sábado, 25 de junho de 2011

As sete maravilhas de Mogi, agora reunidas em livro



VENCEDOR Jonny Ueda, fotógrafo de O Diário, foi vencedor do concurso que escolheu as melhores fotos sobre as sete maravilhas mogianas, agora num livro

Dois contumazes freqüentadores da seção "Cotidiano", desta coluna, os fotógrafos Jonny Ueda e Jorge Beraldo estão entre os premiados do concurso "As Sete Maravilhas de Mogi", agora transformado em livro pela Prefeitura, para ser distribuído a bibliotecas públicas e escolas da Cidade. A obra traz as imagens vencedoras do concurso que visava retratar os pontos de destaque de Mogi, escolhidos por meio de uma pesquisa feita junto à população, que pôde votar nos locais ou eventos mais belos da Cidade. A pesquisa e o concurso fotográfico fizeram parte das comemorações dos 450 anos de Mogi. A festa do Divino, Catedral de Santana, Largo do Carmo, Parque Centenário, Rio Tietê, Serra do Itapeti e Teatro Vasques estão retratadas no livro em 49 fotos que demonstram o envolvimento de seus autores com a Cidade, seus usos, costumes e tradições. "Uma cultura, ao eleger seus objetos de representação, remete-se a alguns códigos de reconhecimento que individualizam traços pertinentes e caracterizantes do conteúdo. As fotos das maravilhas de Mogi retratadas no livro sobrepõem o aspecto de uma mera exposição de lugares ou fatos. Elas nos mostram, por meio de vários olhares dos cidadãos, a riqueza que é a nossa região", afirmam, no livro, os integrantes da comissão que julgou as fotos, formada por Antonio Wuo, Celso Martins, Gladys Peixoto, Paulo Pinhal e Sylvio Pires. Em que a insistência dos fotógrafos em retratar fachadas, como no caso do Teatro Vasques e reflexos de imagens em água, as 49 fotos do livro, entremeadas com textos da Antologia Poética dos 450 anos, formam um painel capaz de traduzir aspectos especiais de uma Cidade que ainda preserva muitas belezas nas áreas urbana e rural, com suas igrejas, festas, rios e serras. Enfim, um livro importante, que vem se somar às obras sobre Trabalho e Fé na Festa do Divino, de Laílson Santos e Robson Regato, e a História Colonial de Mogi, de Madalena Marques Dias, lançado por este jornal, que ajudaram a compor histórias e tradições da Mogi que completou 450 anos. Que venham mais outras tantas.


Premiada


A fábrica de tratores Valtra do Distrito de Braz Cubas recebeu, em Piracicaba, o Prêmio VisãoAgro 2011, como reconhecimento por sua atuação entre as empresas produtoras de tratores agrícolas. A tradicional fabricante mogiana vem ganhando destaque cada vez maior no Interior de São Paulo em razão de sua liderança no segmento canavieiro.


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Viajando


O prefeito Marco Bertaiolli embarca hoje para uma temporada de férias com a família, na Europa. Vai conhecer de perto Portugal, França e Espanha. Deve permanecer a maior parte do tempo em Portugal, onde pretende percorrer o interior do País, de carro. "Viajar é um grande aprendizado", disse ele à coluna, prometendo trazer boas idéias dos locais por onde irá passar.







Promo Bríndice


A Rezende Couros, de Mogi, estará participando, entre 5 e 8 de julho, no Expo Center Norte, na Capital, da Promo Bríndice, um dos maiores eventos dos setores de brindes e marketing promocional do País, que movimentam anualmente algo em torno de R$ 5,3 bilhões. A empresa mogiana irá lançar a sacola para carrinho, um kit com duas sacolas com capacidade de até 20 kg cada, feitas para caber no carrinho de supermercados. Após as compras, a Ecobag da Rezende vira uma charmosa bolsa de ombro.







Sem sistema


Quem compareceu ao 1º Distrito Policial de Mogi durante o feriado de Corpus Christi para registrar alguma ocorrência acabou tomando um longo chá de cadeira. O sistema de informatização da Delegacia Central permaneceu fora do ar durante boa parte do dia, até que uma equipe da Telefônica conseguiu detectar a origem do problema, já no final da tarde.


Fonte:O Diário de Mogi

Apontadas falhas em 100 obras

DANILO SANS


ESPECIAL PARA O DIÁRIO




Cerca de 100 obras foram notificadas por irregularidades somente neste ano. Os dados são do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Mogi das Cruzes, Suzano e Região (SintaMog). De acordo com o presidente do grupo, Josemar Bernardes André, pelo menos 90% das empresas da construção civil apresentam algum tipo de irregularidade.


O Sindicato, responsável por fiscalizar obras em Mogi das Cruzes, Guararema, Santa Isabel, Suzano, Poá, Ferraz de Vasconcelos e Itaquaquecetuba, realiza a notificação e aguarda providências dos responsáveis. "Geralmente, eles corrigem o problema na hora", disse o presidente do SintaMog. As principais reclamações são por causa de problemas nas condições de trabalho e falta do registro dos profissionais. "Em muitos lugares, o pessoal não fornece equipamentos de segurança, não registra e deixa o trabalhador em situações de vulnerabilidade", explicou.


"Geralmente, as empresas notificadas resolvem o problema. Neste ano, só tivemos dois casos em que foi preciso acionar a Polícia ou o Ministério do Trabalho", afirmou Josemar, explicando que na maioria das vezes, só a presença do Sindicato já é suficiente para a regularização da obra. Do total de notificações, apenas dois casos foram levados à Policia e ao Ministério Público.


A presença de um técnico de segurança nas obras nem sempre significa boas condições de trabalho. "Não importa se a empresa é grande ou pequena, elas não respeitam as regras. A todo momento, você tem o risco, já que é uma atividade que exige mobilidade dos operários. Ele afirmou, ainda, que a situação só é favorável em algumas obras feitas dentro de indústrias, "pois elas costumam ter uma boa política de segurança no trabalho e obrigam as empreiteiras a seguirem".


Com o mercado aquecido, o surgimento de novas empreitadas também aumenta o número de trabalhadores informais. De acordo com Josemar, o Sindicato representa hoje cerca de 8 mil trabalhadores formais da construção civil. "A informalidade não nos deixa precisar o número exato, mas com certeza é muito mais do que isso", afirmou Josemar, que estima ter na Região pelo menos 14 mil trabalhadores no setor. "Brigamos para que os operários tenham carteira assinada e trabalhem com os direitos garantidos", completou.


O SintaMog fica na Rua Campos Sales, 165, Centro, Suzano. As denúncias devem ser feitas na própria sede ou pelo telefone 4748-1655.


Fonte:O Diário de Mogi

Congresso se livra do aviso prévio


DETALHE Britto observa que existem 49 projetos no Congresso propondo prazos dos mais variados


BRASÍLIA


Mesmo acusado de omisso, o Congresso deve deixar com o Supremo Tribunal Federal (STF) a tarefa de decidir os parâmetros para o cálculo do aviso prévio proporcional para trabalhadores demitidos sem justa causa. Parlamentares admitem que a Casa não terá condições de dar uma resposta rápida ao tema.


A falta de um consenso sobre o assunto entre deputados e senadores fica evidente na multiplicidade de projetos em tramitação. Na sessão em que o Supremo decidiu que irá fixar uma fórmula para o pagamento do aviso proporcional, o ministro Carlos Ayres Britto observou que existem 49 projetos no Congresso propondo prazos dos mais variados para esta proporcionalidade.


Presidente da Força Sindical, o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), afirma que a estratégia do movimento sindical será tratar do tema no STF. "No Congresso um projeto levaria uns cinco anos para ser votado. Como não tem consenso, nós vamos jogar o peso no Supremo". O STF deve definir a fórmula de cálculo do aviso prévio no próximo semestre, quando retomar o julgamento.


O senador Paulo Paim (PT-RS) também vê no outro poder o caminho mais curto para a solução. "Eu vou tentar fazer um debate sobre isso no Senado, mas acho muito difícil que o Congresso tome uma posição".


Autor de dois projetos sobre o tema, um deles datado de 1988, o senador atribui aos patrões a dificuldade no trâmite legislativo. "O lobby do poder econômico é muito forte. Os trabalhadores têm interesse nisso porque inibe a demissão, as empresas que não querem e conseguiram empurrar isso com a barriga até hoje".


O presidente da comissão de Trabalho da Câmara, Sílvio Costa (PTB-PE), critica a pressão que a decisão do Judiciário coloca sobre o Congresso. "Por mais que o parlamento falhe, seja moroso, não é da prerrogativa do Supremo legislar".


Costa promete pautar na comissão os projetos que tratam do tema. "Nós vamos pautar os projetos normalmente, colocar em votação o que tiver parecer pronto, mas não terá nenhum trâmite acelerado por causa dessa pressão". Ele afirma ser necessário levar em conta neste caso o "custo-Brasil" e evitar criar dificuldades para a formalização do emprego.


O projeto com tramitação mais recente na comissão de Trabalho tem parecer apresentado em maio deste ano pela deputada Gorete Pereira (PR-CE) e determina o pagamento de um dia a mais por ano trabalhado. Outro projeto que poderia ser apreciado já no plenário da Casa é de 1989 e desde 1995 aguarda uma decisão do plenário da Casa. Ele propõe o acréscimo de 3 dias por ano trabalhado e fixa em 90 dias o prazo máximo do aviso prévio.


No Senado, o projeto mais adiantado está na Comissão de Assuntos Sociais. A proposta original, do senador Paim, previa um escalonamento do prazo chegando ao limite de 180 dias para quem tiver mais de 15 anos na empresa. O relatório do ex-senador Augusto Botelho (sem partido-RR) acatou sugestões do ex-senador Papaléo Paes (PSDB-AP) e reduziu para 60 dias o aviso prévio máximo.


Fonte:O Diário de Mogi

Alckmin quer ampliar limite de dívida do Estado

O governador Geraldo Alckmin pleiteou na sexta-feira (24) ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, a ampliação do limite de endividamento do Estado de São Paulo.


O governo estadual calcula que há margem para aumentar o limite de empréstimos com organismos internacionais para até R$ 17 bilhões. Antes, estimava-se o valor em R$ 15 bilhões.


Segundo Alckmin, pelo menos 60% do dinheiro conseguido com a ampliação do limite de endividamento será investido em projetos de mobilidade urbana, como metrô, trens e grandes obras viárias.


Para viabilizar o pedido, os secretários de Fazenda e do Tesouro Nacional farão reuniões nos próximos 15 dias, quando deve haver uma definição sobre o tamanho do aumento.


"O Estado tem direito, a discussão é sobre o montante que será autorizado", afirmou o governador.


Milton Michida/Divulgação/Governo do Estado de SP
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin quer aumentar o limite de endividamento do Estado
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin quer aumentar o limite de endividamento do Estado


Folha.com