Maioria dos partidos já tem os nomes definidos dos candidatos que disputarão vaga na Câmara / Foto Arquivo
A campanha política vai ganhar as ruas de Mogi das Cruzes a partir de sexta-feira. Daí até as eleições municipais do próximo dia 7 de outubro, a população terá de conviver com santinhos, panfletos, faixas, bandeiras e assédio de cabos eleitoral em todos os cantos. Os partidos políticos já realizaram suas convenções e agora fazem os últimos acertos para homologação das chapas de candidatos a vereadores, que podem ser registradas até quinta-feira.
O prefeito Marco Aurélio Bertaiolli (PSD) deverá cumprir uma extensa agenda para conseguir inaugurar as obras até esta data, prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral para a participação dele em eventos desta natureza. Mesmo assim, ele disse que “Mogi não pode parar” e garantiu que os projetos vão continuar sendo executados normalmente por sua equipe de trabalho na Administração.
A maioria das legendas já está com todos os nomes definidos dos candidatos a vereador. Mas alguns partidos ainda enfrentam problemas para acertar a documentação final dos concorrentes, atendendo as exigências da Justiça. (Silvia Chimello)
Fonte:O Diário de Mogi
Segundo a Polícia Militar, o crime aconteceu por volta das 3h50 na rua Manoel Marques Brazão / Foto Divulgação
Dois ônibus foram incendiados na madrugada desta terça-feira (3) na região do Jardim Fortaleza, em Guarulhos (na Grande São Paulo). Com isso, sobe para 14 o número de coletivos incendiados no Estado desde o último dia 13. Ninguém foi preso ou ficou ferido na ocorrência de hoje.
Segundo a assessoria da Polícia Militar, o crime aconteceu por volta das 3h50 na rua Manoel Marques Brazão, onde os dois ônibus da Viação Jangada estavam estacionados. Criminosos teriam passado pelo local e iniciado o incêndio que destruiu totalmente um dos veículos e parcialmente o outro.
A PM não soube informar quantos criminosos participaram do crime nem se havia alguém nos ônibus no momento. O caso deve ser registrado no 7º DP de Guarulhos.
No início da noite de ontem, uma base da PM também foi atacada por criminosos na zona norte de São Paulo. Desta vez o alvo foi a base localizada na rua Ari da Rocha Miranda, na região do Jaçanã (zona norte).
Segundo a PM, o ataque aconteceu por volta das 19h, quando dois homens passaram pelo local em uma moto. O homem que estava na garupa efetuou cerca de quatro disparos em direção à base. Ninguém ficou ferido ou foi preso.
Ao menos outras sete bases já foram alvo de bandidos nas últimas semanas. A polícia investiga se os casos têm ligação com as mortes de PMs de folga ocorridas desde o último dia 13. Ao todo, sete PMs foram mortos. (Folhapress)
Fonte:O Diária de Mogi
Ao anunciar, de última hora, a sua decisão de não mais concorrer à Prefeitura de Mogi, ao contrário do que vinha sustentando até algum tempo atrás, o deputado estadual Luiz Carlos Gondim Teixeira (PPS) fez um discurso destilando mágoas contra tudo e contra todos, desde o governador Geraldo Alckmin (PSDB) até pessoas da Cidade que negaram apoio a seus planos políticos, não perdoando nem mesmo o seu próprio partido. A carga de emoção que o político tentou passar em seu pronunciamento, entretanto, não foi suficiente para aplacar a decepção generalizada entre seus companheiros de partido, especialmente aqueles que contavam com o respaldo de sua candidatura para disputar uma vaga na Câmara. E não foram somente os aliados do PPS que Gondim frustrou com sua decisão.
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CHORO Olhos marejados, o deputado Gondim Teixeira anuncia a desistência da candidatura, sob o olhar do presidente Delmiro Goveia / Foto Edson Martins
Fonte:O Diária de Mogi
As mudanças em estudo pelo governo envolvem a definição de uma idade mínima
O governo federal pretende votar em agosto, na Câmara dos Deputados, o projeto que promove mudanças no fator previdenciário. A ideia é fechar um acordo entre líderes de partidos, Ministério da Previdência e Ministério da Fazenda na próxima terça-feira. A votação ficaria para depois do recesso parlamentar.
A negociação para promover a alteração foi confirmada pela ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, durante café da manhã com jornalistas, nesta terça-feira. O fator previdenciário é uma equação utilizada para calcular a aposentadoria do segurado do INSS levando em consideração a idade ao se aposentar, o tempo de contribuição e a expectativa de vida.
"É importante a gente fazer a correção de algum tipo de injustiça que a fórmula do cálculo das aposentadorias embute no fator previdenciário. É correto isso? É, mas então vamos aproveitar isso pra discutir, dar uma reestruturada, e sustentabilidade maior na Previdência. Teve um dado que na semana passada me chamou muito a atenção. Em 1960, a expectativa de vida tava na faixa de 48 a 50 anos, hoje estamos em 73", afirmou a ministra.
As mudanças em estudo pelo governo envolvem a definição de uma idade mínima "maior" para a aposentadoria, levando em conta o aumento na expectativa de vida dos brasileiros.
Ontem, o secretário-executivo do Ministério da Previdência, Carlos Eduardo Gabbas, apresentou uma proposta prévia ao ministro Garibaldi Alves. Até amanhã, o governo pretende apresentar o esboço aos assessores das bancadas partidárias no Congresso.
"O Brasil não tem [uma idade mínima]. Nós temos uma fórmula que o fator previdenciário acaba fazendo uma recauchutagem nessa ausência da idade mínima. A tal da fórmula apresentada, somar a idade com tempo de contribuição, pode ser uma fórmula adequada. Mas basta a expectativa de vida crescer mais cinco anos, ou dez anos, que essa fórmula já fica defasada", explicou a ministra.
De acordo com Ideli, os líderes de partidos da base aliada sinalizaram a possibilidade de construir uma fórmula móvel, em que a soma (idade + tempo de contribuição) fosse adaptável à medida em que houver elevação da expectativa de vida dos brasileiros. "Quando a expectativa de vida subir, também subir o resultado da somatória", explicou.
Centrais
As centrais sindicais pretendem pressionar o comando da Câmara para colocar em votação na próxima semana o projeto de lei que estabelece o fim do fator previdenciário. Elas estão insatisfeitas com o governo, que quer trocar o fator por idade mínima para as novas aposentadorias.
"O governo quer ganhar tempo e nos enrolar. Não vamos esperar reunião alguma", disse o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP).
A equipe econômica defende para a aposentadoria de futuros trabalhadores as idades mínimas de 65 anos (homens) e 60 anos (mulheres).
Fator
O fator é o mecanismo criado no início dos anos 2000 para evitar aposentadorias precoces no setor privado. Ele leva em conta a idade do trabalhador ao pedir a aposentadoria, o tempo de contribuição e a expectativa de vida.
Assim, quanto menor for a idade da pessoa ao se aposentar, menor será o benefício recebido. Um homem com 55 anos e 35 de contribuição tem seu benefício reduzido em cerca de 30% devido ao fator. (Folhapress)
Fonte:O Diário de Mogi