domingo, 29 de julho de 2012

Taiaçupeba dos tesouros artísticos



Artistas anônimos deixaram seus desenhos em construções em Taiaçupeba / Foto Reprodução


Um homem pintou o teto de capelas com singular simplicidade e beleza, e tinha por apelido, talvez por ficar amarrado pintando ou deitado num andaime, Zé Correia. Outro que esculpia, passava dias de descanso na região e ainda há o estrangeiro que buscou a tranquilidade e inspiração do lugar, deixando suas impressões marcadas na paisagem ao fazer de sua morada o reflexo de sua alma impressionista-expressionista.
Os caminhos de três artistas se encontram, em momentos diferentes da história, mas reunidos num mesmo local: Taiaçupeba. Ao chegar, o ambiente tranquilo, a rua ladeada por pequenas casas, pessoas no ponto de ônibus, alguns pedestres circulam nas proximidades e na praça onde o edifício da igreja se destaca dos demais, repousa um tesouro no interior do templo, materializados na talha, pintura do altar e forro, exemplo da arte sacra popular de um artesão do povo que se dedicou na vida a criar verdadeiras obras de arte, a partir de suas vivências e de sua crença.
Anônimo como muitos artistas populares, representa nosso acervo cultural, nosso patrimônio histórico, conhecido por poucos e que mostra em termos de arte sacra que nossos olhos não devem estar voltados somente às maravilhas da arte barroca em Minas Gerais ou Nordeste, mas também às capelas simples de pequenas localidades do interior, onde se encontram o trabalho do artesão anônimo que aprendia e tinha como escola artística a interpretação pessoal dos santinhos de papel distribuídos no culto ou nas festas devocionais, das páginas de uma bíblia dominical e dos catecismos.  (Ângelo Nanni e Antonio Sergio Damy)


Fonte:O Diário de Mogi

Do 2º Cartório à Prefeitura



Enio de Camargo Franco Junior trabalhou no 2º Cartório Cível / Foto Eisner Soares


Mogiano, Enio de Camargo Franco Junior passou os primeiros anos da infância na região da Praça das Bandeiras, na região central da Cidade, já que os pais (Enio Franco e Neyse Porcelli de Camargo Franco) moravam na Rua José Éboli. Também ficaram boas lembranças da casa dos avós maternos (Manoel Porcelli e Regina Pires de Andrade Porcelli), na Rua Tenente Manoel Alves dos Anjos. Quando ele tinha 10 anos, a família foi para a casa onde hoje funciona a Delegacia de Defesa da Mulher, na Avenida Capitão Manoel Rudge, na Vila Oliveira. Aos 14 anos, começou a trabalhar como ajudante do avô, que era tabelião do 2º Cartório de Notas, ainda na Rua Dr. Paulo Frontin.
Acompanhou a mudança para a Professor Flaviano de Mello e, em 1984, aprovado em concurso, passou ao 2º Cartório Cível, no prédio do Fórum de Mogi, onde se aposentou como diretor. Formado na primeira turma de Direito da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), em 1974, ele também advogou na Cidade e, desde janeiro de 2011, atua como secretário-adjunto de Assuntos Jurídicos da Prefeitura de Mogi das Cruzes. Na entrevista a O Diário, Enio compartilha histórias vividas na Cidade. (Carla Olivo)


Fonte:O Diário de Mogi

Revogada permissão de Aeroclube




Delegado Del Poente investiga a morte de piloto de asa-delta / Foto Arquivo


Desde outubro de 2010, o Aeroclube de Biritiba Mirim está com a autorização definitiva de funcionamento revogada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme a Portaria 1890, publicada no Diário Oficial. O documento, entretanto, não explica as causas da decisão e foi assinado pelo gerente de vigilância de operações de aviação geral, João Luís Barbosa Carvalho. Mesmo assim, o local ainda recebe pilotos que usam as pistas para decolagem e aterrissagem, como foi o caso de Marcelo Barreto, o Catatau, que na ultima terça-feira, após levantar voo com sua asa-delta modelo Trike, sofreu queda a poucos metros do aeroclube e morreu.
Ainda nesta semana, o delegado que responde por Biritiba Mirim, Francisco Del Poente, promete intimar o presidente do aeroclube, Osvando Reis de Souza, para prestar depoimento. (Sabrina Pacca)


Fonte:O Diário de Mogi

Pra você meu amigo Luizinho.



Aos meus amigos,Para que nos preocuparmos com o passado ou interrogarmos o futuro,quando o presente está cheio de oportunidades que reclamam a nossa imediata atenção,abraço do amigo Luizinho da Vila.


Pra você meu amigo Luizinho.