terça-feira, 19 de abril de 2011

Fusão a frio

Divulgação


Fusão a frio
A Imprensa nacional vem noticiando negociações para que haja a fusão do que restar do DEM com o PSDB. O DEM deve sofrer, em breve, uma enorme defecção com a saída de nomes de proa, como o prefeito da capital, Gilberto Kassab, o prefeito Marco Bertaiolli e o deputado federal Junji Abe, que, ao lado de bases no País inteiro, vão para o PSD. Em suma: o DEM poderá deixar de existir para incorporar seus sobreviventes ao tucanato, em todos os níveis de poder.


Em extinção
Em Mogi, no entanto, o DEM deixará de existir quase que como um todo. Com a saída de Bertaiolli e de seus três vereadores (Pastor Carlos Evaristo, Nabil Safiti e Protássio Nogueira) não restará pedra sobre pedra daquela legenda que foi comandada por Junji até 1999 e, depois, colocou-se estrategicamente como linha auxiliar do poder mogiano, sob a presidência de João Gilberto Moro, até chegar, finalmente, ao poder, em 2009, com Bertaiolli.




Estevam dentro
Na região, no entanto, fundido ao PSDB, o DEM emprestará ao tucanato a força política do deputado estadual Estevam Galvão de Oliveira, que deverá ser, em 2012, o candidato tucano à Prefeitura de Suzano. Até lá, Estevam continuará compondo a linha de frente do governo Geraldo Alckmin na Assembleia Legislativa e será referência para todo e qualquer aceno político do Palácio dos Bandeirantes ao Alto Tietê.




Originais de fábrica
Para se ter uma ideia da importância histórica do DEM em Mogi - naquele momento PFL, linha auxiliar do grupo de Waldemar Costa Filho-, é preciso lembrar que a legenda teve nomes como Chico Bezerra, na eleição de 1988, em que ele foi o vereador mais votado da cidade, e o hoje deputado estadual Luiz Carlos Gondim Teixeira, eleito vereador pela primeira vez no mesmo pleito.




Olimpio no PSD
O vereador Olimpio Tomiyama deve aproveitar a carona da fundação do PSD e deixar o PTB. É o que garante uma fonte digna de crédito. Estranho no ninho do trabalhismo desde que Moro (ex-DEM) assumiu o controle da legenda na cidade, em 2009, Olimpio estaria mais convicto da mudança do que seu primeiro-amigo no Legislativo, Protássio Nogueira, que espera "clarear" para saber se sai mesmo do DEM em direção à nova agremiação.




Meia-dúzia
Deu na Folha de S. Paulo de domingo: "Alckmin tem seis nomes para concorrer a prefeituras". Na matéria, a confirmação das pretensões políticas de atuais secretários estaduais para a disputa do ano que vem.
Divulgação/ Osvaldo Birke


Eles por eles
Os secretários de Desenvolvimento, Paulo Alexandre Barbosa; de Planejamento, Emanuel Fernandes; Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes; Recursos Hídricos e Saneamento, Edson Giriboni; Meio Ambiente, Bruno Covas; e Energia, José Aníbal, têm pretensões eleitorais para o ano que vem.


Amigo do Chalita
Barbosa, que esteve na semana passada almoçando com Bertaiolli, no Bom Prato, em Mogi, quer ser prefeito de Santos e deverá ter todo apoio de Alckmin para isso. Com 32 anos, ligado ao deputado federal Gabriel Chalita, Barbosa é uma promessa de renovação política na seara "alckmista".




Trio de ferro
Fernandes, Giriboni e Aníbal podem disputar respectivamente as prefeituras de Campinas, Itapetininga e São Paulo, e não têm tido pontos comuns com Mogi das Cruzes.
Daniel Carvalho


Amigos ursos
O mesmo não se pode dizer de Fernandes, velho conhecido da cidade nos outros mandatos de Alckmin, quando emperrou o retorno do Expresso Leste, e agora quer disputar o poder em Campinas; nem de Covas, incentivador discreto da instalação do Lixão da Queiroz Galvão no município, que, apesar disso, poderá ser opção tucana na briga pela prefeitura paulistana.


Gondim santista
O deputado Gondim apresentou um requerimento de congratulações na Assembleia Legislativa do Estado ontem. Ele quer aplausos para os 99 anos do glorioso alvinegro praiano, cuja sede é a Vila Belmiro, completados no dia 14. Gondim, que é torcedor do Santos, relacionou páginas e páginas da história do Peixe.
Daniel Carvalho


Líquido precioso
O ex-diretor-geral do Semae Roberto Gomes de Faria tem sido visto circulando pela cidade, mas sem emitir qualquer opinião acerca do Semae. Experiente, ele prefere confirmar o lema declarado à coluna logo que "desencarnou" do cargo: "Fico a maior parte do tempo em Bertioga e, para não lembrar do Semae, nunca bebo água; tomo só cerveja".


Fonte:Mogi News

segunda-feira, 18 de abril de 2011

BROTHERS Faz TUDO Eziquiel / Altamires

BROTHERS
Faz TUDO
Eziquiel / Altamires
Manutençães Rapidas Residenciaias,Comerciais,Industriais
Tel:[ 11 ] - 9617-8506  /  8236-1223


SERVIÇOS DE:
> Elétrica
>Hidráulica
>Mecânica
>Civil [Pintura]
>Montagem e Desmontagem de Móveis
>Motorista
>Outros
Com informações de Diego Zanchetta e Gustavo Uribe
Pelo menos cinco vereadores do PSDB de São Paulo estão deixando o partido. A informação foi anunciada em coletiva nesta segunda-feira, 18, pelos parlamentares. Embora haja especulações sobre a ida de alguns destes quadros para o novo PSD, do prefeito Gilberto Kassab, o futuro dos parlamentares é incerto. Na coletiva, os dissidentes chegaram a anunciar a saída de outros dois vereadores, mas o líder do PSDB na Câmara, Floriano Pesaro, afirma que um garantiu que não deixaria o partido e outro estaria ainda analisando seu futuro.
Entre os parlamentares que participaram da coletiva está o presidente da Câmara Municipal, José Police Neto.
A debandada resulta de um processo de desgaste interno entre os vereadores e a nova direção municipal do partido, indicada pelo governador Geraldo Alckmin. “O PSDB está com um projeto de poder que foge aos princípios que nortearam a fundação do partido”, disse Police Neto, em referência ao fracasso das negociações para garantir espaço aos vereadores na Executiva municipal.
A saída dos vereadores altera o equilíbrio de forças na Câmara Municipal. Com sete vereadores a menos, a bancada do PSDB, que tinha 13 integrantes, passa a ter oito. E o PT, principal partido de oposição na capital, se torna o maior partido da Casa, com 11 assentos.
Executiva. O racha se agravou na semana passada, após a eleição do secretário estadual de Gestão Pública, Julio Semeghini, para à presidência do diretório municipal da sigla em São Paulo. Semeghini é fiel escudeiro de Alckmin.
Na semana passada, os dois grupos negociavam um acordo sobre a composição da Executiva municipal, órgão estratégico para definir os rumos do partido na eleição do ano que vem. Neste fim de semana, entretanto, veio à tona o conteúdo de uma reunião do diretório no qual integrantes do grupo de Alckmin teriam feito fortes críticas e ironias contra os vereadores. A repercussão teria sido o estopim para a debandada.
“É muito ódio contra nós no partido, por causa do compromisso que cumprimos em 2008 (apoio ao Kassab na eleição municipal)”, argumentou Natalini nesta segunda.
Durante a coletiva, Natalini atuou como uma espécie de porta-voz do grupo, e enumerou algumas críticas que teriam sido feitas aos vereadores: “vereador tem de ser tratado a peixeirada”, “vereador tem de pedir perdão” e “vereador tem de levar paulada”.
“Nós comunicamos o nosso desligamento do PSDB a partir deste momento. Não sabemos o destino partidário de cada um de nós particularmente”, disse. “O motivo dessa decisão é nossa exclusão do processo partidário de renovação e escolha da Executiva Nacional.”
Natalini informou que outros nomes da bancada do PSDB na Câmara podem deixar o partido nos próximos dias. “Alguns ainda estão pensando, estão analisando”, afirmou. “Temos sido ofendidos e desrespeitados.”
Contradição. Os cinco vereadores que participaram da coletiva são: Natalini, Ricardo Teixeira, Dalton Silvano, Juscelino Gadelha e Police Neto. Os vereadores Adolfo Quintas e Souza Santos, que não estavam presentes, chegaram a ser anunciados entre os dissidentes. Mas, segundo o líder do PSDB na Câmara Municipal, Floriano Pesaro, apenas os vereadores presentes estão, de fato, deixando o parido. “Eu falei com o Adolfo Quintas e ele disse que permanece. O Souza Santos está em dúvida”, garantiu o líder.
Natalini informou que o grupo recebeu convite de filiação de outras legendas. Nos bastidores, é discutida a entrada dos vereadores no PPS, PMDB ou PSD, sigla que está em processo de criação pelo prefeito Gilberto Kassab.
Alckmin. Os vereadores afirmaram que não têm “nenhum sentimento negativo” em relação ao governador Alckmin. Mas, na avaliação deles, ele teria perdido o controle do Diretório Municipal do PSDB da capital paulista.
Segundo Natalini, o ex-governador José Serra foi informado sobre a decisão da bancada. “O Serra já foi comunicado, recebeu com tristeza e fez um apelo para que nós não saíssemos”, disse.
Os vereadores informaram ainda que estão preparados para esclarecer à Justiça Eleitoral a decisão caso o PSDB questione o desligamento da legenda que pode levar a perda de mandato deles.
Segue a lista dos vereadores que estariam deixando o partido:
José Police Neto
Juscelino Gadelha
Ricardo Teixeira
Natalini
Dalton Silvano
Adolfo Quintas
Souza Santos
Colaborou André Mascarenhas, do Estadão.com.br

Para Dilma, viagem à China foi salto na relação entre países

Para Dilma, viagem à China foi salto na relação entre países

Presidente disse estar confiante na cooperação do governo chinês; setor industrial brasileiro cobra diversificação do comércio

18 de abril de 2011 | 9h 00

"Acho que foi um salto de qualidade nas nossas relações. Mas ainda queremos mais", afirmou no programa de rádio Café com a Presidenta, destacando que pretende ampliar a venda de produtos mais elaborados à China, e não apenas matérias-primas.
Uma das maiores demandas do setor industrial brasileiro é a diversificação do comércio com a China para evitar a inundação do mercado no Brasil de manufaturados chineses.
Dilma participou, na última semana, de uma série de encontros no país asiático, que se comprometeu, em comunicado conjunto, a incentivar a importação de produtos brasileiros com mais valor agregado. Os dois países também fecharam acordos na área de ciência e tecnologia, petróleo e na área comercial.

Fonte:O Estado de S.Paulo