sábado, 12 de maio de 2012

Brás Cubas Hospital municipal terá energia solar


Jorge Moraes

Prédio de sete andares já está recendo o revestimento externo
O Hospital Municipal "Waldemar Costa Filho", em construção no distrito de Brás Cubas, será o primeiro da cidade e de toda região do Alto Tietê a contar com abastecimento de energia alternativa, além de um sistema de manutenção autossustentável.


O prédio, que está sendo erguido ao custo de R$ 27.883.681,92, desde junho passado, entre as ruas Guttermann, Jaçanã, Francisco Affonso de Mello e Capitão Francisco de Almeida, próximo à Escola Estadual Galdino Pinheiro Franco, terá teto solar e sistema de gás encanado, além de um reservatório com água de reuso. A expectativa, segundo o secretário-adjunto Marcello Delascio Cusatis, é de que as medidas proporcionem uma economia entre 20% e 30% nos gastos de manutenção da unidade hospitalar. "O hospital de Brás Cubas nasce, a pedido do próprio prefeito Marco Bertaiolli, com o que há de melhor no país, uma unidade modelo, inclusive no que se refere à sustentabilidade. Hoje, as novas construções precisam ter duas ou mais alternativas de energia porque um hospital não pode parar, funciona 24 horas. Em Mogi, será energia convencional (elétrica), além de um sistema de aquecimento de água que antes era feito em caldeiras e que será a gás, e também teto solar".


Outra novidade é a utilização das águas pluviais em um reservatório. "É a chamada água de reuso, que será utilizada para lavagem de piso e outros serviços que não sejam de consumo", adiantou. 
Atualmente, segundo o secretário-adjunto da Saúde, as obras de construção do hospital de sete andares, em um total de 7.950,10 metros quadrados de área construída, estão dentro do cronograma, com 55% de conclusão. A previsão de entrega do prédio está confirmada para o fim deste ano. Ontem, o Mogi News esteve no local e observou que funcionários da Engeform já iniciaram serviços de revestimento do prédio com azulejos azuis, em mosaico. "Além disso, são realizados, no momento, os serviços de adaptação e separação das alas e demais setores do hospital", informou Cusatis.


Ele ressaltou que, inicialmente, o hospital terá 72 leitos credenciados no Sistema Único de Saúde (SUS) para internações e outros 15 leitos para observação no Pronto-Atendimento ambulatorial. Outras especialidades estão previstas para o hospital: vascular, gastroenterologia, cardiologia, pediatria e centro cirúrgico para pequenos procedimentos envolvendo hérnias, fimose, vesícula biliar, varizes, cirurgias ginecológicas e urológicas. Há também obras em andamento para instalação do Centro de Reabilitação Fisioterápica. (N.A.)


Fonte:Mogi News

Marinês Piva: balanço Fórum quer criar comitê regional



Evento em Mogi a partir de segunda pretende discutir temas relacionados a criação de políticas públicas
Cleber Lazo
Da Reportagem Local

Mayara de Paula
A Secretaria Municipal de Assistência Social realizará nos dia 14, segunda-feira, e 15, terça-feira, o 2º Fórum Municipal de Assistência Social com o objetivo de discutir temas relacionados a criação de políticas públicas voltadas a comunidade negra, os jovens, e, principalmente, buscar uma ação efetiva para o atendimento aos moradores em situação de rua. 
Duas comissões especiais provisórias serão criadas. A formação dos grupos é o primeiro passo para a efetivação dos Conselhos Municipais da Juventude e da Comunidade Negra de Mogi das Cruzes. O fórum será realizado no Centro Municipal de Formação Pedagógica (Cemforpe). 
Dia 14, a partir das 18h30, haverá a implantação da comissão especial para formação do Conselho da Comunidade Negra e as palestras: "A experiência do Estado no combate ao racismo", ministrada pelo coordenador de políticas públicas para a população negra e indígena no Estado, Dr. Antonio Carlos Arruda da Silva, e "Políticas Públicas para a Comunidade Negra", com o presidente do Conselho de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra do Estado, Marco Antonio Zito Alvarenga.


No dia 15, as palestras ocorrem nos períodos da manhã e da tarde. A partir das 9 horas, o tema em debate é o morador de rua. A secretária municipal de Assistência Social, Marinês Piva, será a responsável pelo "Diagnóstico da População de Rua em Mogi - Avanços e Desafios". Em seguida, o sociólogo Luciano Freitas de Oliveira ministra a palestra "Viver no Trecho: Reflexões sobre as Políticas de Circulação da População em Situação de Rua".


"Vamos apresentar o balanço das nossas atividades e propor a criação de um comitê regional itinerante que possa facilitar o fluxo de encaminhamento para a cidade natal dos moradores em situação de rua", adiantou Marinês. No período da tarde, a partir das 13h30, ocorrerá a implantação da comissão especial para a formação do Conselho da Juventude, e as palestras: "Juventude - Conflitos e Desafios no Mundo Contemporâneo", com o professor Ricardo Galhardo Blanco, e "Protagonismo da Juventude", com o padre Reginaldo Martins da Silva.


Fonte:Mogi News

sexta-feira, 11 de maio de 2012

O flagrante do buraco com faixa de tráfego foi flagrado



Márcio Júnior - Divulgação 
SINALIZADO O flagrante do buraco com faixa de tráfego foi flagrado, ontem, na Rua José Cury Andere, próximo à Rua Jardelina, no Bairro Alto do Ipiranga 

Fonte:O Diário de Mogi

Museu da Turma da Mônica poderá ir para a Paulista


Nem Mogi, nem Santa Isabel, cidades onde o desenhista Mauricio de Sousa viveu sua infância e juventude. O Museu da Turma da Mônica, que deverá abrigar, entre outras coisas, originais de desenhos de Mauricio, 15 esculturas e quase 100 pinturas do grande artista brasileiro, deverá ocupar o casarão da família Franco de Mello, considerada a construção mais antiga existente na Avenida Paulista, no coração financeiro de São Paulo. A exemplo de outros anunciados empreendimentos, a Curadoria da Mauricio de Sousa Produções enfrenta um problema para concretizar o projeto: o orçamento de R$ 100 milhões, que ainda não conseguiu empolgar eventuais patrocinadores. Segundo Marcelo Duarte, editor do Guia dos Curiosos, especialista em curiosidades da vida paulistana, o casarão Franco de Mello é de 1905 e pertence ao primeiro lote de construções residenciais feitas para abrigar famílias da alta sociedade que fugiam do já superlotado Centro de São Paulo. O imóvel está tombado pelo Condephaat desde 1992 e encontra-se cedido em comodato para Renato Franco de Mello, um dos herdeiros. A instalação do Museu da Turma da Mônica poderia ajudar a família na manutenção do imóvel que já exige alguns serviços especiais. De acordo com Jacqueline Mouradian, curadora da MSP, houve outras propostas para Mauricio instalar o Museu, entre elas uma de Mogi das Cruzes, "mas o foco do desenhista está na Capital", afirma.

Fonte:O Diário de Mogi