sábado, 23 de fevereiro de 2013

Aterro Não! Área para lixão pode estar irregular


Aterro Não!
Área para lixão pode estar irregular
A informação foi divulgada ontem, durante uma reunião do movimento no gabinete da prefeitura de Mogi
Jamile Santana
Da Reportagem Local
Daniel Carvalho

Reunião no gabinete da prefeitura de Mogi debateu o assunto do lixão junto com cidadãos
Integrantes do movimento popular Aterro Não, Usina Sim! suspeitam que a área do empresário Raul Ardito Lerário, onde a empreiteira Queiroz Galvão pretende implantar um aterro sanitário, está com documentação irregular. Segundo um levantamento prévio, a matrícula de parte da área de mais de dois milhões de metros quadrados está com matrícula de Guararema, mesmo ficando no distrito do Taboão, em Mogi das Cruzes. Se a irregularidade for confirmada, a empreiteira encontrará mais um obstáculo para o processo de licenciamento do empreendimento na cidade. 
"A matrícula número 42.755 está como área do bairro Lambari, em Guararema, mas fica em Mogi. O registro de matrícula da área também tem origem em Guararema, mas fica no Taboão. Isto por caracterizar um erro na documentação da área", disse Silvio Marques, integrante do Movimento e presidente da Associação dos Moradores do bairro do Itapeti. A informação foi divulgada ontem, durante uma reunião do movimento no gabinete da prefeitura de Mogi.

Marques não conseguiu explicar a situação do terreno porque foi interrompido pelo prefeito Marco Bertaiolli (PSD). Os dois discutiram por um breve momento e o encontro continuou com as considerações dos demais participantes. Quatro ações da administração pública e sociedade organizada reforçam a luta contra a instalação do aterro. Entre elas está a apresentação da Usina de Tratamento Térmico de Resíduos Sólidos e Geração de Energia, que será feita pela Sabesp no dia 12 de março, e o lançamento do Plano Nacional de Resíduos Sólidos de Mogi, além do programa Recicla Mogi.

Fonte:Mogi News

Estacionamento Filló diminui preço da Zona Azul


Estacionamento
Filló diminui preço da Zona Azul
Jovino Souza/Divulgação

Com a redução, os condutores voltaram a pagar R$ 1 por hora
Os motoristas de Ferraz de Vasconcelos já estão desembolsando menos dinheiro para parar seus veículos nas ruas do centro expandido da cidade. A redução no valor cobrado pelo sistema de Zona Azul está em vigor desde o último dia 9, por determinação do prefeito Acir dos Santos (PSDB), o Acir Filló. 
O tucano revogou um decreto assinado pelo prefeito anterior, Jorge Abissamra (PSB), que, dias antes de deixar o governo, aumentou em 50% o a tarifa paga nas vagas de estacionamento rotativo.

Com a redução da tarifa, os condutores voltaram a pagar R$ 1 por hora de estacionamento rotativo e R$ 10 o talão com dez folhas de Zona Azul. Esse valor foi praticado, pelo menos, nos últimos quatro anos na cidade. Contudo, em meados de dezembro de 2012, a administração anterior publicou o decreto 5.513/2012, autorizando, a partir da zero hora de 1º de janeiro de 2013, o reajuste do cartão, que passaria a valer R$ 1,50. O talão, assim, teria de ser comercializado a R$ 15. 
Filló caracterizou a decisão como abusiva", já que, em sua opinião, a população de Ferraz já arca com impostos altíssimos e não pode ser prejudicado com mais um ônus. Desta forma, o gestor tucano publicou, dias atrás, o decreto 5.533/2013, revogando todos os termos do documento anterior. A determinação entrou em vigor em 9 de fevereiro. 
"Não poderia admitir esse reajuste abusivo de 50% feito pelo meu antecessor, dias antes de deixar o governo. A população já paga taxas consideráveis. Não posso aceitar a criação de mais despesas para os contribuintes, que já se esforçam para manter seus compromissos em dia. Assim que tomei conhecimento dessa situação, determinei que o valor da Zona Azul voltasse a ser o que era antes e isso foi feito dentro da lei", destacou o prefeito de Ferraz. 

Fonte:Mogi News

Ações para a Saúde


Ações para a Saúde
Erick Paiatto

A chegada de novos médicos, a publicação de decreto confirmando o pagamento de gratificação, pesquisa de satisfação junto aos pacientes e a transferência da Secretária para as instalações do hospital integram o pacote de ações desenvolvidas pelo prefeito de Itaquá Mamoru Nakashima (PTN) para melhorar os serviços de emergência. A maioria das medidas entra em vigor na segunda.

Fonte:Mogi News

Monte cristo Demolição de creche em Suzano vai parar na delegacia de polícia


Monte cristo
Demolição de creche em Suzano vai parar na delegacia de polícia
Dono da unidade diz que não houve prazo suficiente para retirar as crianças, funcionários, móveis e utensílios
Delcimar Ferreira
De Suzano
Erick Paiatto

Márcio Silva: "No dia, tinha quatro crianças no berçário, isso porque a clientela já vinha diminuindo"
O cumprimento de uma decisão judicial para a desapropriação de uma creche no Jardim Monte Cristo, em Suzano, para a obra do Trecho Leste do Rodoanel, foi parar na delegacia. O motivo, segundo o proprietário do Centro de Educação Infantil Arco Íris, Márcio da Silva, seria que o oficial de justiça não teria dado prazo suficiente para que pudesse retirar as crianças e funcionários, bem como os móveis e utensílios. 
O Tribunal de Justiça (TJ), por sua vez, afirma que a imissão na posse foi dada em janeiro, sendo que a concessionária SPMar já tinha notificado pela primeira vez em maio do ano passado.

No último dia 6, por volta das 16 horas, Silva soube que um oficial de justiça, estava em frente à creche, que ficava na rua da Prata, com a ordem de despejo nas mãos. 
Quando foi informado pelo telefone, correu até a unidade infantil para negociar a retirada. 
De acordo com o dono da creche, ele imaginava que teria, ao menos dez dias, para fechar as portas e avisar os clientes. "No dia, tinha quatro crianças no berçário e as professoras, isso porque nossa clientela já vinha diminuindo", afirmou.

Silva relatou que o oficial se mostrou intransigente e pressionou para que eles retirassem tudo e todos o mais rápido possível. 
O servidor do Judiciário veio acompanhado da Itazi Engenharia, contratada da SPMar para tratar com os moradores afetados pelas desapropriações por conta das obras do Rodoanel. Depois de uma hora e meia de muita negociação, o dono da creche, cujo imóvel era alugado conseguiu do oficial mais um dia para desocupar o prédio. "Ainda tinha esperanças porque entrei com um pedido de indenização contra a SPMar e com o dinheiro esperava abrir outra creche próxima", conta Silva que afirma que o local chegou a atender até 40 crianças.

Inconformado com a situação, o locatário foi até a Delegacia Central de Suzano e registrou dois boletins de ocorrência. O primeiro foi para relatar a forma como teve que deixar o imóvel e o segundo foi para informar que um dia depois da retirada, teve o relógio de luz furtado.


Polícia
De acordo com o delegado-titular do DP Central de Suzano, Jorge Luis Neves Esteves, embora ele tenha registrado o boletim de ocorrência contra o oficial de justiça, cujo nome não foi revelado, o questionamento tem que ser feito via Judiciário. "Ele achou que não foi avisado, mas o representante da SPMar disse que esteve lá em janeiro para avisar a escola e, por diversas vezes, não encontrou ninguém. Ele tem que questionar isso em juízo", afirmou Esteves.

Fonte:Mogi News