quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Coordenador de Serviços de Saúde confirma implantação de 40 leitos para dependentes químicos em Mogi das Cruzes, diz André do Prado


Felice_Prado.JPGCoordenador de Serviços de Saúde confirma implantação de 40 leitos para dependentes químicos em Mogi das Cruzes, diz André do Prado

Também foi confirmada abertura de 98 leitos de retaguarda no Hospital Arnaldo Pezzutti

Serão implantados no Alto Tietê 40 leitos para internação de dependentes químicos (álcool e droga) no hospital Dr. Arnaldo Pezzutti Cavalcante, em Mogi das Cruzes. Para que os trâmites administrativos sejam formalizados e concretizados em 2013, o coordenador de Serviços de Saúde da Secretaria de Estado da Saúde, Sebastião André de Felice, afirmou ao deputado estadual André do Prado que visitou as dependências do hospital na manhã desta segunda-feira, dia 17, para completar o projeto para instalação desse setor.

Com a finalização do projeto, segundo Felice, o Estado abrirá licitação no começo do ano que vem, para que os atendimentos sejam iniciados até o final de 2013. “Fiz uma vistoria in loco para verificar os procedimentos de reforma e ampliação das dependências do Hospital Dr. Arnaldo Pezzutti. Precisamos seguir os trâmites burocráticos, essas medidas são essenciais para que a unidade abrigue a clínica e ofereça os serviços para os dependentes químicos da região do Alto Tietê”, garantiu o coordenador de Serviços de Saúde.


A instalação desses leitos para dependentes químicos faz parte da lista de demandas da saúde incluídas no relatório da Frente Parlamentar do Alto Tietê, coordenada pelo deputado André do Prado, que foi entregue ao secretário estadual de Saúde, Dr. Giovanni Guido Cerri. “O cronograma de investimentos lista a implantação dos leitos no Pezzutti devido à boa estrutura existente, sendo adequado para tratamento do dependente químico. Precisamos ter uma rede de atendimento de baixa e media complexidade, como os Caps (Centro de Atenção Psicossocial), das prefeituras, para menor complexidade e o Estado, com o hospital, para alta complexidade”, afirmou André de Felice.


Desde o ano passado, o deputado André do Prado e políticos da região vêm desenvolvendo um trabalho na tentativa de viabilizar leitos para tratamento de dependentes de álcool e drogas, para atender pacientes do Alto Tietê. “Nossa região não conta com nenhum local público de tratamento a dependentes químicos, e este é um pedido da população. A nossa luta é que o governo priorize e dê celeridade ao projeto para que o Alto Tietê possa contar com esta clínica, haja vista que como representantes da região, defendemos esse beneficio para atender aos pacientes dos municípios. Estamos acompanhando de perto o andamento de todo o processo”, complementa André do Prado.


Outro assunto prioritário tratado na reunião foi à questão da abertura de novos leitos de retaguarda do Hospital Doutor Arnaldo Pezzuti Cavalcante, em Mogi das Cruzes. A proposta, segundo André de Felice, é abrir 98 leitos de internação de retaguarda em uma unidade com estrutura adequada como o Arnaldo Pezzutti. “Estamos finalizando o projeto de adequações para transferência dos casos já existentes e dos novos pacientes. Com isso, os 98 leitos de retaguarda do Hospital começarão a receber pacientes do Alto Tietê a partir do mês que vem, outubro, para oferecer mais serviços à população e desafogar os hospitais da região”, pondera o coordenador da Saúde.

Fonte:Clarissa Johara


Hospital de Ensino no Regional de Ferraz é confirmado para 2013, afirma coordenador de Serviços da Saúde ao deputado André do Prado


Andre do Prado _ Felice.JPGHospital de Ensino no Regional de Ferraz é confirmado para 2013, afirma coordenador de Serviços da Saúde ao deputado André do Prado

Hospital de Ensino no Alto Tietê começa a funcionar no próximo ano, com objetivo de diminuir problemas como falta de médicos na Região

Um Hospital de Ensino funcionará nas dependências do Osíris Florindo Coelho, o Regional, em Ferraz de Vasconcelos em 2013. A garantia foi dada pelo coordenador de Serviços de Saúde da Secretaria de Estado da Saúde, Sebastião André de Felice, ao deputado estadual André do Prado durante reunião realizada nesta segunda-feira (17), para debater o cronograma de ações do Governo do Estado na execução do projeto para implantação do hospital ensino.

De acordo com André de Felice, o convênio assinado com a UMC (Universidade de Mogi das Cruzes), os alunos do curso de Medicina da instituição farão estágios de medicina básica e residência no Hospital Regional. Segundo ele, apesar de o convênio ser voltado inicialmente para os alunos do curso de medicina, ele será estendido para outras habilitações da área da saúde como nutrição, fisioterapia e enfermagem.

 “O governo do Estado está preparando o edital para o projeto de execução, seguindo todas as exigências legais para que a implantação do Hospital de Ensino aconteça de fato no começo do ano que vem. A unidade será de ensino e pesquisa e seguirá as normas técnicas e as linhas de cuidados exigidas, permitindo aos alunos dos cursos da área da Saúde, em especial os de Medicina, realizar estágio, residência ou internato na unidade estadual”, afirma Prado, coordenador da Frente Parlamentar do Alto Tietê, que solicitou a reunião para ter conhecimento dos prazos da Secretaria de Saúde.

Preocupado com a falta de médicos na região, André do Prado destaca que o governo do Estado está determinado a implantar o Hospital de Ensino, no Regional, em Ferraz de Vasconcelos, pois ele trará, além de melhoria na saúde, facilidade aos jovens para estudar. “A proposta da Secretaria Estadual de Saúde visa diminuir, dentre outras demandas, problemas como falta de médicos na Região do Alto Tietê. É preciso integrar a rede dos serviços da saúde, otimizar o papel estratégico do hospital ensino na assistência hospitalar à população, na formação e reciclagem de profissionais de saúde e no estímulo para a unidade, que abrigará um campo de ensino e, ao mesmo tempo, terá a possibilidade de manter os profissionais no hospital”.

Para o coordenador de Serviços de Saúde, André de Felice, a parceria vai beneficiar ambas as partes. “A participação de uma universidade irá oxigenar o hospital, que tem problemas pontuais de assistência, mas que é uma unidade com alta taxa de ocupação e que tem prestado serviços relevantes aos municípios do Alto Tietê”, pontua.

Fonte:Clarissa Johara

sábado, 15 de setembro de 2012

Congresso analisa valor do mínimo



Congresso analisa valor do mínimo
SÁB, 15 DE SETEMBRO DE 2012 10:16
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Congresso analisa novo valor do salário mínimo e expectativa do PIB / Foto Divulgação

A proposta orçamentária que será examinada por deputados e senadores prevê despesas de R$ 2,25 trilhões para 2013. As receitas para financiar estes gastos são oriundas da arrecadação com impostos, contribuições sociais, dividendos das estatais, entre outras fontes administradas por órgãos federais. As informações são da Agência Senado.

Excluída a parcela de gastos com a dívida pública, o valor que sobra para atender os programas de governo, a folha salarial do serviço público e os investimentos soma R$ 942,5 bilhões. Essa é a chamada despesa primária. Desse valor, R$ 348,3 bilhões são destinados à Previdência Social. Nesta conta entram os gastos com aposentadorias e pensões do INSS, seguro-desemprego, salário-maternidade, entre outros. O investimento soma R$ 176,4 bilhões, valor que inclui as aplicações que serão feitas pelas empresas estatais, como Petrobras e Eletrobras.
"Como toda a lei orçamentária que vem para o Congresso, [o Orçamento] tem sempre um horizonte mais otimista", avalia Eliana Graça, assessora política do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc).
Salário mínimo
O projeto chega ao Congresso com o novo valor do salário mínimo: R$ 670,95, um aumento de 7,9% sobre o valor atual (R$ 622). O reajuste deve ficar um pouco acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) deste ano, estimado em 5,42%, segundo levantamento feito pelo Banco Central com analistas privados. O INPC é o indicador inflacionário usado para reajustar o salário base do País. Se ele se confirmar, o aumento real do mínimo será de 2,35%.
Do ponto de vista orçamentário, o valor do salário mínimo é importante porque impacta diversas despesas na área previdenciária e de assistência social, como aposentadorias e pensões, abono salarial e benefício de prestação continuada (BPC), pago a idosos e portadores de deficiência incapacitante para o trabalho.
A proposta traz ainda as projeções do governo para a economia no próximo ano. O Executivo estima que o Produto Interno Bruto (PIB) vai fechar o ano em quase R$ 5 trilhões, com um aumento de 4,5% sobre 2012. A inflação oficial (IPCA) vai ficar em 4,5%.
Aumento de servidor
A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, pediu ao relator-geral Romero Jucá (PMDB-RR) que evite elevar as despesas com pessoal, atendendo categorias que não foram contempladas com os reajustes negociados pelo Executivo em agosto.
O pedido teve apoio do senador. "As categorias que ficaram de fora terão de procurar o governo para chegar a um entendimento", disse Jucá. Ele lembrou que a praxe do Congresso é não mexer na programação das despesas com pessoal.
"O Congresso não tem onde mexer", afirma o diretor da Consultoria de Orçamentos e Fiscalização Financeira, Ricardo Alberto Volpe. Segundo o consultor, as carreiras que não fecharam acordo com o Executivo só devem ser contempladas com reajustes na próxima lei orçamentária, em 2014. (Folhapress)

Fonte:O Diário de Mogi

Beliscão


Jorge Moraes
Beliscão
Aliás, a determinação do "apoio total" a Serra é tanta, entre os tucanos, que a ausência à sabatina do prefeiturável, na capital, na tarde de ontem, realizada pelo jornal Folha de S. Paulo, poderia ser considerada falta imperdoável. Por isso, a candidata a vice-prefeita de Suzano, Viviane Galvão fez questão de "beliscar" o marido, o deputado estadual Estevam Galvão (DEM), para que encerrasse o discurso e "liberasse" o senador Aloysio Nunes de sua visita a Suzano para seguir para a capital e "cumprir" o compromisso de estar na sabatina.

Fonte:Mogi News