Clinton e Dilma Rousseff estão no topo da lista de mais poderosas da 'Forbes'
Oito chefes de Estado e 29 presidentes-executivas estão na lista das 100 mulheres mais poderosas do mundo. Elas têm em média 54 anos e controlam, juntas, US$ 30 trilhões. Vinte e duas delas são solteiras.
Segundo a revista, Dilma fez história como a primeira mulher a liderar a maior potência econômica da América Latina, enquanto Merkel foi citada como a única mulher chefe de uma economia global real da Europa. Hillary foi elogiada por ter lidado com as revoluções no Oriente Médio e revelações do WikiLeaks em seu segundo ano no cargo.
"Ao longo das múltiplas esferas de influência, essas mulheres alcançaram o poder por meio da conectividade, habilidade de construir uma comunidade ao redor de organizações que elas supervisionam, países que lideram, causas que encabeçam e marcas pessoais", acrescentou a Forbes.
Completando as cinco primeiras posições da lista estão a presidente-executiva da PepsiCo U.S., Indra Nooyi, que comanda o império de alimentos e bebidas de 60 bilhões de dólares, e a vice-presidente operacional do Facebook, Sheryl Sandberg, que recebeu crédito por ter preparado o IPO da rede social que pode atrair até 100 bilhões de dólares.
Segundo a Forbes, as mulheres da lista alcançaram poder não apenas por meio de dinheiro e força, mas, graças à mídia social, também por alcance e influência.
Lady Gaga e a recém-nomeada editora-executiva do New York Times, Jill Abramson, estão em 11° e 12° lugar, respectivamente. Gaga é a mais nova da lista, com 25 anos, enquanto a Rainha Elizabeth, no 49° lugar, é a mais velha, com 85 anos.
A primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, que no ano passado ficou no topo do ranking, este ano caiu para a oitava posição.
Veja a lista das 20 mulheres mais poderosas do mundo, segundo a Forbes:
Angela Merkel, 57, chanceler da Alemanha
Hillary Clinton, 63, secretária de Estado dos Estados Unidos
Dilma Rousseff, 63, presidente do Brasil
Indra Nooyi, 55, presidente-executiva da PepsiCo
Sheryl Sandberg, 41, diretora operacional do Facebook
Melinda Gates, 47, cofundadora da Fundação Bill & Melinda Gates
Sonia Gandhi, 64, presidente do Partido do Congresso da Índia
Michelle Obama, 47, primeira-dama dos Estados Unidos
Christine Lagarde, 55, diretora-geral do Fundo Monetário Internacional
Irene Rosenfeld, 58, executiva-chefe da Kraft Foods
Lady Gaga, 25, cantora americana
Jill Abramson, 57, editora-executiva do "New York Times"
Kathleen Sebelius, 63, secretária de Saúde dos Estados Unidos
Oprah Winfrey, 57, apresentadora de TV americana
Janet Napolitano, 53, secretária de Segurança Interna dos Estados Unidos
Susan Wojcicki, 43, diretora de marketing do Google
Cristina Kirchner, 58, presidente da Argentina
Beyoncé Knowles, 29, cantora americana
Georgina Rinehart, 57, bilionária e ativista ambiental australiana
Cher Wang, 52, presidente e cofundadora da HTC
Fonte:Folha.com
Trajeto é de cerca de 45 km de extensão; início das obras está previsto para o final de 2013
Marcela Bourroul Gonsalves - estadão.com.br
SÃO PAULO - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), anunciou nesta quarta-feira, 24, a construção do Expresso Jundiaí, trem que ligará o município de Jundiaí à capital paulista. Ele terá cerca de 45 km de extensão e um tempo de percurso estimado em 25 minutos.
A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) deve concluir, até setembro, o projeto funcional. Ele dará as diretrizes de traçado, valores estimados para o empreendimento, a localização das estações, a inserção urbana da linha e avaliação ambiental preliminar. A iniciativa pode ser concretizada através de Parceria Público-Privada (PPP).
Se o cronograma for seguido, a previsão é que até novembro seja lançado o edital de licitação para contratar os projetos básico, executivo e de estudos ambientais. O início das obras está previsto para o final de 2013.
O governador afirmou que ainda não é possível definir a tarifa do serviço, mas que o Expresso Jundiaí deverá ser competitivo não somente do ponto de vista econômico, mas também por apresentar redução do tempo de viagem e maior segurança em relação aos carros e ônibus.
Aglomeração Urbana. Também nesta quarta, Alckmin sancionou o projeto de Lei Complementar que cria a Aglomeração Urbana de Jundiaí (AU). A iniciativa é pioneira no Estado e reúne os municípios de Cabreúva, Campo Limpo Paulista, Itupeva, Jarinu, Louveira, Várzea Paulista e Jundiaí, totalizando cerca de 700 mil habitantes.
Os prefeitos dos sete municípios integrantes da AU terão dois meses para criar o Conselho de Desenvolvimento. O órgão, formado pelas lideranças municipais e representantes do governo do Estado, é o responsável pela definição das prioridades e o uso das verbas estaduais e federais destinadas a projetos em comum.
Com a criação do AU da Região de Jundiaí, o governo do Estado passará à EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos) a responsabilidade pelo gerenciamento e fiscalização das linhas de ônibus intermunicipais que operam entre os sete municípios. Atualmente, as linhas estão sob responsabilidade da Artesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo).
Fonte:Estadão.com.br
Durante a solenidade de criação da primeira Aglomeração Urbana do Estado de São Paulo, em Jundiaí, o governador Geraldo Alckmin garantiu ao prefeito Abel Larini o empenho do governo estadual na duplicação da Avenida Mário Covas, que liga Arujá a Guarulhos, por onde trafegam cerca de 15 mil veículos diariamente.
O encontro aconteceu nesta quarta-feira, um dia depois de uma audiência, que foi intermediada pelo deputado estadual André do Prado, entre o prefeito arujaense, o secretário do Fundo Metropolitano de Financiamento e Investimento (FUMEFI), Widerson Anzelotti, e o secretário de Estado de Desenvolvimento Metropolitano, Edson Aparecido, que trataram do mesmo assunto.
Na audiência de terça-feira, o deputado André do Prado, o prefeito Abel Larini, e o secretário municipal de Obras, Ciro Dói, formalizaram o pedido de duplicação da importante via, enfatizando que o objetivo é aliviar o tráfego na região central da cidade e ligar o município ao aeroporto de Cumbica.
Na ocasião, Edson Aparecido se comprometeu a despachar no dia seguinte com o governador, fato que acabou se concretizando durante a cerimônia em Jundiaí: “Com certeza, a realização dessa obra está em nossa lista de prioridades”, disse o secretário de Desenvolvimento Metropolitano, que em abril deste ano visitou a avenida Mário Covas e viu de perto a necessidade da duplicação.
De acordo com o secretário, os trabalhos podem ser executados com recursos do Fundo Metropolitano de Financiamento e Investimentos, ao custo total de R$ 24 milhões. Entretanto, para garantir a execução das obras, o prefeito Abel Larini disse que a Administração Municipal pode entrar com uma contrapartida no valor de R$ 7,2 milhões, equivalente a 30% do valor estimado.
Convidado pelo governador a participar da cerimônia em Jundiaí, o prefeito ouviu de Alckmin a confirmação de que é intenção do governo estadual atender ao pedido: “O governador ouviu as nossas informações e também do secretário Edson Aparecido e determinou empenho para que a obra saia do papel”.
O deputado André do Prado, por sua vez, ressaltou que, com o advento do Rodoanel, a duplicação da Mário Covas se tornou imprescindível, sendo importantíssima para Arujá, pois será uma via de acesso ao município.
Legenda:
Foto - Da direita para a esquerda: Diretor de Trânsito de Arujá, Edson Nasser; deputado André do Prado; secretário de Estado de Desenvolvimento Metropolitano, Edson Aparecido; prefeito Abel Larini, secretário municipal de Obras, Ciro dói e o secretário do Fundo Metropolitano de Financiamento e Investimento (FUMEFI), Widerson Anzelotti.
Clarissa Johara
Assessora de Imprensa
Deputado André do Prado