quinta-feira, 14 de abril de 2011

Wilson Toledo - Social

Polícia Civil encontra celular usado em golpe do acidente

Polícia Civil encontra celular usado em golpe do acidente
Guilherme Berti
Marcos Batalha, delegado
Durante investigações sobre o golpe do falso acidente, os policiais do 1° DP, no Parque Monte Líbano, encontraram com um presidiário um dos celulares usados para aplicar o golpe. O estudante Bruno Ferreira da Mata Cardoso, de 22 anos, está preso no Centro de Detenção Provisória (CDP) Belém I, em São Paulo, e usava o aparelho dentro da cela.

O celular foi descoberto enquanto o delegado Marcos Batalha e os investigadores Rodolfo Batalha, Luiz e Rogério, investigavam o chamado "golpe do falso acidente". Uma vítima de Mogi passou para o delegado o número do celular do homem que teria se passado por sobrinho dele, fingindo ter se envolvido em um acidente para conseguir dinheiro. Após investigações, os policiais descobriram que ele estaria dentro do CDP Belém I. O diretor da unidade foi alertado sobre o caso e em uma vistoria na cela de Cardoso, encontrou o aparelho celular. A polícia ainda não tem a confirmação, mas ao que tudo indica, ele pode ter participação em alguns golpes aplicados em Mogi. Quem tiver sido vítima pode procurar o 1° DP. (D.B.)

Fonte:Mogi News

Prefeitura assume a Apae

Prefeitura assume a Apae
Administração municipal vai contratar os funcionários da entidade e normalizar o pagamento
Vivian Turcato
De Suzano
Maurício Sumiya
Em reunião realizada ontem na própria Apae, Candido garantiu total suporte à entidade da cidade
A Prefeitura de Suzano contratará os 19 funcionários da Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Suzano. Com esta medida, a administração municipal passa a assumir o pagamento destes profissionais, "aliviando", assim, a diretoria desta despesa que não é paga há dois meses devido ao cancelamento do convênio entre a prefeitura e a entidade no valor de R$ 20 mil. O investimento inicial previsto é de R$ 33 mil mensais. A partir de terça-feira que vem, o atendimento pedagógico da Apae será normalizado, encerrando a paralisação iniciada nesta semana.

O anúncio que a prefeitura "tomaria a frente" da instituição foi feito na manhã de ontem na sede da entidade pelo prefeito Marcelo Candido (PT). Após uma reunião realizada com os funcionários da Apae, que contou com a presença de diversos secretários municipais, Candido, ao lado do presidente da instituição, João Jurandir Simões Júnior, revelou que a prefeitura contrataria os funcionários. "Estes novos servidores passam a ser responsabilidade da administração municipal até a Apae conseguir a Certidão Negativa de Débitos (CND)", explicou. Isto porque com o documento em mãos, a diretoria da entidade poderá contar novamente com convênios e doações de empresas.
Candido deixou bem claro que a prefeitura não assume as dividas da entidade. "A rescisão contratual destes profissionais fica sob responsabilidade da diretoria. A prefeitura somente os contratará como servidores. Isso, alias, garantirá para estas pessoas um aumento no salário", disse.
Com esta medida, que o prefeito fez questão de ressaltar que não se trata de uma intervenção - assim como aconteceu com a Santa Casa da cidade -, Candido disse que espera que o atendimento seja melhorado. "Formaremos uma comissão de acompanhamento para a área administrativa, jurídica, pedagógica e de saúde. Daremos total suporte à Apae", garantiu. 

Fonte:Mogi News

São a favor do plebiscito os deputados estaduais

está mais do que aprov







O massacre na escola municipal em Realengo, que deixou 12 crianças e adolescentes mortos, reabriu a discussão e o senador José Sarney (PMDB-AP), presidente do Senado, apresentou a proposta de um novo plebiscito. 
São a favor do plebiscito os deputados estaduais André do Prado (PR), Estevam Galvão de Oliveira e Luis Carlos Gondim Teixeira (PPS). "Este projeto, para mim, está mais do que aprovado. Infelizmente, o Estatuto do Desarmamento não foi aprovado antes, foi preciso ocorrer um massacre como este para que os políticos se mobilizassem", disse Estevam.do. Infelizmente, o Estatuto do Desarmamento não foi aprovado antes, foi preciso ocorrer um massacre como este para que os políticos se mobilizassem", disse Estevam


Postado:Luizinho da Vila