Doria libera recursos para Suzano; HC e estrada do Duchen serão contemplados
Por Redação - 13/07/201933
Doria libera recursos para Suzano; HC e estrada do Duchen serão contemplados
O prefeito Ashiuchi participou hoje da inauguração da nova via Mogi-Suzano e recebeu a confirmação, do governador Doria, de importantes recursos para
Suzano/ Foto: Governo do Estado de São Paulo
Prefeitura de Mogi das Cruzes
O governador do Estado de São Paulo, João Doria, esteve neste sábado, 13, em Mogi das Cruzes, para a inauguração da avenida das Orquídeas, e anunciou a liberação de importantes recursos para Suzano.
Doria autorizou a licitação para a realização de obras na Vicinal da Duchen, uma importante via do Distrito de Palmeiras, entre elas, alteamento da pista, serviços de conservação especial e reabilitação da sinalização horizontal da estrada, por 4,3 km no município de Suzano. O valor a ser investido é de R$ 5,9 milhões.
Além disso, o governador confirmou o início da realização de exames de imagens, neste semestre, e o funcionamento pleno do Hospital Auxiliar das Clínicas em Suzano. A previsão é que o equipamento esteja com todas as equipes necessárias a partir de janeiro de 2020.
De acordo com o prefeito de Suzano e presidente do Condemat, Rodrigo Ashiuchi (PL), estes importantes anúncios beneficiarão não somente a cidade de Suzano, mas sim toda a população do Alto Tietê.
Fonte:Oi Diário
Fui visitar as obras de recapeamento e drenagem da Avenida Ítalo Adami, em #Itaquaquecetuba, ao lado do prefeito Mamoru Nakashima, e dos vereadores Carlinhos da Minercal, Cida da Fisioterapia, Rolgaciano e Luizão. Essa obra está sendo realizada com recursos do Fundo Metropolitano de Financiamento e Investimento (FUMEFI), cuja liberação intermediei junto ao Governo de São Paulo.
Ao todo, os serviços beneficiam 1,8 quilômetro de extensão da via, uma das principais da cidade, que liga o Centro da cidade aos bairros e ao acesso a #Poá. Estão sendo construídas galerias pluviais, sarjetas e guias para ampliar e melhorar a drenagem na região que, há anos, enfrenta problemas nas temporadas de chuvas.
Estiveram com a gente também os secretários municipais de Obras e Habitação, Roberto Kimura, de Finanças e Saúde, William Harada; o presidente do Conselho de Ministros Evangélicos de Itaquá (COMEVI), pastor Reginaldo Rocha, entre outras lideranças e moradores.
Fonte:#AltoTietê #Infraestrutura #AndrédoPrado #TrabalhoporSP
O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, em que Paulo era conselheiro, confirmou a morte
CB Correio Braziliense
postado em 13/07/2019 18:35 / atualizado em 13/07/2019 18:49
Santos ao lado do filho Vasco(foto: Arquivo Pessoal)
Santos ao lado do filho Vasco
(foto: Arquivo Pessoal)
Morreu neste sábado (13/7), o ex-prefeito de Brasília, Paulo de Tarso Santos, aos 93 anos. O mineiro nasceu em 1926 e marcou a história política do país. A morte foi confirmada pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP), em que Santos era conselheiro da Corte.
A prefeitura da capital, Santos assumiu ainda em 1961, durante o governo de Jânio Quadros. Outro importante cargo ocupado pelo homem foi o de Ministro da Educação, na gestão de João Goulart. Academicamente, Santos era advogado.
O velório ocorrerá neste domingo (14/7), em São Paulo.
Em nota oficial, o TCESP, por meio do presidente Antonio Roque Citadini, lamentou a morte de Santos. Confira na íntegra:
O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP), manifesta o seu pesar pelo falecimento do Conselheiro Emérito Paulo de Tarso Santos, aos 93 anos, ocorrido neste sábado, 13 de julho, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo.
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Advogado com formação pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), Paulo de Tarso integrou o colegiado da Corte de Contas paulista, entre os anos de 1985 a 1991, tendo sido o vigésimo sétimo Presidente.
Neste momento de irreparável perda, o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, em nome de seus Conselheiros, Diretores e servidores, se solidariza com familiares e amigos, informando a decretação de luto oficial, com o hasteamento das bandeiras a meio-mastro.
O velório ocorrerá hoje (13/7), a partir das 22h00, e o sepultamento, ás 13h00, será realizado no domingo (14/7), ambos no Cemitério Gethsêmani, em São Paulo.
Tags #93 anos #morre #santos #tarso #de #"paulo #primeiro #prefeito #brasília
Fonte:Correio Braziliense
AA Alessandra Azevedo HF Hamilton Ferrari
postado em 13/07/2019 07:00
Votação do texto-base da PEC 6/2019 %u2014 Reforma da Previdência(foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)
Votação do texto-base da PEC 6/2019 %u2014 Reforma da Previdência
(foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)
Os ajustes feitos pelo plenário da Câmara no texto-base da reforma da Previdência, nos últimos dias, diminuíram o impacto fiscal da matéria para cerca de R$ 900 bilhões em 10 anos, pelos cálculos da equipe econômica. A proposta de emenda à Constituição (PEC) 6/2019 foi encaminhada pelo governo com a pretensão de economizar R$ 1,236 trilhão em uma década e já havia perdido parte dos ganhos após as mudanças feitas na Comissão Especial, quando a estimativa caiu para R$ 961,9 bilhões.
As alterações responsáveis pelo corte incluem a diminuição das idades mínimas para aposentadoria de professores que já estão na ativa, alteração que foi aceita por 465 deputados, contra 25 votos contrários, em votação feita na tarde desta sexta-feira (12/7). Assim, a exigência para homens passa a ser de 55 anos e, para mulheres, de 52 anos, para professores da rede pública e da iniciativa privada. O texto-base, aprovado na última quarta-feira, previa 58 e 55 anos, respectivamente.
O pedágio continua sendo de 100% sobre o tempo que falta para a aposentadoria. Ou seja, se faltar um ano, o professor precisará trabalhar dois. A aprovação desse destaque já estava garantida por acordo entre as lideranças partidárias, assim como as alterações para mulheres, que conseguiram emplacar uma emenda da bancada feminina para garantir um benefício maior para as que completarem mais de 15 anos de contribuição, além de suavizar as regras para pensão por morte.Continua depois da publicidade
Outros pontos que impactaram os ganhos fiscais foram a diminuição no tempo de contribuição para aposentadoria dos homens, de 20 para 15 anos, e a definição de idades mínimas menores para policiais federais, rodoviários federais, legislativos e policiais civis do Distrito Federal. Segundo Marinho, as perdas com concessões devem ficar entre R$ 50 bilhões e R$ 70 bilhões em uma década. De acordo com ele, a equipe econômica ainda vai refinar os cálculos e divulgará, nos próximos cinco ou seis dias, o impacto fiscal exato das mudanças.
Discussões
A votação dos destaques foi encerrada às 20h30 desta sexta-feira (12/7), após dois dias de votação. O texto aprovado foi direto para análise da Comissão Especial, na mesma noite. Se os deputados derrubarem o interstício (intervalo) regimental de cinco sessões entre uma votação e outra, a matéria fica pronta para ser votada em segundo turno pelo plenário. Mas, apesar de o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ter cogitado encerrar a votação ainda hoje, em sessão extraordinária, ele preferiu retomar o assunto depois do recesso parlamentar, que começa em 18 de julho.
Pelo cronograma divulgado nesta sexta-feira (12/7), a ideia é começar as discussões em 6 de agosto, a primeira terça-feira de trabalhos após o recesso, e terminar a votação até a sexta-feira da mesma semana, 9 de agosto. “A gente viu, pelo quórum agora, à noite, que era impossível terminar amanhã (hoje)”, admitiu, ao fim da sessão desta sexta-feira (12/7). Como a reforma só chegaria ao Senado em agosto, de qualquer forma, Maia considera que o adiamento não gera “nenhum prejuízo”.
“Precisamos ter cuidado, porque queremos acelerar, mas, se acelerarmos um pouco demais, podemos bater no muro”, afirmou o presidente da Câmara. A fase de mudanças ao texto tende a ser mais rápida no segundo turno, porque os destaques podem apenas suprimir trechos da reforma, não acrescentar. Alguns partidos da oposição já concordaram em apresentar menos sugestões de mudanças, em troca de algumas que foram aprovadas nos últimos dois dias, como a que reduz o tempo de contribuição dos homens, de 20 para 15 anos.
Se a matéria receber o aval de pelo menos 25 dos 49 titulares da comissão, poderá ser votada em segundo turno no plenário, última fase antes de ir ao Senado. Para ser aprovada, são exigidos 308 votos, como no primeiro turno. Depois, no Senado, precisará passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e depois irá para votação no plenário. Lá, a exigência é de 49 votos favoráveis, também três quintos dos 81 senadores, em dois turnos.
Fonte:Correio Braziliese
AA Alessandra Azevedo HF Hamilton Ferrari
postado em 13/07/2019 07:00
Votação do texto-base da PEC 6/2019 %u2014 Reforma da Previdência(foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)
Votação do texto-base da PEC 6/2019 %u2014 Reforma da Previdência
(foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)
Os ajustes feitos pelo plenário da Câmara no texto-base da reforma da Previdência, nos últimos dias, diminuíram o impacto fiscal da matéria para cerca de R$ 900 bilhões em 10 anos, pelos cálculos da equipe econômica. A proposta de emenda à Constituição (PEC) 6/2019 foi encaminhada pelo governo com a pretensão de economizar R$ 1,236 trilhão em uma década e já havia perdido parte dos ganhos após as mudanças feitas na Comissão Especial, quando a estimativa caiu para R$ 961,9 bilhões.
As alterações responsáveis pelo corte incluem a diminuição das idades mínimas para aposentadoria de professores que já estão na ativa, alteração que foi aceita por 465 deputados, contra 25 votos contrários, em votação feita na tarde desta sexta-feira (12/7). Assim, a exigência para homens passa a ser de 55 anos e, para mulheres, de 52 anos, para professores da rede pública e da iniciativa privada. O texto-base, aprovado na última quarta-feira, previa 58 e 55 anos, respectivamente.
O pedágio continua sendo de 100% sobre o tempo que falta para a aposentadoria. Ou seja, se faltar um ano, o professor precisará trabalhar dois. A aprovação desse destaque já estava garantida por acordo entre as lideranças partidárias, assim como as alterações para mulheres, que conseguiram emplacar uma emenda da bancada feminina para garantir um benefício maior para as que completarem mais de 15 anos de contribuição, além de suavizar as regras para pensão por morte.Continua depois da publicidade
Outros pontos que impactaram os ganhos fiscais foram a diminuição no tempo de contribuição para aposentadoria dos homens, de 20 para 15 anos, e a definição de idades mínimas menores para policiais federais, rodoviários federais, legislativos e policiais civis do Distrito Federal. Segundo Marinho, as perdas com concessões devem ficar entre R$ 50 bilhões e R$ 70 bilhões em uma década. De acordo com ele, a equipe econômica ainda vai refinar os cálculos e divulgará, nos próximos cinco ou seis dias, o impacto fiscal exato das mudanças.
Discussões
A votação dos destaques foi encerrada às 20h30 desta sexta-feira (12/7), após dois dias de votação. O texto aprovado foi direto para análise da Comissão Especial, na mesma noite. Se os deputados derrubarem o interstício (intervalo) regimental de cinco sessões entre uma votação e outra, a matéria fica pronta para ser votada em segundo turno pelo plenário. Mas, apesar de o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ter cogitado encerrar a votação ainda hoje, em sessão extraordinária, ele preferiu retomar o assunto depois do recesso parlamentar, que começa em 18 de julho.
Pelo cronograma divulgado nesta sexta-feira (12/7), a ideia é começar as discussões em 6 de agosto, a primeira terça-feira de trabalhos após o recesso, e terminar a votação até a sexta-feira da mesma semana, 9 de agosto. “A gente viu, pelo quórum agora, à noite, que era impossível terminar amanhã (hoje)”, admitiu, ao fim da sessão desta sexta-feira (12/7). Como a reforma só chegaria ao Senado em agosto, de qualquer forma, Maia considera que o adiamento não gera “nenhum prejuízo”.
“Precisamos ter cuidado, porque queremos acelerar, mas, se acelerarmos um pouco demais, podemos bater no muro”, afirmou o presidente da Câmara. A fase de mudanças ao texto tende a ser mais rápida no segundo turno, porque os destaques podem apenas suprimir trechos da reforma, não acrescentar. Alguns partidos da oposição já concordaram em apresentar menos sugestões de mudanças, em troca de algumas que foram aprovadas nos últimos dois dias, como a que reduz o tempo de contribuição dos homens, de 20 para 15 anos.
Se a matéria receber o aval de pelo menos 25 dos 49 titulares da comissão, poderá ser votada em segundo turno no plenário, última fase antes de ir ao Senado. Para ser aprovada, são exigidos 308 votos, como no primeiro turno. Depois, no Senado, precisará passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e depois irá para votação no plenário. Lá, a exigência é de 49 votos favoráveis, também três quintos dos 81 senadores, em dois turnos.
Fonte:Correio Braziliense