segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

França admite "fracasso" em operação para libertar refém


França admite "fracasso" em operação para libertar refém
13 de Janeiro de 2013 • 16h34 • atualizado às 18h24
Denis Allex, em foto de 4 de outubro de 2012 Foto: SITE MONITORING SERVICE / AFP
Denis Allex, em foto de 4 de outubro de 2012
Foto: SITE MONITORING SERVICE / AFP


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O ministro francês de Relações Exteriores, Laurent Fabius, reconheceu neste domingo que "foi um fracasso" a operação realizada na Somália para libertar o agente Denis Allex e pediu que não se dê crédito a qualquer informação que indique que o refém segue vivo.
"O que aconteceu na Somália foi terrível, um fracasso, todo mundo sabe. Sabia que havia uma possibilidade de intervir. Era preciso encontrar o momento oportuno e finalmente o presidente (francês, François Hollande) decidiu aprovar essa operação, que infelizmente terminou mal", disse Fabius em entrevista concedida à rede LCI.
O ministro acrescentou que "é possível" que nos próximos dias o grupo islamita radical somali Al Shabab, que desde julho de 2009 mantinha Allex em cativeiro, mostre imagens do refém com vida, e chamou a atenção sobre a necessidade de ter cuidado com esse tipo de manipulações.
As últimas informações que Fabius diz ter sobre esse refém são as facilitadas pelo Ministério da Defesa, segundo as quais, como disse ontem seu titular, Jean-Yves Le Drian, "tudo aponta que foi morto por seus sequestradores".
Nessa intervenção, dois soldados franceses e 17 terroristas foram mortos, mas segundo destacou Le Drian, era preciso correr o risco, porque Allex estava "em condições desumanas".
As autoridades francesas não deram detalhes sobre o local do ataque, mas segundo o site do jornal "Le Point", este aconteceu em Bula Marir, uma cidade a 120 km ao sul da capital.
O refém era membro da Direção Geral da Segurança Exterior e foi sequestrado em Mogadíscio enquanto efetuava "uma missão oficial de apoio" ao Governo somali de transição.

Fonte:Terra.com.br

Metrô do México tem 'viagem de cuecas e calcinhas'

Metrô do México tem 'viagem de cuecas e calcinhas'
13 de Janeiro de 2013 • 19h19 • atualizado às 19h51

Passageiros são visto no metrô da Cidade do México sem calças. É a terceira vez que moradores da cidade participam da viagem
Foto: AFP
 Passageiros são visto no metrô da Cidade do México sem calças. É a terceira vez que moradores da cidade participam da viagem Foto: AFP
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Centenas de pessoas participaram neste domingo de uma "viagem de cuecas e calcinhas" no metrô da Cidade do México, em uma iniciativa promovida na internet para "divertir as pessoas", constatou a AFP. Homens, mulheres e crianças, de diversas idades, realizaram em um ensolarado domingo a chamada "Viagem no metrô sem as calças 2013", divulgada por um site e seguida em outras 50 cidades por todo o mundo.
Esta é a terceira vez que moradores da Cidade do México participam da "missão secreta", cujo único objetivo "é divertir as pessoas", explicou o movimento na web. Os participantes foram convocados a usar apenas roupas íntimas cômodas e divertidas.
"Trata-se de uma 'missão secreta' e o sucesso depende de que as pessoas não percebam que estamos organizados. Durante a viagem devemos agir com total naturalidade. Se alguém perguntar o que acontece, respondemos que está incômodo, que a calça aperta", disse um dos participantes. A "missão secreta" foi concluída com uma reunião no Monumento da Revolução, no centro da cidade, com os "agentes" já vestidos.


Fonte:Terra.com.br

Prefeitura deve se reunir com PM e Samu para organizar atendimento


Prefeitura deve se reunir com PM e Samu para organizar atendimento
Diário de Suzano ed.: 9410 - 13 de janeiro de 2013

A Prefeitura de Suzano deve se reunir com representantes da Polícia Militar (PM) e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para organizar o atendimento às vítimas em ocorrências policiais. A reunião é necessária por conta de uma resolução (nº. 05/2013), publicada na terça-feira pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), que determinou que a prestação de socorro a essas pessoas não será mais feito pela PM em atendimento a ocorrência.
Embora, de acordo com a secretária de Saúde de Suzano, Valéria Riccio Genovezzi Fernandes, a resolução ainda tenha as normas e procedimentos que devem ser adotados, a administração deve realizar a reunião para decidir a forma de operação. A Prefeitura destacou ainda que a PM, o Samu e a nova administração suzanense "já trabalham em consenso".

MUDANÇA Na resolução está determinado que a PM, quando chegar a uma ocorrência com registro de lesões corporais graves, homicídio, tentativa de homicídio, latrocínio, extorsão mediante sequestro com resultado de morte ou ainda as decorrentes de intervenção policial, os policiais que primeiro atenderem a ocorrência devem ligar para o Samu, acionar o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) e preservar a área.
O Copom vai avisar o Departamento de Inteligência da Polícia Civil (Cepol), que será responsável por acionar a Superintendência da Polícia Técnico-Científica para a realização de perícia no local. Assim, a equipe da PM vai para delegacia registrar o Boletim de Ocorrência (B.O.).
Antes, a mesma equipe da PM que atendia a ocorrência levava a vítima para o hospital. Esses policiais só conseguiam registrar o B.O., onde era verificada a necessidade de perícia, depois que o hospital liberava a documentação.
De acordo com a PM, o local do crime ficava desprotegido e podia ser alterado. Além disso, o socorro, de fato, demorava mais, uma vez que a viatura da polícia não é adaptada para atendimento e transporte de vítimas.


Fonte:O Diário de Suzano

Gurgel nega que tinha decidido investigar Lula


Gurgel nega que tinha decidido investigar Lula

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Por enquanto, Lula está livre de investigações por parte da Procuradoria Geral da República, garante Robreto Gurgel / Foto Divulgação

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, divulgou uma nota hoje negando que já tenha decidido investigar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com base na acusação feita pelo operador do mensalão, Marcos Valério.
"A secretaria de comunicação do Ministério Público Federal informa que o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, ainda não iniciou a análise do depoimento de Marcos Valério, pois aguardava o término do julgamento da AP 470 (mensalão). Esclarece ainda que somente após a análise poderá informar o que será feito com o material. Portanto, não há qualquer decisão em relação a uma possível investigação do caso", informa o Ministério Público Federal.
Ontem, Gurgel disse que provavelmente enviará à primeira instância o depoimento de Valério de Souza no qual ele diz que recursos do esquema foram utilizados para pagar despesas pessoas de Lula.
Como ex-presidente, o petista não têm mais o chamado foro privilegiado, que restringe investigações e processos contra autoridades a instâncias superiores da Justiça.
Caberá então a procuradores que atuam na primeira instância da Justiça avaliar se abrem uma investigação contra Lula ou se arquivam o caso, se entenderem que não havia indícios contra ele.
Em dezembro, Gurgel já havia dito que, caso algo fosse encontrado em relação a Lula, o caso seria "encaminhado à Procuradoria da República de primeiro grau."
Assim que recebeu as informações de Valério, no segundo semestre do ano passado, Gurgel decidiu não fazer nada até o final do julgamento do mensalão, que terminou em dezembro com 25 condenados, entre eles o próprio Valério e o ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu.
Na avaliação das duas procuradoras da República que tomaram o novo depoimento de Valério, e do próprio Gurgel, não haveria nenhum fato bombástico, apenas informações que confirmariam o que foi denunciado ao STF.
A única informação nova seria a de que recursos provenientes do Banco Rural teriam sido usados não só para alimentar o esquema, mas também para pagar contas pessoais do presidente Lula.
O ex-presidente tem evitado se manifestar, mas disse que as declarações de Valério são mentirosas.
No final do julgamento do mensalão, o procurador-geral chamou Marcos Valério de "jogador", mas argumentou que nada deixaria ser investigado. (Folhapress)

Fonte:O Diário de Mogi