quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

Prazo para envio de carnês e datas de pagamento do IPTU em Mogi estão indefinidos

Secretaria Municipal de Finanças também estuda como será a cobrança do ISS de obra da ampliação de imóveis constatada na atualização do cadastro

Carla Olivo

Publicado em 07/01/2021 às 17:34

Atualizado há 5 horas


EXPECTATIVA Cerca de 142 mil carnês do IPTU serão encaminhados aos contribuintes de Mogi das Cruzes neste ano / Eisner Soares

A Secretaria de Finanças de Mogi das Cruzes está preparando o decreto com as datas de vencimento das parcelas do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) deste ano, para posterior definição de prazo de envio dos 142 mil carnês - mesmo número de 2019 - à casa dos contribuintes da cidade. A Coordenadoria de Comunicação da Prefeitura Municipal informou nesta quinta-feira (7), que não há uma data definida para publicação do decreto e nem para início do do encaminhamento dos carnês. No ano passado, quando houve atualização do valor do imposto em 2,54% pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA), a postagem teve início no dia 6 de janeiro. No dia 1 de janeiro, a atual gestão publicou o primeiro decreto deste ano, estabelecendo reajuste de 3,92% do IPTU, de acordo com a recomposição inflacionária anual.

Anunciada em coletiva sobre o final do processo de transição, a cobrança de Imposto Sobre Serviços (ISS) referente à obra de ampliação de imóveis, constatada na atualização do cadastro, também segue indefinida. 

A Secretaria Municipal de Finanças informa que durante o processo de transição apurou-se que há cerca de R$ 100 milhões de ISS a serem cobrados pela Prefeitura, de aproximadamente 25 mil contribuintes.

“Trata-se de uma obrigação legal, que deve ser cumprida pela Prefeitura. Se a cobrança não for feita, pode configurar improbidade administrativa. A forma e o prazo de pagamento ainda não foram definidos. A Prefeitura está elaborando um cuidadoso estudo, de forma que a obrigação legal seja cumprida, mas sem penalizar os contribuintes”, trouxe nota enviada a O Diário.

Fonte:O Diário de Mogi

Brasil supera as 200 mil mortes por coronavírus

País registra, pelo terceiro dia consecutivo, mais de mil mortes confirmadas em 24 horas; Bolsonaro diz: "A vida continua"
O Diário
Publicado em 07/01/2021 às 22:14
Atualizado há 37 minutos
Região voltou a registrar alta nos casos da Covid-19. / Reprodução
O Brasil superou a marca de 200 mil mortes por Covid-19, segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde e divulgado em um boletim extra. O total de óbitos registrados é de 200.011, com 7.921.803 casos confirmados.

O recorde chega justo em um momento crítico da pandemia e ainda sem vacina.

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Após a primeira morte em em fevereiro do ano passado, os óbitos foram subindo e o país atingiu a casa de 1 mil mortes diárias em junho.

Em agosto o país atingia 100 mil mortes vidas. Os casos tiveram uma leve queda em setembro e as restrições impostas foram flexibilizadas. E em novembro, as mortes voltaram a aumentar.

Hoje, quando passamos a marca de 200 mil vidas que se foram, o país registrou, pelo terceiro dia consecutivo, mais de mil mortes confirmadas em 24 horas. Foram 1.120 óbitos registrados entre ontem e hoje. Ontem, o Brasil registrou o maior número de óbitos confirmados em apenas um dia desde 18 de agosto: 1.266.

"A vida continua"

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) lamentou os 200 mil brasileiros mortos pela covid-19 desde o início da pandemia no Brasil, mas sugeriu que nem todas realmente foram causadas pela doença. E voltou a criticar as políticas de isolamento, como tem feito desde os primeiros casos confirmados no país.

"A gente lamenta hoje, que estamos batendo as 200 mil mortes. Muitas dessas mortes com covid, outras de covid, não temos uma linha de corte no tocante a isso daí. Mas a vida continua."

Fonte:O Diário de Mogi








quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

Brasil tem maior número de mortes por Covid desde agosto

Nas últimas 24 horas, foram 1.224 mortes; já são quase 194 mil vítimas fatais no Brasil

Agência Estado

Publicado em 30/12/2020 às 21:59

Atualizado há 1 hora

Pandemia / Divulgação

Os registros de mortes por covid-19 nas últimas 24 horas chegaram a 1.224, o maior para um só dia desde 20 de agosto, de acordo com o consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde.

A média móvel de mortes por covid-19, que registra as oscilações dos últimos sete dias e elimina distorções entre um número alto de meio de semana e baixo de fim de semana, ficou ontem em 668. O Brasil já registrou 193.940 mortes e 7.619.970 pessoas contaminadas.

Anteontem, o Centro de Contingência do Coronavírus do Estado de São Paulo, órgão ligado ao governo de São Paulo, e a Sociedade Paulista de Infectologia divulgaram notas manifestando preocupação com o aumento de casos e mortes pela covid-19 neste fim de ano. Em documento intitulado Carta pela Vida, especialistas do comitê destacaram a importância das medidas de proteção, como manter as mãos limpas, uso de máscara e álcool em gel e respeito ao distanciamento social.

"A situação atual exige que redobremos os esforços em favor do bem coletivo. A vacina está próxima, mas enquanto ela não chega a única forma de prevenção depende de cada um de nós. Mais do que nunca é preciso do envolvimento e solidariedade de todos", diz o texto do Centro de Contingência do Coronavírus do Estado de São Paulo.

Desobediência

Já a nota da Sociedade de Infectologia também cita os municípios paulistas que desobedeceram a fase vermelha do Plano São Paulo, a mais restritiva do plano estadual de reabertura econômica, nos dias 25 a 27 de dezembro, logo após o Natal. Um decreto da gestão João Doria (PSDB) estipulou no dia 22 que todo o Estado entrasse na fase vermelha durante essas datas e de 1.º a 3 de janeiro de 2021. A Secretaria de Desenvolvimento Regional notificou 19 municípios, a maioria no litoral.

Também ontem, o governo do Estado de São Paulo informou que registrou uma alta de 68% nos casos da covid-19 no mês de dezembro. Em relação aos óbitos, o crescimento foi de 57% em comparação aos 30 dias do mês de novembro. As taxas de ocupação dos leitos de UTI são de 65,2% na Grande São Paulo e 61,4% no Estado.

O Diário de Mogi


Leitos de UTI destinados aos pacientes com a Covid-19 estão com 80% de ocupação em Mogi

Soma das redes particular e pública é de 84 leitos, dos quais 68 estavam em uso, nesta terça-feira (29).

Natan Lira

Publicado em 30/12/2020 às 09:42

Atualizado há 26 minutos


Hospital Municipal de Mogi é referência no atendimento aos casos da Covid-19 na cidade. / Arquivo/O Diário

Os leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) destinados aos pacientes em tratamento da Covid-19 estavam com 80% de ocupação, segundo os números das redes particular e pública. 

A soma no município é de 84 leitos com respiradores, sendo 20 deles no Hospital Luzia de Pinho Melo, dos quais 17 estavam em uso. 

Já considerando Hospital Municipal , Santa Casa, Hospital Ipiranga, Hospital Santana, Biocor e Mogimater, a soma é de 64 leitos de UTI, sendo que 51 deles estavam com pacientes. 

Na enfermaria, Mogi das Cruzes tem 156 leitos, dos quais, pelo menos, 44 estavam ocupados. 

Estadual

Além do Hospital Luzia de Pinho Melo, em Mogi, a rede estadual de saúde do Alto Tietê conta com outras duas unidades, o Santa Marcelina, em itaquaquecetuba, e o Regional de Ferraz de Vasconcelos. A taxa de ocupação da UTI nos três fica em 82,2%, levando em conta que 26 dos 38 leitos estavam em uso. 

O Diário de Mogi