Mogi inaugura feira noturna dia 28
DOM, 10 DE NOVEMBRO DE 2013 00:00
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Corte da fita inaugural do 23º Furusato Matsuri teve participação de autoridades / Foto: Jonny Ueda
A primeira feira livre noturna de Mogi das Cruzes será realizada no próximo dia 28. De acordo com o prefeito Marco Bertaiolli, que anunciou a novidade na manhã de ontem durante a abertura do 23º Furusato Matsuri, promovido pela Associação dos Agricultores do Cocuera, a princípio a atividade será realizada sempre às quintas-feiras, das 16 às 20 horas.
O local escolhido para sediar a feira foi o prédio da Secretaria Municipal de Agricultura, no Centro. “Quem tiver saindo do trabalho poderá passar por lá e tomar um caldo de cana e ainda levar embora verdura fresca”, avisa Bertaiolli que ainda destacou outra ação que beneficia o setor, o portal Perséfone.
“É um banco de dados com informações importantes como quantos são os produtores, o que produzem”, afirma Bertaiolli. A iniciativa é do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural em parceria com a Secretaria de Agricultura e a Fatec. Segundo o portal, Mogi conta hoje com 1.616 propriedades rurais. (Mariana Nepomuceno)
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Fonte:O Diário de Mogi
Mais empresas
CSN quer conhecer Mogi antes de instalar siderúrgica
Empresa está em contato com a Prefeitura e deve enviar representantes para conhecer Mogi
Ricardo Rodrigues
Da Reportagem Local
Daniel Carvalho
Bertaiolli: "A Secretaria de Desenvolvimento Econômico recebe constantemente pedidos de empresas que querem conhecer Mogi e estão interessadas em vir para cá"
O prefeito de Mogi das Cruzes, Marco Bertaiolli (PSD), confirmou a que a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) pediu informações e está avaliando a cidade com o objetivo de instalar indústrias em Mogi. As tratativas são realizadas pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico. O chefe do executivo explicou que este processo é padrão, e que outras empresas (Gerdau e Prada, por exemplo), já fizeram este tipo de consulta antes de constituírem uma sede por aqui.
A CSN está verificando todas as características e as condições logísticas da cidade. Transportes, localização, ligação ferroviária, disponibilidade de terreno, água, esgoto e comunicação são alguns dos pontos levados em conta antes da confirmação da implantação de uma unidade. A expectativa é de que na próxima semana, representantes da companhia venham pessoalmente ver as condições da cidade.
Mas a siderúrgica não é a única que está consultando o que Mogi pode oferecer. "A Secretaria de Desenvolvimento Econômico recebe constantemente pedidos de empresas que querem conhecer Mogi e estão interessadas em vir para cá", afirmou Bertaiolli.
A localização é justamente um dos pontos fortes da cidade para atrair novos investidores. A proximidade com o litoral, com a rodovia Presidente Dutra (que liga São Paulo e Rio de Janeiro) e com os aeroportos é apontada pela prefeitura como fator decisivo nas negociações com empresas que se instalam no município.
Existe a notícia de que as negociações estariam avançadas, com a siderúrgica já tendo adquirido um terreno em Jundiapeba, onde seria construída a fábrica, mas o prefeito disse desconhecer a informação.
O grupo multinacional que comanda a empresa já conhece Mogi através da Prada. A empresa de processamento e distribuição de aços planos está instalada na Vila Industrial.
Vargas
A CSN foi criada pelo ex-presidente Getúlio Vargas durante o Estado Novo, em 1941. Sediada em Volta Redonda, no estado do Rio de Janeiro, é a maior siderúrgica da América Latina. Em 1993 foi privatizada pelo então presidente Itamar Franco.
A instalação em Jundiapeba seria estratégica, já que o distrito terá ligação direta com a cidade de Suzano e com o Rodoanel, através da Avenida Guilherme Georgi, uma das obras anunciadas há uma semana no plano de ação Avança Mogi.
Fonte:Mogi News
Verba
Prefeitura renova convênio de saúde
Administração municipal deve passar cerca de R$ 2,8 milhões por mês para a Santa Casa no ano que vem
Luana Nogueira
Da Reportagem Local
Amilson Ribeiro
Santa Casa de Misericórdia de Mogi das Cruzes recebe os valores da Prefeitura para prestar vários serviços à população
A Prefeitura de Mogi das Cruzes renovou o convênio com a Santa Casa do município para que a prestação de serviços de saúde continue sendo feita. De acordo com o secretário-adjunto de Saúde, Marcello Cusatis, o contrato prevê que a unidade realize procedimentos ortopédicos, de neurocirurgia e oftalmologia, além do atendimento de maternidade. Para 2014, a previsão é de que a administração municipal repasse por mês R$ 2,8 milhões. O acordo precisa ser renovado todo ano.
O diferencial para o próximo ano é que agora a Santa Casa passará a contar com um novo subsídio para complementar os custos com o atendimento. Segundo Cusatis, a verba da Rede Cegonha, que é um projeto do governo federal, será destinada para o hospital realizar os atendimentos na área de maternidade.
O repasse federal apenas para o Cegonha, de R$ 3,5 milhões por ano, deve chegar aos cofres da Santa Casa até dezembro. "Para que esse valor seja enviado, é necessário que a algumas metas de qualidade sejam alcançadas", esclareceu.
Cusatis informou que a meta da Rede Cegonha é melhorar o atendimento das maternidades. "A ajuda vem para melhorar a qualidade da maternidade ao pré-natal, não é para custeio. A verba é para oferecer melhor assistência no atendimento. Podíamos utilizar esse valor para investir no Pró-Mulher, mas decidimos destinar à Santa Casa", acrescentou. Com o repasse, é possível, por exemplo, contratar profissionais especializados.
O secretário esclareceu que a renovação do convênio com a Santa Casa é um procedimento comum. "O convênio é firmado geralmente por um prazo de cinco anos e renovado a cada ano. Ele prevê um atendimento geral das especialidades, como o número de procedimentos e atendimentos previstos para cada uma delas", afirmou.
Fora o repasse que a Prefeitura faz mensalmente, alguns valores são destinados caso a Santa Casa cumpra com as metas estabelecidas pela administração municipal. "São verbas de incentivo que variam um pouco a cada mês e que podem ser utilizadas em outros locais, mas que a Prefeitura repassa para a Santa Casa".
Com alguns repasses extras, a Prefeitura tenta ajudar a Santa Casa. "O hospital tem a sua administração própria, mas buscamos fazer parcerias, como o programa Mãe Mogiana. A questão do repasse da tabela SUS (Sistema Único de Saúde) é um grande problema", avaliou.
Fonte:Mogi News