segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Munição dá certeza de envolvimento de PMs em morte de juíza, diz coronel


Segundo jornal 'O Dia', balas pertencem a lote distribuído a 3 unidades da PM
O Coronel Mário Sérgio Duarte, comandante da Polícia Militar no Rio, afirmou nesta segunda-feira (22) que policiais militares participaram do assassinato da juíza Patrícia Acioli. "Esta notícia que nos chega de que munições utilizadas no crime pertecem a um lote da polícia militar nos dão a certeza de que houve a participação dos policiais militares, ainda que não na execução da juíza, mas no mínimo da preparação do crime ou alguma de suas fases," disse em entrevista à Globo News.


Segundo o jornal "O Dia" desta segunda, as balas usadas na morte da juíza pertencem a um lote de 10 mil projéteis vendido pela Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) à PM e teriam sido distribuídas para três unidades da PM, entre elas, o 7º BPM (São Gonçalo).


A juíza foi morta com 21 tiros no dia 12 de agosto, quando chegava em sua casa, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio. Ela trabalhava na 4º Vara Criminal de São Gonçalo, local onde fica um dos batalhões que teriam recebido a munição.


"Nós já trabalhávamos desde o primeiro momento com a hipótese, desde o início, da participação de policiais militares no crime, não estou falando exatamente da execução, do homicídio com a participação dos policiais no momento da execução da juíza," disse Mário Sérgio.


“O desvio da munição pode ter ocorrido não necessariamente do paiol, mas pode ter sido desviado pelo policial que recebeu aquela munição para uso”, disse o comandante. As informações são do G1.

Mogianos.... ALERTA: Tentativa de Assalto



Mogianos....


ALERTA: Tentativa de Assalto
Informo aos colaboradores que ao transitarem pela Rua David Bobrow, paralela a lateral da Indústria Placo, em direção ao viaduto da Avenida Henrique Peres sentido Braz Cubas, que atentem no trajeto ida/volta para qualquer tipo de movimentação estranha no período noturno até de manhã, onde vem ocorrendo várias situações de tentativas de assalto e algumas delas com êxito.
Os autores/meliantes dessas ocorrências, quando da vítima potencial estar transitando a pé, são abordadas próximo a subida do viaduto em frente ao núcleo habitacional que se formou ali no terreno.
Quando da vítima potencial estar transitando com veículo, os meliantes atiraram pedras contra o mesmo, onde o condutor no impulso de querer verificar o que aconteceu, estaciona seu carro e dá margem para êxito à ação do bandido.
Por se tratar de infratores menores de 18 anos e pela nova medida/política adotada por nossa Secretaria de Segurança do Estado de São Paulo, esses adolescentes são detidos e libertos após denúncia/Boletim de Ocorrência quando lavrado. Enfim, como não compete a nós legislar e sim cumprir as Leis, vamos nos ater em agir com prevenção.
Sem mais,


(encaminhado pelo responsável pela segurança de uma das empresas visinhas à Sercon)




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Com número 55, PSD de Kassab vai pedir hoje registro ao TSE



Com número 55, PSD de Kassab vai pedir hoje registro do partido ao TSE
Aliados do prefeito dizem ter 539 mil assinaturas; partido surge com 44 deputados e 2 senadores e 2 governadores


Diego Zanchetta - O Estado de S.Paulo
Com o número 55, o pedido de registro para o Partido Social Democrático (PSD) será protocolado hoje no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelos aliados do prefeito Gilberto Kassab, presidente da sigla. O secretário-geral da comissão provisória do PSD, Saulo Queiroz, afirmou ontem que o partido conseguiu 539 mil assinaturas, 47 mil a mais que o mínimo de 492 mil exigido para a obtenção do registro.


A nova legenda diz ter certificado as assinaturas em 22 Estados. No Maranhão, Pará, Amapá, Sergipe e Rio Grande do Sul, os aliados de Kassab não conseguiram assinaturas suficientes. "Não deu tempo de mobilizar as pessoas nesses Estados. Talvez em Sergipe ainda dê tempo até quarta-feira", disse Queiroz. "Juridicamente não existe mais problema algum. O atraso no registro ocorreu pela demora da análise das assinaturas nos cartórios País afora, não foi por causa de ações nos tribunais."


O TSE tem 15 dias para aceitar ou não o registro, e outras siglas, como o DEM, podem contestar o pedido em até três dias. Kassab espera que as filiações comecem na semana de 7 de setembro. Ao todo, o partido deve ter 44 deputados (seis de São Paulo), dois senadores, dois governadores e seis vice-governadores.


Estratégia.Segundo o deputado Guilherme Campos (SP), que será o líder da bancada do PSD na Câmara, a sigla quer ter candidaturas próprias nas principais metrópoles. "Está tudo certo para o registro amanhã (hoje), conseguimos mais de 500 mil assinaturas."


Kassab disse no sábado que o PSD deve disputar sua sucessão com candidatura própria, embora o próprio prefeito tenha incentivado o secretário Eduardo Jorge (PV) a disputar o cargo. "É prematuro falar nisso agora, mas tudo indica que o PSD terá candidatura própria (em São Paulo)", destacou, sem citar nomes.


O prefeito já vinha afirmando que a estratégia do novo partido é conquistar o maior número possível de prefeituras em 2012. Isso fortaleceria a sigla para as disputas à Presidência da República e ao governo de São Paulo em 2014. 


Fonte:O Estado de S.Paulo

Alckmin vê Dilma com maior poder de ''integração''


Alckmin vê Dilma com maior poder de 'integração'
Dias após aproximação entre presidente e tucanos despertar polêmica, governador destaca ''maturidade política'' na colaboração entre Estado e União


Francisco Carlos de Assis - O Estado de S.Paulo
AGÊNCIA ESTADO


As trocas de gentilezas entre a presidente Dilma Rousseff e tucanos como o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, despertaram ciúmes tanto no PT como no PSDB, mas não se encerraram nos eventos de quinta e sexta-feira, quando os dois estiveram lado a lado. Em entrevista ao Estado, Alckmin reforçou a disposição de estreitar o relacionamento com o governo federal, no qual vê hoje maior capacidade de integração. "Nós precisamos estar cada vez mais unidos para implementarmos políticas sociais e descentralizadoras", afirmou o tucano.


Apesar de evitar comparações diretas entre a atual gestão e a do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Alckmin não economizou afagos a Dilma: "Eu diria que a presidente Dilma tem uma compreensão maior da importância de se ter uma integração, especialmente nas políticas públicas para a população", disse o governador.


Na quinta-feira, na cerimônia que formalizou a adesão do governo de São Paulo ao programa federal Brasil Sem Miséria, no Palácio dos Bandeirantes, Alckmin chegou a surpreender os próprios tucanos ao elogiar em seu discurso o "patriotismo, a generosidade e o espírito conciliador" de Dilma. Para o PSDB, porém, foi a própria presidente que deu início à distensão com os principais adversários do PT, nas comemorações dos 80 anos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em junho. Na ocasião, ela enviou a FHC uma carta repleta de elogios, atribuindo-lhe as qualidades de "acadêmico inovador", "político habilidoso" e "presidente que contribuiu decisivamente para a consolidação da estabilidade econômica".


Eficiência. Alckmin afirma que essa aproximação política traz benefícios para a população. "A marca característica da federação é a cooperação entre os entes federativos, então nós precisamos estar cada vez mais unidos", argumentou. "Quanto mais o governo federal se aproximar dos Estados, e os Estados se aproximarem dos municípios, mais a população ganha em eficiência."


Alckmin ressaltou já ter mostrado disposição de o Estado colaborar com o governo federal. "Eu disse que, desde o início (da gestão), a disposição de São Paulo era colaborar, porque isso é prova de maturidade política."


E defendeu a relação republicana entre as várias esferas de governo. "Você precisa separar disputas eleitorais, que são necessárias no regime democrático - é importante você ter partidos de oposição ao governo para assegurar a alternância no poder -, mas é preciso também ter o espírito republicano para, em todas as políticas públicas de interesse da população, trabalhar unidos." 


Fonte:O Estado de S.Paulo