domingo, 21 de agosto de 2022

MOGI DAS CRUZES: Cadastro Habitacional já tem mais de 17 mil famílias em busca de um lar

 MOGI DAS CRUZES:

Cadastro Habitacional já tem mais de 17 mil famílias em busca de um lar

Atualmente, o déficit habitacional em Mogi das Cruzes é de cerca de 30 mil moradias

Carla Olivo

20/08/2022 às 07:08.

Atualizado em 20/08/2022 às 14:09

 

Em menos de um mês da implantação do Cadastro Municipal de Habitação, a Prefeitura de Mogi das Cruzes já contabiliza mais de 17 mil famílias no banco de dados que atualiza o número de pessoas em busca da casa própria na cidade a partir de programas habitacionais.

Segundo o coordenador municipal de Habitação, Rogério Dirks Lessa, que estima hoje o deficit habitacional no município em cerca de 30 mil moradias, com o novo levantamento, a administração estará apta a encaminhar a real demanda da cidade quando os projetos habitacionais estaduais e federais voltarem a ser implementados, com a melhoria do cenário econômico.

A iniciativa faz parte do Programa Mogi Meu Lar, lançado em junho deste ano, que inclui regularização fundiária e reforma de unidades habitacionais, além da previsão de criação da Secretaria Municipal de Habitação, processo atualmente em trâmite na Prefeitura.

De acordo o coordenador, como foi aberto no último dia 29 de julho, ainda não é possível traçar um perfil do público que busca o cadastro habitacional, mas a ideia é envolver pessoas com renda familiar de um a cinco salários mínimos e que apresentem mais necessidade de moradia na cidade.

“Neste momento, o cadastramento acontece apenas via internet, no site da Prefeitura, onde há um banner do cadastro que pode ser feito pelo celular ou computador. Mas já estamos planejando a segunda etapa deste trabalho, com atendimentos esporádicos pró-ativos para pessoas com maiores dificuldades ou de localidades onde se tenha maiores problemas de acesso à internet. Após este raio-X deste primeiro momento, faremos estas ações presenciais. A ideia é que as pessoas não precisem procurar a coordenadoria para realizar o cadastro”, explica Lessa.

O coordenador também reforça que o cadastramento não tem caráter fila, ou seja, quem se cadastrou na semana passada não possui vantagens sobre aqueles que inseriram seus dados no programa nesta semana, por exemplo. “Não há esta prioridade por data de cadastramento e não existe período para este trabalho. É um cadastro permanente e, por isso, não é preciso ter pressa. O objetivo é formar um grande banco de dados que será usado para programas, ações e direcionamento de políticas habitacionais na cidade”, detalha.  

Regularização

Ainda segundo o coordenador municipal de Habitação, atualmente, dos 80 núcleos de regularização fundiária existentes em Mogi, 65 já tiveram o processo de estudo iniciado e aguardam o término de estudos ambientais e análise de órgãos estaduais, sendo que 15 estão com o andamento mais adiantado na Prefeitura e tramitam simultaneamente, envolvendo 5,7 mil famílias. A meta é realizar 5 mil novas regularizações no atual mandato, entre 2020 e 2024.

Nestes 15 núcleos citados pelo coordenador, estão incluídos moradores dos bairros Chácaras Guanabara - fase 1 (600 famílias), Sítios Murata (60), Recanto Céu Azul (80), Vila Apolo (40), Jardim Santos Dumont II e III (600), Jardim Aeroporto I e II (600), Jardim Aeroporto III (800), Jardim das Bandeiras (31), Vila Estação (184), Novo Horizonte (100), Nova União - fase 2 (120), Conjunto Santo Ângelo (1,5 mil), Jardim Natal (fase 1 - 60), Vila Moraes (fase 1  -109) e 14 quadras de Jundiapeba (700). 

Ainda neste ano, estão previstas regularizações e entregas de títulos de propriedade a moradores do Conjunto Toyama (740 unidades), Vila Estação (183 títulos), Vila Moraes (fase 1 - 109 títulos) e Vila Nova União (fase 1 - 170 títulos). Para os próximos anos, as metas são atender as famílias da Chácara Santo Ângelo (fases 2 e 3), CDHU César de Souza, CDHU Pitangueiras, Vila Estação (fase 2), Jardim Aeroporto III, Vila Nova União (fase 2), Jardim Novo Horizonte e o Conjunto Habitacional José Bezerra de Melo (Jundiapeba).

Seguindo esta programação, a expectativa é, até o final do ano, entregar outros 900 a 1 mil documentos. “Avançamos em alguns procedimentos internos e neste segundo semestre conseguiremos fazer a titulação e entrega de uma boa parte das regularizações que estão em processo na Prefeitura”, diz o coordenador.

Mogi regulariza 3,3 mil moradias em 13 anos

Desde a criação da Coordenadoria Municipal de Habitação, no ano de 2009, 19 núcleos foram regularizados em Mogi das Cruzes, totalizando 3.397 unidades. Segundo a Prefeitura, 890 delas do início de 2021 para cá. 

O coordenador municipal de Habitação, Rogério Dirks Lessa, explica que, geralmente, em áreas já consolidadas, com infraestrutura e sem problemas ambientais, o processo de regularização fundiária pode levar até 18 meses para ser concluído.

O coordenador destaca, ainda, a inclusão de 750 domicílios no programa Viver Melhor, da Secretaria de Estado da Habitação, lançado na cidade no último dia 16 de julho, pelo presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), Silvio Vasconcellos.

Ao todo, serão investidos R$ 12,5 milhões na reforma de 350 imóveis na Vila Estação, 200 em Jundiapeba e 200 na Vila Nova União.

“Este trabalho já foi iniciado. Tivemos as visitas e o cadastramento nos locais e as obras já começarão na próxima semana na Vila Estação e posteriormente nos outros núcleos. Todas as reformas serão realizadas neste segundo semestre, com previsão de entrega no final deste ano”, estima Lessa.

Criado em 2021 durante a pandemia, o Programa Viver Melhor promove a recuperação interna e externa de domicílios em inadequação habitacional em assentamentos precários. A meta é reformar nesta primeira etapa 17,5 mil domicílios em todo o Estado de São Paulo, com investimentos de R$ 350 milhões.

Programas

Mogi das Cruzes, além do Viver Melhor, também passou a contar, desde o final de junho deste ano, com o Programa Habitacional Mogi Meu Lar, que prevê a requalificação de moradias, produção de novas unidades habitacionais, novo cadastro municipal de Habitação - em andamento -, lançamento de um portal da Habitação e avanço no programa municipal de regularização fundiária.

A ação compreende um conjunto de ações e legislações com objetivo de dar base institucional e modernizarão ao segmento no município, como a criação da Lei Municipal de Habitação de Interesse Social, do Conselho Municipal de Habitação de Interesse Social, além de atualização do Plano Municipal de Habitação.

Uma das propostas do programa, a criação da Secretaria Municipal de Habitação em Mogi, - que atualmente conta com a Coordenadoria - está em trâmite na Prefeitura, mas ainda não saiu do papel. 

Segundo o coordenador municipal de Habitação, Rogério Dirks Lessa, o processo se encontra em discussão interna na administração, já passou pela Procuradoria Geral do Município, mas receberá alguns ajustes, já que faz parte de uma minirreforma administrativa, haverá outras questões que serão mudadas e não se trata apenas da secretaria. A Prefeitura está finalizando para encaminhar à Câmara para votação e aprovação”, completa. 

Fonte:O Diário de Mogi

RENOVAÇÃO DA FROTA: Guararema investe cerca de R$ 12 mi

 RENOVAÇÃO DA FROTA:

Guararema investe cerca de R$ 12 mi

Foram adquiridas pela Prefeitura da cidade máquinas e caminhões

20/08/2022 às 06:00

Atualizada em 20/08/2022 às 06:00.

Comunicação/PMG 


Desfile apresentou ontem a frota renovada de máquinas e caminhões - FOTO: Comunicação/PMG

Guararema - A Prefeitura realizou ontem o desfile de apresentação de 27 máquinas e caminhões novos que compõem o investimento em nova frota de cerca de R$ 12 milhões. Os equipamentos passaram pelas ruas centrais do município e após o percurso ficaram estacionados no Parque de Lazer Profª Deoclésia de Almeida Mello, na região central, onde permanecerão até domingos para visitação da população.

São máquinas carregadeiras, retroescavadeiras, motoniveladoras, caminhões basculantes de diferentes tamanhos, caminhão pipa, dentre outros equipamentos que serão utilizados em diversos setores e serviços.

Hoje entregamos para a população de Guararema a maior renovação de frota da história da nossa cidade. Isso significa muito mas, acima de qualquer coisa, representa que a população vai poder contar com equipamentos novos nos serviços que forem desempenhados pela Prefeitura", disse o prefeito Zé, agradecendo o apoio dos deputados Marcio Alvino (federal) e André do Prado (estadual), além do governador Rodrigo Garcia.

Em relação às máquinas, foram apresentadas 3 mini carregadeiras, 3 retroescavadeiras, 2 pás carregadeira (sendo uma vinda de doação do Governo Federal), 2 motoniveladoras e 1 escavadeira hidráulica. Já os caminhões são 4 de pequeno porte com cabine extra e carroceria carga seca, 1 basculante de 3 metros cúbicos, 2 caminhões baús (incluindo isotérmico para a merenda), 1 caminhão gaiola para a reciclagem (cessão de uso do Estado), 1 basculante de 5 metros cúbicos, 4 basculante de 6 metros cúbicos, 1 caminhão com tanque pipa e 2 basculantes de 12 metros cúbicos.

Fonte:Mogi News

domingo, 17 de abril de 2022

ELEIÇÕES: Número de jovens eleitores aumenta 91% na região

Na região, as cidades com o maior número de registros foram Mogi das Cruzes, Itaquaquecetuba e Suzano

Ingrid Leone

12/04/2022 às 15:19

Atualizada em 12/04/2022 às 15:19.

Divulgação/Agência Brasil 

A população a partir de 16 anos apta a votar, pode emitir o título até 4 de maio - FOTO: Divulgação/Agência Brasil


O número de eleitores de 16 a 17 anos no Alto Tietê cresceu 91% na comparação entre março deste ano e março de 2020, também um período pré-eleitoral. O número subiu de 3.659 eleitores para 6.973, de acordo com dados da estatística do eleitorado do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na região, as cidades com o maior número de registros foram em Mogi das Cruzes, Itaquaquecetuba e Suzano com altas acima de 100%. Entre as cidades da região, somente Biritiba Mirim apresentou queda de 34,6%.

A reportagem apurou dados dos eleitores jovens cadastrados nas cidades do Alto Tietê de março de 2020, período anterior às eleições municipais, e março deste ano, com as eleições gerais que acontecem em outubro. Os jovens de 16 a 17 anos estão aptos a votar, mas o voto não é obrigatório nesta faixa etária. Em Mogi das Cruzes, houve o maior aumento da região. Em março de 2020, havia 819 pessoas com o título nesta faixa etária na cidade, e o número subiu para 1.827 no mês passado, totalizando uma alta de 123%.


Nos dados do TSE, a segunda cidade com a maior alta do número de títulos para jovens foi Itaquá, com 766 cadastros, em 2020 para 1.565 neste ano, o que representa um acréscimo de 104,3%. A terceira cidade com a maior quantidade de registros é Suzano, com um acréscimo de 117,1%. Os jovens eleitores passaram de 614 para 1.333.

Entre os municípios que apresentaram alta acima de 50%, estão Arujá, que foi de 227 para 401 registros, o que representa um aumento de 76,6%. Em Santa Isabel, houve um acréscimo semelhante de 76,8%, crescendo de 125 títulos para 221. Poá registrou uma alta um pouco maior, de 77,8%, saltando, no período, de 280 para 498 eleitores jovens. Quanto ao município de Ferraz de Vasconcelos, houve alta de 507 para 819 títulos, equivalente a um aumento de 61,5%.


As cidades da região com o menor aumento do número de eleitores jovens foram Guararema, onde houve um aumento de 39,1%, subindo de 92 para 128 títulos, e Salesópolis, que, no período, foi de 64 títulos na faixa etária de 16 a 17 anos para 79 cadastros, com alta de 23,4%. Na região, a única cidade com queda foi Biritiba Mirim, onde havia 156 eleitores jovens cadastrados e agora são 102, representando uma queda de 34,6%.

Engajamento 

Segundo o sociólogo Afonso Pola, os dados regionais demonstram que os jovens estão mais engajados na política quando comparado aos outros anos. Para o sociólogo é importante ressaltar que em 2020, as eleições foram municipais, e neste ano, são gerais. “Normalmente, no ano de eleições municipais existe um engajamento maior dos eleitores, pela proximidade entre eleitores e candidatos, principalmente em cidades com baixo número de habitantes. Mas quando olhamos para o cenário nacional o que vemos é uma outra realidade”, destacou.

Na última eleição municipal, em 2020, os eleitores decidiram quem seriam os novos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores dos municípios. Neste ano, as eleições são para os cargos de presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, senador, deputado federal, estadual e distrital.

Os jovens de 16 a 17 anos que não têm o título ainda podem votar nas eleições deste ano. De acordo com o calendário eleitoral pelo TSE, o alistamento eleitoral vai até o dia 4 de maio. Até lá é possível tirar o título de eleitor para votar nas eleições deste ano. Seguindo a programação, as votações devem acontecer em outubro, com o 1º turno, no dia 2, e o 2º turno, se houver, será realizado no dia 30 do mesmo mês.

Fonte:Mogi News

sábado, 16 de abril de 2022

ALTO TIETÊ: Arrecadação de impostos na região ultrapassa R$ 360 milhões

Segundo os dados do Impostômetro, o aumento foi de 11,5% do valor do primeiro trimestre de 2021 e de 2022

Ingrid Leone

16/04/2022 às 08:12

Atualizada em 16/04/2022 às 08:23.

Reprodução/Internet

Especialista avalia que aumento da arrecadação foi reflexo da alta inflação, entre outros pontos - FOTO: Reprodução/Internet


A arrecadação municipal de impostos nas cidades do Alto Tietê totalizou R$ 367 milhões no primeiro trimestre deste ano. Segundo os dados do Impostômetro, o aumento foi de 11,5% em relação ao mesmo período de 2021, quando foram arrecadados R$ 329 milhões. Entre janeiro e março deste ano, Mogi das Cruzes tem o maior valor de arrecadação com um total de R$ 122 milhões, seguida por Poá, com R$ 75 milhões, e Suzano, com R$ 63 milhoes.

Na comparação entre os primeiros trimestres de 2021 e 2022, Mogi registrou um acréscimo de 11,5%, com os valores saltando de R$ 109 milhões no ano passado, para R$ 122 milhões neste ano. Seguido de Poá, onde o valor variou de R$ 67 milhões para R$ 75 milhões. Em Suzano, a arrecadação subiu no período de R$ 57 milhões para R$ 63 milhões. Coincidentemente, a alta registrada em todas as cidades foi de 11,5%. 

O quarto lugar no ranking regional de arrecadação de impostos é de Itaquaquecetuba, onde os números subiram de R$ 41 milhões para R$ 46 milhões entre os primeiros trimestres de 2021 e 2022. Em Arujá, o total arrecadado com impostos saltou de R$ 23 milhões no ano passado, para R$ 26 milhões neste ano.

As cidades com valor mais baixo de arrecadação foram Ferraz de Vasconcelos, com alta de R$ 12 milhões para R$ 13 milhões; Guararema, com um salto de R$ 7 milhões para R$ 8 milhões; Santa Isabel, indo aproximadamente R$ 7 milhões para cerca de R$ 8 milhões; Biritiba Mirim, com alta de R$ 2 milhões para R$ 2,2 milhões, e Salesópolis, de R$ 1,1 milhão para R$ 1,2 milhão.

Para o coordenador dos Cursos de Administração e de Ciências Contábeis da Faculdade Piaget de Suzano, Robinson Guedes, os aumentos são consequência da alta da inflação, o que gerou o acréscimo na arrecadação dos impostos, principalmente no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS),  que é cobrado em toda a cadeia produtiva, como nos combustíveis, alimentos, remédios, e em tudo o que o comércio vende.

Diante do cenário econômico, Robson avaliou que a inflação potencializou a arrecadação no ano de 2021 e até o primeiro bimestre de 2022, com um período de “bonança financeira”, além do retorno das atividades econômicas após o período de maior restrição da pandemia de Covid-19. Segundo o professor, “quanto mais o consumidor compra, mais ele consome, mais a indústria produz, mais o comércio vende, e mais pagamos impostos”.

A projeção de Guedes para o restante do ano é de incertezas. Ele recomenda que prefeitos e secretário tenham rigidez na gestão fiscal deste ano para não terem surpresas negativas no final. O professor destaca o impacto das regras de cobrança do ICMS sobre os combustíveis, da Guerra da Ucrânia, a volta do lockdown na China, e ainda as eleições e Copa do Mundo. 

Divisão de impostos 

Segundo Guedes, entre os impostos arrecadados, são receitas próprias das cidades, ou seja, ficam diretamente com os municípios, o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), o Imposto Sobre Serviços (ISS) e o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI).

Com relação a divisão entre município e Estado, o professor explica que o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) tem um repasse de 25% para as cidades, entre tudo que é arrecadado no Estado. Diferente do Imposto sobre Propriedades de Veículos Automotores (IPVA), no qual os municípios ficam com 50% do que é arrecadado pelo governo estadual.

Arrecadação por cidade

• Mogi das Cruzes

2021 - R$ 109.817.806,00

2022 - R$ 122.455.007,00

• Poá

2021 - R$ 67.652.129,00

2022 - R$ 75.437.146,00

• Suzano

2021 - R$ 57.369.354,00

2022 - R$ 63.971.089,00

• Itaquaquecetuba

2021 - R$ 41.381.885,00

2022 - R$ 46.143.874,00

Arujá

2021 - R$ 23.339.824,00

2022 - R$ 26.025.637,00

• Ferraz de Vasconcelos

2021 - R$ 12.273.776,00

2022 - R$ 13.686.172,00

• Guararema

2021 - R$ 7.242.901,00

2022 - R$ 8.076.373,00

• Santa Isabel

2021 - R$ 6.993.603,00

2022 - R$ 7.798.387,00

• Biritiba Mirim

2021 - R$ 2.037.226,00

2022 - R$ 2.271.659,00

• Salesópolis

2021 - R$ 1.101.325,00

2022 - R$ 1.228.059,00

Total regional

2021 - R$ 329.209.829,00

2022 - R$ 367.093.403,00

Fonte:Mogi News