Depoimento fará parte do processo que investiga irregularidades no sistema de bilhetagem do transporte público do DF / Foto Divulgação
O empresário goiano Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, prestará depoimento hoje (1º) no processo que investiga irregularidades no sistema de bilhetagem do transporte público da capital federal. O depoimento está marcado para a parte da tarde na 5ª Vara Criminal de Brasília.
No processo, Cachoeira é acusado pelo Ministério Público de forçar uma dispensa de licitação para a contratação de um sistema de bilhetagem sul-coreana. Esse sistema seria operado por uma das empresas investigadas como integrante da organização criminosa liderada por ele.
A pressão feita pelo empresário para entrar na prestação do serviço no Distrito Federal foi confirmada pelo governador Agnelo Queiroz, durante seu depoimento na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira, no mês de junho. Agnelo, no entanto, disse que a tentativa não obteve sucesso.
Além de Cachoeira, sete pessoas são acusadas de envolvimento no caso investigado pela Operação Saint Michel, executada pela Polícia Civil do Distrito Federal.
Cachoeira está preso desde o dia 29 de fevereiro quando foi deflagrada a Operação Monte Carlo, da Polícia Federal que investigou as ações da organização criminosa e suas ligações com as esferas políticas. (Luciana Lima – Abr)
Fonte:O Diário de Mogi
Cinco pessoas foram detidas em um hotel, na região da cracolândia (centro de São Paulo), durante operação da Polícia Civil que acontece desde as 10h desta quarta-feira (1º). A ação pretende coibir o tráfico de drogas na área. Quatro homens foram detidos por porte de drogas e uma mulher por ser procurada pela Justiça. O número de presos representa um balanço parcial das 11h30.
Cerca de 20 homens da Polícia Civil participam da operação, junto com representantes do Contru (Departamento de Controle do Uso de Imóveis) e a subprefeitura da Sé. Os policiais percorrem hoteis e pensões da região da cracolândia. Até as 11h30, apenas um hotel da rua Conselheiro Nébias, tinha sido vistoriado.
Os suspeitos estão sendo encaminhados para o 3º DP (Campos Elísios). (Luiz Carlos Murauskas – Folhapress)
Fonte:O Diário de Mogi
O presidente do Senado, José Sarney, espera que o julgamento do mensalão seja sem pressão sobre os ministros / Foto Divulgação
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), disse hoje (1º) esperar que o julgamento do mensalão pelo STF (Supremo Tribunal Federal) ocorra de forma "isenta", sem "pressão e emoção" sobre os ministros. Sarney afirmou que a Corte deve agir sem "influência política", como esperado na democracia.
"O que toda a nação está esperando é que seja um julgamento isento, justo e que atenda às expectativas nacionais, mas ao mesmo tempo que ele seja feito sem pressão e emoção. Acho que a Justiça é feita para não ter influência política nenhuma."
Sem entrar no mérito das denúncias de compra de votos, que derrubou em 2005 o ex-ministro José Dirceu (Casa Civil), Sarney disse que a Justiça é "impossível sem a democracia". "Isso significa justiça com independência e que ela possa julgar todos nós cidadãos baseada nas leis e nas garantias constitucionais."
O senador retomou hoje suas atividades no Congresso depois do recesso legislativo de julho, que terminou ontem. Sarney confirmou que o Senado vai trabalhar em esquema de "recesso branco", com apenas duas semanas de votações em agosto, uma em setembro e uma em outubro, em consequência das eleições municipais.
"Nossa decisão foi realmente não fazer sessão deliberativa [com votações] para que os senadores possam participar das campanhas nos Estados. Sabemos que a eleição municipal é a base de toda eleição. É aquela que o eleitor atira mais perto do candidato", afirmou.
Votações
Entre as prioridades do Senado no segundo semestre, Sarney citou a reforma do Código Penal -elaborada por uma comissão de juristas. O pré-projeto de mudança no código vai ser analisado por uma comissão especial de senadores, depois pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), e ainda pelo plenário da Casa.
"O trabalho feito pela comissão foi excelente. Não pode ter nunca uma obra perfeita e sempre sujeita a melhorias. E acho que ele terá melhorias aqui dentro. Mas na realidade é um código que modernizou a legislação penal brasileira." (Gabriela Guerreiro – Folhapress)
Fonte:O Diário de Mogi
Carol, Rúbia, Ediel e Stella Mara Soares
Ao Ediel e Familia, Vejamo - nos como Deus nos vê:
-perfeitos,íntegros,prósperos,felizes,amorosos.
Somos filhos de Deus:e devemos demonstrar sua
imagem e semelhança em tudo que pensamos,dizemos e fazemos.
Abraço do Luizinho da Vila.