Processo
Abertura de hospital pode atrasar
Inabilitação das duas Organizações Sociais deve impactar no prazo inicial de inauguração da unidade de saúde
Fernanda Fernandes
Da Reportagem Local
Erick Paiatto
Hospital está pronto aguardando apenas a definição da OS que vai equipar e gerenciar a unidade
O prazo para a inauguração do Hospital Municipal de Brás Cubas poderá sofrer atrasos, já que as duas Organizações Sociais (OS) que participavam da concorrência pública para gerenciar a unidade foram inabilitadas por não atenderem a todas as exigências do edital.
As OSs têm cinco dias úteis, a contar da quarta-feira, dia 22, para recorrer. Os possíveis recursos serão analisados e a administração municipal vai decidir se aceita ou não a defesa delas. Se os recursos não forem aceitos ou se as empresas não utilizarem este instrumento, tudo volta à estaca zero e um novo processo licitatório deverá ser iniciado em 15 dias após as análises. Até sexta-feira, 24, nenhuma delas havia entrado com recurso.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a documentação apresentada pelas OSs foram analisadas pela comissão Especial de Seleção, que é formada por representantes da pasta, pela Gestão Pública e Assuntos Jurídicos, que inabilitaram o Centro de Estudos e Pesquisas Doutor João Amorim (Cejam) e a Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar (Pró-Saúde), as duas únicas concorrentes da licitação. A Secretaria de Saúde alega que faltou apresentar documentos obrigatórios que estavam no edital.
Entre os itens obrigatórios do edital não apresentados estão: a prova de regularidade para com as Fazendas Federal, Estadual e Municipal - Certidão Negativa quanto à Dívida Ativa da União e Previdenciária (Fazenda Federal) e Certidão Negativa de Tributos Mobiliários da sede da entidade e do Município de Mogi das Cruzes (Fazenda Municipal) e o balanço patrimonial e respectivas demonstrações de resultados do último exercício social, já exigíveis e apresentados na forma da Lei.
Os atendimentos na unidade de saúde estavam previstos para serem iniciados em abril com o setor ambulatorial. Segundo Paulo Villas Bôas de Carvalho, que assumiu a coordenação do Hospital Municipal na semana passada, o maior desafio seria colocar a unidade para funcionar, mas a previsão era que de em um prazo de 60 ou 90 dias, o hospital já estaria equipado, após o conhecimento da OS que assumiria o gerenciamento e investimento da sede. Este atraso no processo deve impactar na inauguração do hospital.
Fonte:Mogi News
Foi realmente uma benção o café com os Pastores e os Obreiros, na Igreja Evangélica Assembleia de Deus.
Ministério de Madureira em Mogi das Cruzes ou das Benças.
Procure ter confiança no Poder de Deus.
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Jeremias 1: até 10
Luizinho da Vila, com Pastor
Presidente Gilberto de Paula, foi de uma extrema honraria, Oh Glória !!!
Mortes de crianças sugadas por ralos em piscinas apressam votação e projeto de lei
Se for votada e aprovada, reformas deverão ser feitas no prazo de seis meses
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Texto: -A +A
Do R7
Projeto prevê modificação em piscinas públicas e privadas
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Projeto prevê modificação em piscinas públicas e privadas
Divulgação/ Francisco Pinheiro/ Seme
Após as mortes recentes decorridas de acidentes em piscinas, deputados tentam agilizar a votação de um projeto de lei sobre segurança em piscinas, proposto desde 2007. Ao menos três crianças morreram em janeiro deste ano depois que tiveram os cabeços ou algum membro sugados pelo ralo da piscina em que estavam.
O deputado Darcíso Perondi, do PMDB gaúcho, encaminhou ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, um pedido de apoio para a votação do projeto (PL 1162/07). A proposta prevê a instalação de dispositivos de segurança nas piscinas já construídas e criar uma norma para as novas.
Os locais devem ter um sistema hidráulico a vácuo, com sensor, em que as máquinas de sucção desligam em três segundos caso seja detectado qualquer obstrução no ralo. Outro recurso são as tampas de ralo que não aderem cabelos. Para evitar afogamentos, as piscinas serão obrigadas a ter uma proteção ou grades que crianças não consigam abrir para evitar afogamento.
Um ponto importante do projeto é determinar, em âmbito nacional, a obrigatoriedade de salva-vidas nas piscinas públicas. Atualmente cada município determina a norma.
Menina morre após ter cabelos sugados em piscina no ES
O especialista Augusto Cesar Araújo, empresário do ramo de piscinas e vice-presidente da ANPP (Associação Nacional dos Fabricantes Construtores de Piscinas e Produtos Afins), foi um dos que se uniu para propor a lei e diz que o prazo de seis meses para a adequação da normal é pouco.
— Acho que um bom prazo para a adequação é de dois anos, até porque o poder público não vai ter condições de fiscalização tanta piscina assim.
A menina Mariana Silva Rabelo morreu após ser sugada pelo ralo de uma piscina. Ela tinha apenas oito anos e chegou a ser socorrida e levada para o hospital, mas não resistiu e morreu às 5h25 do último sábado (4). Caso parecido com o da Naisla Loyola, de 11 anos, morta em Linhares (ES).
Polícia intima testemunhas para apurar morte de menino em piscina de Caldas Novas
Fonte:R7.com
Gestão
Clube Náutico comemora 81 anos
Claudia Irente
Da Reportagem Local
Amilson Ribeiro
Furlan e Hamermuler têm diversos planos para o tradicional clube
Em comemoração aos 81 anos do Clube Náutico Mogiano, a nova presidência, empossada em 2 de janeiro, anunciou novidades aos atuais e futuros associados, com perspectivas de renovar a história da entidade, fundada em 8 de janeiro de 1933.
O presidente eleito, Marcos Furlan, disse ontem que já traçou vários planos de curto, médio e longo prazos para a sua gestão, que tem prazo de cinco anos: "O Náutico é um patrimônio de Mogi das Cruzes, tem tradição e muitas pessoas passaram momentos memoráveis de suas vidas lá. Queremos que volte a ser uma referência na região."
Furlan afirmou que pretende fazer uma reestruturação administrativa, com amortização dos passivos existentes, além da revitalização das áreas do clube e incremento das atividades da faculdade e do colégio do Náutico.
"Primeiro faremos serviços de limpeza, manutenção e pequenas reformas, até para que haja uma mudança de paradigma do clube, pois nosso intuito é trazer novamente os associados e abrir espaço para novos interessados", completou o presidente.
Segundo ele, o clube conta com mais de 4 mil sócios, sendo que, desses, somente 190 estão ativos.
Como plano de reativar os antigos associados, a nova gestão estuda a isenção de pagamento dos débitos atrasados e capitalizar mais sócios ao colocar o clube em evidência, por meio de uma boa gestão e com novos atrativos nos preços dos títulos e na taxa mensal de manutenção.
"Nos nossos planos estão reativar escolinhas e desenvolver mais projetos para o clube, colocar novos cursos, inclusive de pós-graduação na faculdade, e estender, no colégio, o ensino técnico", adiantou.
Já em relação ao saneamento das dívidas, por exemplo, o novo presidente exemplificou que não havia dinheiro em caixa nem para efetuar o próximo pagamento dos funcionários. No entanto, ele assegurou que já procura uma solução para o problema.
O vice-presidente do clube, Antonio Hamermuler, participa ativamente da gestão e antecipou que, para março, está programado um baile do Havaí. "Somos uma equipe atuante, que quer mudar a história recente do clube. Por isso, pedimos que os mogianos abracem essa ideia e voltem para o Náutico".
Fonte:Mogi News