De volta
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) poderá retornar, em breve, à Região, segundo o deputado André do Prado (PR). Virá para oficializar o início das obras de recuperação e ampliação da rodovia Mogi-Guararema-Jacareí. Os trabalhos já estão em andamento no trecho final da estrada, em Jacareí.
Fonte:O Diário de Mogi
Frase
Divulgação
"Comissão da Verdade é um passo estupendo na conquista da democracia".
Fonte:Mogi News
Segundo pesquisa nacional, de cada R$ 100 consumidos no Brasil, R$ 0,25 são de moradores mogianos
Jamile Santana
Da Reportagem Local
Daniel Carvalho
Mogi: Consumo forte
Mogi das Cruzes é a 48ª cidade do País e a 14ª do Estado de São Paulo com a maior participação no consumo. A previsão é de que o potencial de consumo chegue a R$ 7 bilhões neste ano, 16% a mais do que no ano passado, quando a projeção para a cidade era de R$ 6 bilhões. O índice do município é de 0,25696. Isto quer dizer que de cada R$ 100 consumidos no Brasil, R$ 0,25 são de mogianos.
Em relação ao ano passado, Mogi subiu três posições no ranking nacional, passando de 51º lugar para 48º. No ranking estadual, subiu uma posição, chegando a 14º. O potencial de consumo da cidade continua crescente e superou, pelo segundo ano consecutivo, seis capitais: Porto Velho (RO), na 51ª posição, Olinda (PE), 77ª; Macapá (AP), 65ª; Boa Vista (RR), 92ª; Rio Branco (AC), 82ª; e Palmas (TO), na 88ª colocação.
Entre as cidades paulistas, conforme o levantamento, Mogi fica atrás apenas da capital, além de Osasco (28º), Sorocaba (29º), Santos (30º), Jundiaí (41º), São José do Rio Preto (43º) e Piracicaba (47º).
O índice do IPC mogiano cresceu 4,5% entre os anos de 2011 e 2012. No ano passado, a participação no consumo brasileiro era de 0,24583. Segundo o IPC Marketing Editora, responsável pelo levantamento, o aumento no consumo deve-se a migração social.
Mogi segue a tendência nacional em que a classe B apresenta o maior crescimento em termos de quantidade de domicílios. Dos 106.045 domicílios da cidade, a classe mais rica soma 5,6%, a B chega a 36,9%, a C tem 44,3%, a classe D fica 12,6% e a E, 0,8%. O estudo tem como base a população de Mogi de 393.456 pessoas, conforme os dados do censo de 2010 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), sendo o consumo per capita na área urbana de R$ 7.684,23 e na zona rural de R$ 3.810,27.
No topo do ranking, os dois principais mercados perderam participação no potencial de consumo (São Paulo e Rio de Janeiro) devido à descentralização do consumo das capitais para o interior.
O maior mercado continua sendo São Paulo, que responderá em 2012 por 8,68% do total, e o Rio de Janeiro, por 4,98% do consumo nacional; no ano passado, os indicativos eram de 9,49% e de 5,43%, respectivamente.
Região
As cidades de Mogi das Cruzes, Suzano, Itaquaquecetuba, Ferraz de Vasconcelos, Poá e Arujá devem chegar juntas a uma projeção de consumo de R$ 19,2 bilhões neste ano, número maior do que a previsão para os Estados de Roraima (R$ 5,3 bi), Acre (R$ 7,4 bi), Amapá (R$ 7,8 bi) e Tocantins (R$ 15,8 bi).
Entre as cidades da região com o menor consumo em relação aos demais municípios do País estão Biritiba Mirim (884º), Guararema (913º), Santa Isabel (466º) e Salesópolis (1.342º).
Fonte:Mogi News
Pedro Komura foi acusado de manter um funcionário fantasma e Emília Rodrigues de quebra de decoro parlamentar
Cleber Lazo
Da Reportagem Local
Marcelo Alvarenga/CMMC
Komura disse que nenhum assessor precisa ficar na Câmara, porque os problemas estão fora dela
Os vereadores de Mogi das Cruzes votaram a favor do arquivamento do pedido de cassação contra Pedro Komura (PSDB) e Emília Rossi Rodrigues (PTdoB). Komura era acusado de manter um funcionário fantasma no gabinete e Emília sofreu um processo por quebra de decoro parlamentar ao cobrar do governador Geraldo Alckmin, durante um evento oficial, que o Hospital do Câncer "Dr. Flávio Isaías Rodrigues", que pertence ao seu marido, não fosse descredenciado do Sistema Único de Saúde (SUS). A parlamentar foi advertida com uma censura, uma notificação formal emitida pela mesa diretiva do Legislativo.
A abertura dos procedimentos foi colocada em votação durante a sessão de ontem, na Câmara Municipal. No caso envolvendo Komura, o placar foi 11 votos contrários ao posicionamento do Conselho de Ética, que emitiu parecer favorável ao pedido de cassação, e três a favor, justamente os membros do Conselho: Geraldo Tomaz Augusto (PMDB), o Geraldão, Francisco Moacir Bezerra de Melo Filho (PSB), o Chico Bezerra, e o presidente do grupo, Protássio Ribeiro Nogueira (PSD). Caso o parecer fosse aprovado, uma comissão seria formada e desta forma teria sido iniciado o processo de perda de mandato do tucano. "Nossa análise é técnica e queríamos dar o direito à defesa do vereador", justificou Nogueira.
Komura destacou que o assessor parlamentar acusado, o presidente da Associação Cultural de Mogi das Cruzes (Bunkyo), Kioji Nakayama, "é normal e tem documento". "Ele conhece a realidade da zona rural e fala muito bem a língua japonesa. Nenhum assessor precisa ficar na Câmara, porque os problemas dos mogianos estão lá fora", se defendeu.
O pedido de cassação foi criticado. O presidente do Legislativo, Rubens Benedito Fernandes (PR), o Bibo, garantiu que em 2013 as regras para a abertura de um pedido de perda de mandato serão mais rigorosas. "O acusador também precisa ser responsabilizado caso faça uma denúncia infundada, como ocorreu com o Komura", ponderou.
Emília
A linha de defesa de Emília e de seu advogado, Laerte Silva, foi que a emissão de uma advertência não poderia estar inserida dentro de um processo de cassação.
O posicionamento gerou uma ampla discussão. A sessão chegou a ser suspensa por 15 minutos. Quando os parlamentares voltaram, o parecer do Conselho de Ética, que sugeria o arquivamento do pedido de perda de mandato e a advertência, foi colocado em votação e o placar final foi de 12 votos a favor da censura e dois contrários (Vera Rainho, do PR, e Nabil Nahi Safiti, do PSD).
Fonte:Mogi News