Cristina Gomes (Interina)
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Matéria de capa
A Unidade de Internação para Reabilitação (Unir) do Centro de Reabilitação Dr. Arnaldo Pezzuti Cavalcanti, em Jundiapeba, ganhou destaque nesta semana com matéria de capa na Imprensa Oficial do Estado de São Paulo (Imesp). A estrutura recém-inaugurada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) em Mogi foi detalhada: os quartos da unidade têm cama elétrica, TV, cortina e divisórias para garantir privacidade, além de uma vista formada por paisagem natural. Neste local, 60 pacientes com imobilidade física total ou parcial, resultante de acidente, derrame ou amputação, têm assistência de uma equipe multiprofissional.
Leitos de internação
A Unir foi inaugurada no mês passado e oferece 88 leitos de internação. A Secretaria de Estado da Saúde investiu R$ 25 milhões em obras e compra de equipamentos.
Estrutura nova
"Antes, os pacientes eram atendidos numa edificação antiga com pouca estrutura. Agora, no novo prédio, eles têm mais conforto e condições para reabilitação. Os novos equipamentos facilitam a atuação da equipe multiprofissional, que sempre atuou de forma humanizada", informa a médica Keila Alves Franchin, diretora-técnica do Centro de Reabilitação, em entrevista à Imesp.
Humanização
Apesar da estrutura ter sido ressaltada, o que mais saltou aos olhos foi a humanização no atendimento, destacada na publicação com entrevistas com funcionários e pacientes atendidos que elegem o local como a sua própria casa e os funcionários como representantes da família.
Dados
Outros 28 leitos da Unir serão ocupados após contratação de mais funcionários (em andamento). Hoje, a equipe multiprofissional dispõe de enfermeiro, fisioterapeuta, assistente social, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional, psicólogo e médicos (clínico geral, ortopedista, cirurgiões plástico e geral e anestesista).
Câmara hiperbárica
"O Centro de Reabilitação é o único hospital público do Estado que oferece câmara hiperbárica", informa a diretora. O equipamento, operado por equipe especializada, trata feridas (comuns em quem tem problema de mobilidade) com oxigenoterapia. Funciona há dois anos e atende à demanda interna. Em média, para melhorar o quadro, o paciente passa por sessão diária (de 1h30 a 2h30 de duração) de oxigenoterapia por até 6 meses.
Ampliação
Ela afirmou que se estuda a ampliação do serviço e ainda que a Unir conta com um guindaste, que ajuda nas transferências do doente, como do leito para a cadeira de rodas), cadeira de rodas e poltrona, órtese e prótese, todas adaptadas por equipe especializada.
Longa permanência
Vale lembrar que a Unir destina-se a pacientes adultos de todas as regiões do Estado, com doenças crônicas que exigem internação de longa permanência para reabilitação. Eles chegam ao centro por encaminhamento da rede básica de saúde. Em média, são 12 internações por mês. Cerca de 30% dos internados são vítimas de abandono familiar ou pessoas em situação de rua.
Fonte:Mogi News
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Manutenção
A Companhia Paulista de Transportes Metropolitanos (CPTM) continua neste final de semana as obras de modernização de suas linhas. Nas duas linhas que cortam o Alto Tietê, a Linha 11-Coral (Guaianazes - Estudantes) haverá a realização de serviços nas imediações da estação Jundiapeba.
Expresso Leste
Já na Linha 12-Safira (Brás - Calmon Viana): até a meia-noite de hoje, as obras estarão concentradas no sistema de alimentação elétrica dos trens entre as estações Comendador Ermelino e Itaim Paulista. Hoje, durante toda a operação comercial, o trecho entre Brás e Tatuapé estará interditado. Será necessário fazer a transferência para o Expresso Leste na estação Tatuapé.
Fonte:Mogi News
Juliano Abe
Na coluna da última sexta-feira, esta jornalista falou de uma moção que deverá ser protocolada na Câmara e que faz repúdio à instalação de um aterro sanitário pretendido pela Queiroz Galvão no Taboão. Apesar de se referir ao documento, a coluna esqueceu de mencionar quem era o autor da iniciativa. É o vereador e advogado especializado em Meio Ambiente, Juliano Abe (PSD), que recebeu o apoio de outros colegas que subscreveram o documento.
Fonte:Mogi News
Novo partido de Marina Silva vai se chamar Rede Sustentabilidade
Partido foi lançado oficialmente neste sábado (16), em Brasília.
Ex-senadora disse que pode concorrer nas eleições de 2014.
Iara Lemos
Do G1, em Brasília
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Ex-senadora e atual vereadora de Maceió, Heloísa Helena
(PSOL) participa de lançamento de partido ao lado de
Marina Silva (Foto: Iara Lemos/ G1)
O novo partido fundado pela ex-senadora Marina Silva teve seu nome aclamado por militantes no começo da tarde deste sábado (16). Batizado de Rede Sustentabilidade, a nova legenda deve disputar a sua primeira eleição já em 2014. A palavra que será usada nas urnas, segundo os fundadores do partido, será Rede.
O nome do partido foi anunciado pela própria Marina Silva. A escolha se deu com base em sugestões feitas por militantes na internet. O lançamento oficial da legenda ocorreu em um evento realizado neste sábado, em Brasília.
"O nome é uma coisa muito importante porque é isto que vai constituir o nosso significado", disse Marina.
Antes de anunciar o nome do partido, Marina e outros integrantes da coordenação geral do Rede Sustentabilidade fizeram uma serie de discursos reforçando o programa da nova legenda. Segundo Marina, o novo partido não se enquadra nos conceitos de situação nem de oposição, mas terá posições formadas.
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De mãos dadas com Heloísa Helena, Marina abre evento para lançar partido
"Não somos oposição nem situação a Dilma (...) Precisamos de pessoas que tenham posição formada. Se a presidente Dilma fizer algo bom pelo Brasil, nossa posição será favorável. Se fizer algo contra o Código Florestal, nossa posição será contrária", disse.
Candidatura
Marina não descartou a possibilidade de voltar a concorrer à Presidência, nas eleições de 2014. Em 2010, a ex-senadora disputou o cargo pelo Partido Verde (PV).
"Obviamente, encaro a possibilidade da minha candidatura mas, como é uma Rede, encaramos a possibilidade de outra candidatura", disse. Ela afirmou, porém, que não acredita na possibilidade de repetir em 2014 os cerca de 20 milhões de votos recebidos em 2010.
"Eu acredito na política como um processo vivo. Não temos como repetir 2010. Foi um momento único na minha vida (...) Pode ser mais, pode ser menos", disse.
Em discurso inflamado durante o evento de lançamento do novo partido, a também ex-senadora e hoje vereadora em Maceió (AL), Heloísa Helena (PSOL), manifestou apoio à candidatura de Marina Silva para a disputa da Presidência da República em 2014.
"Eu quero ter a honra, e por mais que a Marina não goste que eu fale, eu quero ter a honra de vê-la disputando a Presidência em 2014", disse Heloísa, enquanto os militantes gritavam "política urgente, Marina presidente".
Rede e o PT
Marina Silva afirmou que a criação do novo partido se assemelha à fundação do PT, no começo dos anos 80. Segundo ela, alguns militantes que defendem a criação da nova legenda devem permanecer nos seus partidos.
"Será um erro muito grande se deixarmos de nos identificar como movimento. Têm pessoas do movimento que vão continuar no PV, no PT, no PSDB (...) Vamos continuar sendo um movimento", disse.
O deputado federal Walter Feldman, que foi um dos fundadores do PSDB, anunciou que irá migrar para o novo partido. "Depois de muito pensar, sem nenhuma dúvida, sem nenhum conflito, eu que fui um dos fundadores do PSDB, encerro um ciclo", disse.
O deputado federal Domingos Dutra, que foi um dos fundadores do PT, também afirmou que vai integrar o novo partido. "Após 33 anos de PT, estou aqui para fazer uma nova política", disse.
Estatuto
As regras que vão nortear o novo partido também foram debatidas no encontro. O estatuto vai determinar que o partido não vai aceitar doações financeiras que venham de Indústrias de armas, bebidas alcoólicas e de agrotóxicos. Também será estabelecido um teto para doações feitas por pessoas físicas e jurídicas que queiram colaborar com a legenda.
O limite de valor das doações, segundo os organizadores, será definido pela coordenação nacional da legenda, que será escolhida assim que o partido for oficializado junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O objetivo do partido é que as doações sejam feitas basicamente pela internet, seguindo o mesmo modelo utilizado pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, durante a campanha eleitoral.
O estatuto do novo partido também prevê a realização de prévias para a escolha dos candidatos que vão disputar eleições pela legenda.
Suplicy
O senador Eduardo Suplicy (PT-SP), único senador presente no evento, disse, ao discursar, que se sente tentado a entrar no novo partido. Ele afirmou, porém, que tem compromisso com o PT e que não tem intenção de deixar o partido.
"Isso (filiação) precisa ser com calma. Tenho razões para lhes dizer: eu sou do PT, fico super honrado e tentado a cair na Rede, mas eu tenho um compromisso sim, enquanto o PT estiver com as portas abertas para propostas como esta", disse.
Suplicy foi o primeiro a assinar o documento que pede a criação do novo partido. A assinatura foi colocada no documento sob os gritos dos militantes que clamavam "Suplicy, vem para a rede, vem". Ao todo, os militantes precisam coletar 500 mil assinaturas para requerer o registro junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para que o partido possa concorrer na próxima eleição, o registro precisa ser feito até outubro deste ano.
"Ele colocou o nome para nos ajudar a pedir a criação do novo partido. Não está se filiando à Rede", disse Marina Silva.
Em seu discurso, Suplicy defendeu bandeiras que constam do estatuto do novo partido, como a realização de prévias para a escolha de candidatos e a transparência das doações feitas para as campanhas políticas.
Fonte:G1.com