terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Feliz Natal e um próspero ano novo.!



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Que Deus abençõe grandemente a vida de todos!
Desejo a todos muito amor, paz, sucesso e mais Deus no coração.

Quero Agradecer a Deus por esse ano, que ele nos sustentou e nos deu grandes livramentos. E também a vocês, que ten nos ajudado demais, lendo o blog e se interessando pelas noticias que aqui postamos. MUITO OBRIGADO.  Fique com Deus e Boas Festa.






beijos         Marina e Luizinho,   Até 2011.

ps: não vai ser possivel postar essa semana, dia 3 estaremos postando novamente, beijos Marina.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Comissão aprova Orçamento de 2011 e texto segue para votação em plenário

A Comissão Mista de Orçamento aprovou nesta quarta-feira o Orçamento Geral da União de 2011. Os deputados e senadores têm que votar o texto no plenário do Congresso ainda hoje para que a presidente eleita, Dilma Rousseff (PT), não comece seu novo governo sem Orçamento --já que o Congresso entra em recesso parlamentar a partir de amanhã e só retoma suas atividades em fevereiro.

O governo conseguiu derrotar a oposição na Comissão Mista ao derrubar destaque do DEM e PSDB que limitava o remanejamento de recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Os governistas conseguiram manter a regra atual que permite o livre remanejamento de 30% dos recursos do programa.
Antes de contornar o impasse com a oposição, os governistas também conseguiram impedir uma rebelião na base aliada conduzida pelo PDT --que ameaçava não votar o Orçamento se o valor do salário mínimo fosse de R$ 540 em 2011.
O governo aceitou incluir uma reserva de R$ 5,6 bilhões na peça orçamentária que poderão ser usados para um reajuste maior do salário mínimo em 2011. Apesar da relatora Serys Slhessarenko (PT-MT) ter mantido o valor do mínimo em R$ 540, os governistas criaram a "reserva" para garantir uma margem de negociação das centrais sindicais com o governo --o que abriu caminho para o acordo.
As centrais sindicais reivindicam o reajuste dos atuais R$ 510 para R$ 580, mas acabaram convencidas pelo acordo do governo. "Quando for votar a medida provisória do salário mínimo, vão falar que não tem dinheiro. Então, para que a gente possa chegar lá com mais tranquilidade, a gente tem que reservar o máximo de dinheiro possível", disse o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical.
Pelos cálculos do sindicalista, o valor pode chegar a R$ 560 se a reserva for aprovada pela Comissão de Orçamento.
Dentro da reserva de R$ 5,6 bilhões estão os recursos previstos para outros reajustes --por isso não necessariamente o dinheiro vai ser usado para ampliar o mínimo. O governo ainda incluiu mais R$ 1 bilhão nessa reserva para o programa Bolsa Família, o que abre caminho para o governo aumentar o valor do benefício em 2011 ou mesmo ampliar o número de atendidos.
Serys também incluiu no texto final a recomposição de R$ 3,3 bilhões no PAC depois que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reclamou do corte do programa nesse valor. O relatório final havia reduzido os recursos do PAC de R$ 43,5 bilhões para R$ 40,1 bilhões.
Pelo adendo, o governo está autorizado a recompor os R$ 3,3 bilhões por meio de decreto ou portaria. Serys também incluiu outro adendo que permite ao governo compensar órgãos que tiverem cortes por meio da anulação de dotações orçamentárias da reserva.
Os governistas transferiram para o plenário outro impasse que ameaça a tramitação do Orçamento: a votação do projeto que altera a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) ao retirar a Eletrobrás do cálculo do superavit primário. A ideia é resolver o impasse durante a votação no plenário do Congresso.



PARÂMETROS


O texto final do Orçamento destina R$ 171 bilhões para investimentos no próximo ano, incluindo as estatais. O investimento efetivo para gastos do governo é de R$ 63,5 bilhões. O Congresso também destinou R$ 12,1 bilhões para emendas parlamentares.
O parecer final de Serys confirmou o corte de R$ 3 bilhões nas despesas, seguindo a sugestão de redução nos gastos do Executivo. Ela, no entanto, não especificou no texto final as áreas atingidas.
O Orçamento de 2011 fixa as despesas de 2011 em R$ 2,07 trilhões, com as receitas no mesmo valor. Como as despesas com a rolagem da dívida pública somam R$ 678,5 bilhões, o Orçamento efetivo do ano que vem para ser gasto com investimentos e manutenção de todos os órgãos federais é de R$ 1,39 trilhão.

 
Folha.com - 22/12/2010
GABRIELA GUERREIRO

DE BRASÍLIA

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Dilma recebe nesta tarde diploma de presidenta da República

Para a cerimônia, presidenta eleita fez retoques no discurso até a última hora
A ex-ministra Dilma Rousseff recebe na tarde desta sexta-feira seu diploma de presidente da República. O documento será entregue em cerimônia organizada na sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília. Para a ocasião, Dilma preparou um discurso rápido, que não deve ter mais do que 15 minutos, segundo integrantes da equipe de transição.
Para elaborar o discurso, Dilma contou com a ajuda de auxiliares, que programaram uma fala protocolar. A versão preliminar, entretanto, foi entregue à presidenta eleita, que fez retoques no texto até poucas horas antes do evento. Em tese, a ideia era fazer um agradecimento mais solene e deixar o tom emocional para a cerimônia de posse, no próximo dia 1º. A cerimônia terá a duração de cerca de uma hora, segundo o TSE.

Para o evento, foram convidadas autoridades, amigos e familiares. Por conta do espaço pequeno, somente 100 pessoas poderiam assistir à cerimônia do plenário do TSE. As demais acompanharão a diplomação do auditório do tribunal, localizado no segundo andar do prédio. Além dos ministros de Estado, foram convidados também os 27 governadores eleitos, mas cerca de 10 devem se ausentar porque serão diplomados no mesmo dia. Dilma e Temer puderam convidar 34 pessoas -- 17 de cada um.




Andréia Sadi e Adriano Ceolin, iG Brasília

17/12/2010 16:57

UBC cria plano de demissão voluntária de professores

Daniel Carvalho 
A diretoria da universidade propôs
que os profissionais se demitam
A Universidade Braz Cubas (UBC) reuniu todos os seus professores esta semana para apresentar o seu Plano de Demissão Voluntária (PDV). Os diretores da instituição falaram abertamente ao corpo docente que gostariam que grande parte dos profissionais saísse espontaneamente e descreveram como vai funcionar o processo de demissão.

A adesão ao plano foi aberta a todos os professores que estevam com seus contratos de trabalho em vigor no dia 13 deste mês. O prazo para o acordo termina hoje. Os professores que concordarem serão dispensados sem justa causa e os valores referentes à rescisão do contrato devem ser pagos em até 24 parcelas mensais. O primeiro pagamento deve ocorrer no início de janeiro de 2011.
O montante a receber inclui aviso prévio, férias, benefícios previstos em normas coletivas e indenização rescisória de 40% do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Os educadores receberão, ainda, uma indenização adicional por terem aderido ao PDV no valor de "um salário básico nominal".
Benefícios, como plano de assistência médica e bolsa de estudos para dependentes serão mantidos pela universidade por um período de um ano, após o desligamento do professor da instituição.
Contratações

A UBC garantiu aos professores que quem aderir ao PDV terá preferência em contratações futuras, "desde que haja efetiva necessidade de expansão do quadro docente e respeitadas as exigências de qualificação e titulação".
De acordo com alguns funcionários que preferiram não se identificar, a intenção seria recontratar parte dos educadores com salários mais baixos.


Reestruturação

Desde o início deste ano, a UBC vem passando por uma série de mudanças. Em março, a universidade anunciou que sua administração ficaria a cargo da Hoper Consultoria Educacional, uma empresa contratada para readequar a instituição à nova realidade do setor educacional de ensino superior no Brasil.
Na época, a UBC informou que entre os itens que precisavam ser revistos estava a discrepância entre o número de alunos matriculados e a quantidade de vagas disponíveis. Outra novidade seria um novo projeto pedagógico, com alterações no programa dos cursos.
Campus I

A desativação do campus I da UBC, na região central da cidade, também foi uma mudança cogitada neste ano. O diretor de Operações da Hoper, Tarcísio Villela, confirmou ao Mogi News em março que o grupo tinha a intenção de transferir as instalações e os alunos deste campus para o II, que fica no Mogilar, mas que ainda não havia data para isso ser concretizado.
A reportagem do MN entrou em contato com a UBC para saber mais informações sobre o PDV e sobre a desativação do campus I, mas, até o fechamento desta edição, não obteve resposta.

Moginwes - 17/12/2010