domingo, 21 de julho de 2019

Cidades: Implantação de escolas militares desperta interesse no Alto Tietê

Ministério da Educação lançou uma carta-compromisso para melhorar a educação básica do País
Por Isabelle Santini - de Suzano20 JUL 2019 - 23h58

Implantação de escolas militares desperta interesse no Alto Tietê
Foto: Divulgação
Quatro das cinco cidades da região do Alto Tietê (Suzano, Poá, Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba e Mogi das Cruzes) disseram que é possível uma eventual implantação de escolas cívico-militares nos municípios a partir de análise de projetos.

Promessa que marca o governo federal do presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), a ampliação dessas escolas no Brasil é uma das metas mais importantes. O Ministério da Educação (MEC) lançou na última quinta-feira, 11, uma carta-compromisso para melhorar a educação básica do País.

Contada, a Prefeitura de Suzano afirmou que este modelo de escola, por ser referente ao Ensino Fundamental II e Ensino Médio, não compete à administração municipal que atende o Ensino Fundamental I e Educação Infantil. Portanto, o governo do Estado é responsável por eventuais implantações deste tipo de ensino na cidade.

Já a Prefeitura de Itaquá informou que vê com bons olhos a implantação de uma escola deste modelo no município. "As escolas militares tem comprovadamente ótimos índices educacionais, além de influenciar no cotidiano da comunidade em que ela está localizada, melhorando inclusive a segurança. Caso a proposta avance e o projeto seja viável, a administração tem interesse no modelo proposto", diz a nota emitida pelo órgão municipal. A administração municipal ainda reforçou que concorda com o presidente para melhorar a qualidade de ensino da educação básica do Brasil.

A Secretaria de Educação de Ferraz afirmou que todo projeto que contemple, ajude e contribua com a educação é de interesse da pasta responsável. "Toda escola ajuda na formação. A Educação ferrazense está aguardando resultados satisfatórios em outros municípios para que a cidade possa participar do planejamento deste tipo de educação".

A cidade de Mogi ressaltou que é necessário analisar todos os termos deste tipo de projeto e até o momento não há nenhum tipo de estudo sobre isso. Contudo, este assunto poderá ser considerado e analisado futuramente. "Os termos precisam ser analisados e debatidos para ver se isso seria viável à população".

A Prefeitura de Poá informou que não há nenhuma ação que contemple este tipo de educação na cidade. A administração municipal reforçou a questão das escolas de qualidade que estão em funcionamento na cidade. "Poá tem as melhores escolas de Ensino Fundamental do Alto Tietê e a cidade tem registrado avanço contínuo no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) nos Ensinos Fundamental I e II. Este resultado confirma a evolução constante da Educação oferecida pela Prefeitura de Poá", finalizou a nota.

Fonte:Diário de Suzano

sábado, 20 de julho de 2019

ARRAIÁ DOS AMIGOS

Ter a oportunidade de estar entre amigos é sempre motivo para festejar. Em Jundiapeba prestígio o arraiá dos amigos, organizado pelo amigo Cabelo. Regado à boa música, comida típica, brincadeiras e muita animação. Parabéns meu amigo Cabelo e família, obrigado pelo carinho que sempre nos recebe. 
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INAUGURAÇÃO - COMPLEXO ESPORTIVO “ OSWALDO FERNANDES” NO JARDIM CAMILA

Dia Especial! Na manhã deste sábado, participei ao lado do prefeito Marcus Melo, vereadores, autoridades, lideranças e centenas de pessoas, da inauguração do Complexo Esportivo do bairro Jardim Camila, mais uma grande conquista para a nossa cidade. Estou imensamente feliz, por ter tido a oportunidade de homenagear o saudoso amigo Oswaldo Fernandes, que era mais conhecido como “Felipão”. Os moradores terão à disposição um complexo com ATI ( Academia da Terceira Idade), quadra de vôlei de areia, campo de futebol society, quadra de streetball. Agradeço a Deus pela conquista, a parceria do prefeito Marcus Melo, dos amigos Carlinhos Almeida, Denise e Robinho, e a todos que contribuíram para a concretização deste complexo esportivo. Estamos juntos!
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PLANO DIRETOR: Audiência pública propõe criação de novo distrito em Mogi das Cruzes

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Larissa Rodrigues
Larissa Rodrigues
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AUDIÊNCIA O encontro para debater o Plano Diretor foi realizado no auditório da Prefeitura. (Foto: Eisner Soares)
Na manhã deste sábado, o auditório da Prefeitura foi palco da última audiência pública para discutir os rumos da cidade constantes no Plano Diretor. O material vem sendo construído desde novembro de 2017 e, ao final de abril, foi disponibilizado no site da Administração Municipal para o conhecimento da população, que poderia fazer sugestões de alterações no documento. Ontem, os participantes fizeram cerca de 30 contribuições e uma das propostas chamou a atenção do secretário municipal de Planejamento, Cláudio de Faria Rodrigues, que foi a criação de um distrito no Cocuera.

Atualmente, além do Distrito Sede, Mogi ainda é composta por outros sete, sendo eles Braz Cubas, Biritiba Ussu, César de Souza, Jundiapeba, Quatinga, Sabaúna e Taiaçupeba. No material de autoria da Prefeitura dois novos já foram propostos, o que serão os distritos do Taboão e do Alto do Parateí.

“Nós consideramos muito interessante a proposta para a criação de um distrito específico para o Cocuera. Foi uma contribuição que nós vamos analisar para eventualmente ter essa mudança. O Cocuera tem características próprias, a gente ainda tem muita força na questão da agricultura e na questão hídrica. O Rio Tietê entra por aquela região no nosso município, então, é uma questão importante da gente observar, em função também de o Cocuera estar situado na área de proteção e recuperação dos mananciais”, considerou o secretário.

Além da divisão por distritos, também está em discussão a nova divisão de bairros previamente estabelecida pelo novo Plano Diretor. Isso porque atualmente Mogi é formada apenas por conjuntos e loteamentos, que deverão ser unidos para a formação dos futuros bairros, que seriam 104 no total.

O assunto foi amplamente discutido no encontro de ontem, principalmente pelos integrantes da Associação dos Moradores da Vila Oliveira. Para eles, o principal problema é o fato de que no bairro da Vila Oliveira, que ainda será implementado, estaria incluso o loteamento homônimo e também o loteamento da Jardim Armênia. Durante o debate, eles disseram acreditar que essa junção poderia levar ao local uma característica mais comercial e o que eles querem é um espaço majoritariamente residencial.

Rodrigues explica que dentro do Plano Diretor um dos pontos de destaque é a importância do desenvolvimento das centralidades, que inclui o centro antigo e também o centro expandido, na região do Centro Cívico. Ele acredita que isso traria maior desenvolvimento dessas regiões e que, por isso, debater o futuro da Vila Oliveira é importante.

“Nós vamos buscar sempre identificar e respeitar os desejos dos moradores, mas é importante entender que hoje a gente está em um momento importante, discutindo a cidade como um todo, em um planejamento macro. O próximo passo que se inicia, com a conclusão e a aprovação após a apreciação da Câmara Municipal do Plano Diretor, é a revisão da Lei de Uso e Ocupação do Solo”, afirmou o chefe da Secretaria de Planejamento.

As medidas ambientais que devem acontecer em sintonia com o crescimento da cidade também foram motivos de longos debates. Biólogos e defensores do meio ambiente frisaram a importância de um corredor ecológico eficiente, além de um plantio de mudas mais coerente com a vegetação nativa do município. Rodrigues afirmou que para ter uma cidade desenvolvida é necessário habitação, geração de empregos e serviços, mas que ela precisa também ser desenvolvida do ponto de vida urbanístico sustentável.

Nos próximos 15 dias a ata com todos os argumentos da audiência vai ser elaborada e, na sequência, publicada no site da Prefeitura. Em até 20 dias úteis aqueles que fizeram sugestões terão suas respostas. Todo esse material, com os mapas e textos de leis, também será publicado no site para apreciação de todos os cidadãos, quando será feita também a tramitação pelo Conselho Municipal da Cidade, que valida todo esse processo construtivo da lei. Depois disso, ao final de setembro, o projeto deverá ser encaminhado para Câmara Municipal, onde deverão acontecer outras audiências.

Fonte:O Diário de Mogi