quarta-feira, 25 de abril de 2012

Cargo à disposição


Divulgação

O arquiteto Gil Nóbrega, que passou a ocupar o lugar que era do arquiteto Paulo Pinhal na vice-presidência do Conselho Municipal de Preservação Histórico e Paisagístico (Comphap) de Mogi das Cruzes, deu um susto ontem ao colocar o cargo à disposição na primeira reunião de trabalho do grupo.
Aclamação
"Perguntei se alguém gostaria de ocupar a vice-presidência, porque estou chegando, mas fui aclamado para o cargo ao final", disse Gil à coluna, afirmando que ainda está se inteirando dos assuntos e lendo as atas das últimas reuniões. 


Fonte:Mogi News

R$ 200 milhões



Uma das regiões industriais de Mogi considerada como a mais promissora - o distrito industrial do Taboão - precisa de pelo menos R$ 200 milhões para poder ter infraestrutura adequada e se desenvolver ainda mais.
Daniel Carvalho

Estudo
O levantamento foi feito pelo secretário de Planejamento e Urbanismo, João Francisco Chavedar, e apresentado durante o evento da Agenda Metropolitana, no mês passado, com a presença do governador Geraldo Alckmin (PSDB) em Mogi e todo o seu secretariado.
São Caetano
O Taboão tem 15 milhões de metros quadrados, o equivalente a uma extensão territorial como a de São Caetano do Sul, no ABC Paulista. A constatação da Prefeitura de Mogi é a de que a região precisa de um projeto global e sozinho o município não terá condições de arcar com tudo.


Ajuda
"O Estado ficou de analisar tudo isso", afirmou o secretário de Desenvolvimento, Marcos Damásio. Uma das reclamações comuns da Associação Gestora do Taboão (Agestab) é a falta de infraestrutura e necessidades básicas, como, por exemplo, serviço de Correio para fazer as entregas. Abastecimento de água precário, falta de rede esgoto, vias em condições transitáveis são outros empecilhos para uma região tida como a mais próspera de Mogi para receber novos investimentos, inclusive por sua logística próxima aos principais acessos e saídas para São Paulo.


Fonte:Mogi News

Parceria Consórcio e Sabesp fecham acordo para usina de incineração de lixo


O modelo a ser construído na região por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP) será o primeiro do País
Cleber Lazo
Da Reportagem Local
Ney Sarmento PMMC

Na reunião, cidades formaram consórcio e assinaram protocolo para a usina. Bertaiolli destacou conquista para Mogi e região
Mogi das Cruzes, Arujá, Salesópolis, Biritiba Mirim e Guararema terão até 2015 uma usina de incineração de lixo e geração de energia. O modelo a ser construído por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP) será o primeiro do País. Os prefeitos das cinco cidades, com exceção de Salesópolis, participaram, na tarde de ontem, no Palácio dos Bandeirantes, de uma reunião com a presidente da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), Dilma Pena, o secretário estadual de Saneamento e Recursos Hídricos, Edson Giriboni, e do vice-governador, Guilherme Afif Domingos. Um protocolo de intenções foi assinado. Com o documento, a região quer encerrar a possibilidade de Mogi das Cruzes receber um aterro sanitário da empreiteira Queiroz Galvão.


O investimento deverá ser em torno de R$ 150 milhões. A licitação internacional para contratar a empresa que administrará o empreendimento será aberta em 2013. Como se trata de uma concorrência pública com participação de grandes empresas, ela deverá ter duração de um ano. A construção tem início previsto para 2014. 
O local ainda será definido. Cada município apresentou uma área e caberá à Sabesp fazer a escolha do lugar que apresente as melhores condições. A logística (chegada e saída dos caminhões de coleta) será a principal característica para se definir o endereço. "Ao lado do museu do Louvre, em Paris, há uma usina de incineração. Isso mostra que não há nenhuma interferência na vizinhança", explicou o prefeito mogiano Marco Bertaiolli (PSD).


As prefeituras participantes terão que desenvolver planos diretores até o final deste ano. Neste período, caberá à Sabesp desenvolver e apresentar os estudos técnicos que definirão, além do local, a tecnologia escolhida. 
Dilma Pena lembrou que a Sabesp vem realizando pesquisas sobre o que há de mais moderno no mundo no setor de destinação de resíduos sólidos. Já Giriboni classificou a parceria como "pioneira". 
A usina de tratamento de resíduos sólidos terá capacidade para incinerar 500 toneladas de lixo por dia, volume que corresponde ao que é produzido pelo grupo de cidades que participa do convênio. "A partir de agora deixamos de lado esta discussão pequena de onde construir um aterro sanitário e entramos na vanguarda da história ao colocar a disposição uma tecnologia pioneira que resolverá nosso problema do lixo para os próximos 50 anos", disse o prefeito mogiano. 
As prefeituras também terão que desenvolver ações de coleta seletiva. A meta traçada para Mogi é que 80% do lixo gerado no município precisarão seguir para a usina e o restante será encaminhado à reciclagem.


Fonte:Mogi News

Investigação Diretor do Hospital do Câncer vai depor no MP


A data do depoimento, entre outras ações que irão verificar a ocorrência de irregularidades no atendimento no hospital, depende de documentos
Daniel Carvalho

Hospital do Câncer também está na mira do Ministério Público
O médico oncologista Flávio Isaías Rodrigues, diretor e fundador do Centro Oncológico e Hospital do Câncer de Mogi, poderá ser convocado pelo Ministério Público a prestar depoimento, no Fórum da cidade, sobre denúncias de fraudes supostamente ocorridas na unidade hospitalar.
A data do depoimento, entre outras ações que irão verificar a ocorrência de irregularidades no atendimento e procedimentos administrativos, ainda depende, no entanto, de uma série de documentos, entre os quais o relatório da auditoria realizada por técnicos da Secretaria de Estado da Saúde, entre o fim do ano passado e o início de 2012. 
As informações foram dadas ontem pelo promotor de Justiça Fernando Paschoal Lupo, responsável pelo inquérito civil, em trâmite há cerca de um mês no Fórum de Mogi. A denúncia foi formalizada por uma pessoa chamada Adilson Portela Luzete. O homem teria feito representação ao MP após o falecimento de um parente, tratado no hospital mogiano. Embora a investigação não transcorra em segredo de Justiça, o representante do Ministério Público evitou comentar sobre o andamento do processo. "Está tudo ainda no começo, o que me impede de fazer qualquer comentário para não atrapalhar o andamento das investigações. O que posso dizer é que realmente existe essa (fraude e desvio de recursos públicos) e outras denúncias contra o hospital e que foram solicitados documentos em nível estadual e federal, a fim de preencher algumas lacunas. Somente após o recebimento e análise de tais documentos é que verificaremos a possibilidade de realização de oitivas", explicou Lupo. 
O representante do Ministério Público confirmou que o médico-fundador do Hospital do Câncer de Mogi, além do cidadão denunciante devem ser "convidados" a "prestar esclarecimentos". "Há alguns dias, o médico (Flávio Isaías), que é responsável pelo hospital alvo das denúncias, esteve aqui na Promotoria interessado em apresentar algumas informações. Como ainda não era momento de ouvi-lo, decidi aguardar mais um pouco até obter os documentos necessários. As oitivas dele, assim como do denunciante, devem acrescentar ao processo, mas somente após análise dos documentos solicitados", reforçou Fernando Lupo. 
O promotor de Justiça confirmou o recebimento da denúncia feita pela Secretaria de Estado da Saúde à Procuradoria Geral de Justiça sobre o suposto desvio de recursos públicos, entre outras irregularidades que ultrapassariam o montante de R$ 20 milhões. "Precisamos do relatório comprovando essas acusações para avaliar a correlação das denúncias", observou.


As denúncias de supostas irregularidades também são avaliadas pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp). A Assessoria de Imprensa da entidade não quis adiantar o andamento das investigações sob argumento de que elas "correm em sigilo".


Fonte:Mogi News