Base teve ações suspensas por falta de viaturas, que estavam quebradas e dependiam de reparos da Prefeitura
Foto: Daniel Carvalho
Reabertura ocorreu na noite de anteontem e bombeiros já voltaram às funções
Após mais de uma semana fechado, o posto do Corpo de Bombeiros de Ferraz de Vasconcelos foi reaberto na noite da última quinta-feira. Os agentes, que haviam sido transferidos temporariamente para Suzano e de outras cidades da região, retornaram para as suas funções na base.
O posto teve as operações suspensas por falta de viaturas, já que os dois carros utilizados para atendimento das ocorrências estavam quebrados e dependiam de manutenção, que é de responsabilidade da Prefeitura de Ferraz, conforme convênio firmado entre a administração municipal e o governo do Estado. O conserto dos carros se deu nesta semana, após o Executivo pagar pelo serviço. A expectativa é que esse tipo de custo continuem sendo pago pelo Poder Público conforme a necessidade, o que evitará uma nova suspensão das atividades.
Conforme a assessoria de Imprensa do Corpo de Bombeiros informou na semana passada, o posto tem duas viaturas, sendo um auto bomba e uma unidade de resgate, além do efetivo de sete oficiais, sendo quatro bombeiros municipais e três do Estado.
"O efetivo foi redirecionado para outros postos dos Bombeiros da região devido às viaturas de combate a incêndio e resgate do município estarem inoperantes por problemas de manutenção. A Prefeitura de Ferraz foi orientada a realizar a manutenção conforme convênio firmado", explicou, por meio de nota enviada na semana passada. A corporação ressaltou ainda que, durante o período em que a cidade ficou sem o posto, a população foi atendida normalmente por meio do telefone 193.
IPTU
Desde 2014 existe em Ferraz a Taxa de Serviço de Bombeiros (TSB) ou taxa de incêndio para manutenção do serviço. O valor é cobrado no carnê do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e o não pagamento torna o contribuinte inadimplente. Toda a verba arrecadada para o custeio da corporação é gerida pelo Fundo Municipal de Manutenção do Corpo de Bombeiros.
A Prefeitura não informou se essa taxa ainda é cobrada e nem de que forma o valor arrecadado é utilizado.
Fonte:Mogi News
28 JUL 2017 11h28 atualizado às 11h29
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Um navio nazista que supostamente carregava ouro brasileiro foi encontrado por uma empresa especializada em recuperar embarcações perto do litoral da Islândia, informou a mídia britânica. O SS Minden foi afundado em setembro de 1939, há quase 80 anos, e foi identificado a 190 km de distância da costa islandesa.
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SS Minden pode estar carregado com 4 toneladas de ouro
SS Minden pode estar carregado com 4 toneladas de ouro
Foto: iStock
Quem encontrou o navio foi a empresa britânica Advanced Marine Services.
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Acredita-se que o navio estaria carregado com quatro toneladas de ouro, em uma carga estimada em cerca de 110 milhões de euros (corrigido nos valores atuais). O ouro havia sido retirado de uma filial no Brasil do banco alemão Dresden.
No contexto histórico, o SS Minden saiu do Brasil rumo a Alemanha, mas quando estava próximo da Europa, o navio foi identificado pela marinha britânica. Adolf Hitler então ordenou ao capitão que afundasse o navio para não permitir que a carga foi descoberta.
A empresa Advanced Marine Services ainda não confirmou a presença de ouro na embarcação, já que não tiveram autorização do governo islandês para permanecer nas águas da região para conduzir as pesquisas. Caso realmente for encontrado ouro no navio, uma batalha judicial envolvendo a Islândia deverá acontecer para determinar quem ficará com a valiosa carga.
Fonte:Terra.com.br
Sexta-feira, 28/07/2017, às 17:25, por Gerson Camarotti
Ofício enviado pelo ministro Eliseu Padilha aos demais ministros
O Palácio do Planalto decidiu mobilizar todo o primeiro escalão do governo para que os ministros trabalhem no corpo-a-corpo com deputados e ajudem a barrar a denúncia contra o presidente Michel Temer por corrupção passiva. A votação na Câmara está marcada para o próximo dia 2 de agosto.
O chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, enviou ofícios aos ministros pedindo que todos estejam em Brasília entre os dias 1º e 10 de agosto, informa o repórter Nilson Klava, da GloboNews.
No ofício, Padilha informa que a orientação do presidente é que os ministros evitem deixar a cidade nesse período.
O intervalo é de 10 dias porque o governo tem receio sobre o quórum. Temer quer garantir que os ministros estejam em Brasília mesmo se houver adiamento da votação.
A intenção do Planalto é que os ministros intensifiquem a agenda política e atendam às demandas dos deputados durante o período de "plantão".
Conforme informado pelo Blog, os ministros licenciados do mandato de deputado federal retornarão à Câmara para votar contra a denúncia. Mas eles não foram os únicos a receber o ofício. Ministros sem mandato, mas com influência política, também foram convocados.
"O Kassab (PSD) e o Marcos Pereira (PRB) mandam nos partidos. O Aloysio Nunes (PSDB) tem influência sobre parte da bancada do PSDB. Todos vão estar aqui", disse um interlocutor do Palácio do Planalto.
Com o gesto, o governo espera também mostrar comprometimento com a votação da denúncia. O Planalto acredita que a presença dos ministros desde terça-feira vai ajudar a "chamar quórum". O receio do governo é não ter deputados suficientes para votar denúncia no dia 2 e sair como grande derrotado da semana.
Fonte:G1.com.br
Juiz tinha sugerido a possibilidade de realizar depoimento por videoconferência, mas advogados insistiram para que oitiva fosse pessoalmente.
Por G1 PR, Curitiba
28/07/2017 17h40 Atualizado há 6 horas
Juiz argumentou que primeiro depoimento de Lula como réu exigiu amplo aparato de defesa (Foto: Reprodução/GloboNews) Juiz argumentou que primeiro depoimento de Lula como réu exigiu amplo aparato de defesa (Foto: Reprodução/GloboNews)
Juiz argumentou que primeiro depoimento de Lula como réu exigiu amplo aparato de defesa (Foto: Reprodução/GloboNews)
O juiz Sérgio Moro decidiu nesta sexta-feira (28) que o depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em um dos processos a que ainda responde, será presencial. A oitiva está marcada para o dia 13 de setembro e deverá ocorrer em Curitiba.
No despacho em que marcou as audiências para ouvir os réus do processo, Moro tinha sugerido que o depoimento de Lula fosse realizado por videoconferência. O magistrado argumentou que foi necessário um amplo aparato de segurança para garantir a tranquilidade dos trabalhos em outro depoimento prestado por Lula, no processo em que o ex-presidente acabou condenado por ter recebido propina da OAS.
Os advogados de Lula, no entanto, foram contrários ao depoimento por videoconferência. Eles defenderam que o réu tem o direito de estar diante do juiz para prestar os devidos esclarecimentos, quando necessário. A defesa também arguiu que Lula já prestou depoimento em outros processos, em São Paulo e Brasília, e que nunca foi necessária nenhuma segurança adicional por isso.
Gravação diferenciada
No documento em que solicitaram o depoimento presencial do ex-presidente, os advogados também pediram ao juiz para fazerem uma gravação da oitiva particular. Moro, no entanto, permitiu que seja colocada uma segunda câmera na sala de audiências, nos mesmos moldes do primeiro depoimento de Lula.
Naquela ocasião, a segunda câmera captava imagens em um plano aberto, em que era possível ver também Sérgio Moro e o procurador do MPF que acompanhou o depoimento.
Segundo depoimento como réu
Este será o segundo interrogatório de Lula na condição de réu, em um dos processos referentes à Operação Lava Jato, que tramitam no Paraná. No primeiro, referente ao triplex em Guarujá, a ida de Lula gerou amplo esquema de segurança na cidade, desde a chegada ao Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, até a saída da Justiça Federal, após quase cinco horas de audiência.
Á época, a Polícia Militar (PM) informou que gastou R$ 110 mil no esquema de segurança. De acordo com o juiz Sérgio Moro, a recomendação para que o interrogatório seja feito a distância está atrelada a este gasto. Houve protestos contra e a favor do ex-presidente, em pontos separados da cidade.
"Considerando o havido no interrogatório de Luiz Inácio Lula da Silva na ação penal que acabou envolvendo gastos necessários, mas indesejáveis de recursos públicos com medidas de segurança, diga a Defesa respectiva, em cinco dias, se tem objeções à realização de novo interrogatório do acusado em questão por videoconferência com a Justiça Federal de São Paulo".
Lula foi condenado no processo sobre o triplex a 9 anos e seis meses por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele pode recorrer da sentença em liberdade.
Entenda as acusações contra o ex-presidente.
Outros interrogatórios
Esta ação penal tem mais sete réus. Entre eles o ex-ministro Antonio Palocci e o empresário Marcelo Odebrecht – ambos têm condenação na Operação Lava Jato e estão presos.
O juiz Sérgio Moro também marcou o interrogatório dos demais acusados.
04/09/2017, às 14h: Marcelo Bahia Odebrecht, Demerval de Souza Gusmão Filho e Paulo Ricardo Baqueiro de Melo;
06/09/2017, às 14h: Antônio Palocci Filho, Roberto Teixeira e Glaucos da Costa Marques;
13/09/2017, às 14h: Luiz Inácio Lula da Silva e Branislav Kontic;
A ex-primeira dama Marisa Leticia chegou a ser acusada, contudo, o juiz Sérgio Moro decretou a impossibilidade de puni-la. Marisa Leticia morreu em fevereiro deste ano.
Os interrogatórios ocorrem com o fim dos depoimentos das testemunhas de acusação e defesa. Após as oitivas dos réus, abre-se o prazo para a acusação e para as defesas apresentarem as alegações finais e, então, o juiz poderá sentenciar o processo.
A denúncia
Lula foi denunciado neste caso em 15 dezembro de 2016, e o juiz Sérgio Moro aceitou a denúncia quatro dias depois. Segundo o MPF, a Construtora Norberto Odebrecht pagou R$ 12.422.000 pelo terreno onde seria construída a nova sede do Instituto Lula. Esta obra não foi executada.
A denúncia afirma também que o ex-presidente recebeu, como vantagem indevida, a cobertura vizinha à residência onde vive. De acordo com o MPF, foram usados R$ 504 mil para a compra do imóvel.
Ainda conforme a força-tarefa, este segundo apartamento foi adquirido no nome de Glaucos da Costamarques, que teria atuado como testa de ferro de Lula. Os procuradores afirmam que, na tentativa de dissimular a real propriedade do apartamento, Marisa Letícia chegou a assinar contrato fictício de locação com Glaucos da Costamarques.
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Fonte:G1.com.br