quinta-feira, 23 de junho de 2011

Deputado André do Prado participa de reunião do Condemat e apoia propostas do grupo

Clarissa Johara
 2.jpg
A convite do prefeito de Arujá, Abel Larini, o deputado André do Prado participou na manhã desta segunda-feira (20), da reunião do Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat), presidido pelo prefeito arujaense. Participaram do encontro prefeitos e representantes de todos os municípios da região, além do deputado federal Roberto de Lucena. 


Durante a reunião, foram abordados diversos assuntos pelos prefeitos do Alto Tietê, porém, três pautas tiveram atenção especial nas discussões, como resíduos sólidos, Rodoanel e saúde.


De acordo com o deputado André do Prado, a questão do resíduo sólido ficou sob a responsabilidade do prefeito de Guarulhos, Sebastião Almeida, que presidirá uma comissão responsável por elaborar um estudo completo sobre o tema e, para tanto, cada município terá que preparar um relatório avaliando a questão individualmente.


Em relação à saúde, ficou decidido que o Condemat, com intermediação do deputado André do Prado, agendará uma reunião com o secretário Estadual de Saúde, Giovani Guido Cerri, para discutir os tópicos do relatório da saúde regional, que foi apresentado à Frente Parlamentar do Alto Tietê pelos secretários municipais, e que já foi entregue por Prado ao governador Geraldo Alckmin.


Outro tema abordado foi à questão do Rodoanel, no entanto, o consórcio já agendou uma nova reunião, que contará com a presença do presidente da concessionária SPMAR, Sérgio Santillan, responsável pela construção e gerenciamento do trecho leste, para discutir o tema que, apesar de não ser implantado em todos os municípios, envolve diretamente toda a região.


 “A reunião foi muito produtiva e foram debatidas várias pautas importantes para a região. O Consórcio estabeleceu algumas prioridades que merecem uma atenção maior como, por exemplo, os resíduos sólidos, a saúde regional e o Rodoanel. Estou à disposição dos prefeitos no que se fizer necessário, afinal o Condemat irá se fortalecer muito com a união de todos”, completou Prado.



Clarissa Johara


Assessora de Imprensa


Deputado André do Prado (PR)

Ao lado do governador, André do Prado participa do lançamento do hospital de Brás Cubas em Mogi

Clarissa Johara
Parlamentar destaca apoio de Costa Neto para implantação da unidade hospitalar no município
Mogi 33.jpg
O deputado André do Prado (PR), acompanhado do deputado Valdemar Costa Neto (PR), participou do lançamento oficial das obras do hospital municipal de Brás Cubas em Mogi das Cruzes. Durante a solenidade, o parlamentar acompanhou o governador Geraldo Alckmin (PSDB) e o prefeito da cidade, Marco Bertaiolli, que contou também com a presença de diversas autoridades políticas da região, ente elas, os prefeitos Márcio Alvino (Guararema), Abel Larini (Arujá) e Elzo Souza (Igaratá). 


Projetado em uma área de 10 mil metros quadrados, tendo ainda a missão de carregar consigo o nome do saudoso político que mais vezes foi prefeito de Mogi, o Hospital Municipal Waldemar Costa Filho estará pronto em 24 meses e terá Pronto-Socorro, Ambulatório e Centro Cirúrgico para média complexidade. A previsão é de que a unidade de saúde realize até duas mil consultas/mês e 500 cirurgias.


O Hospital Municipal Waldemar Costa Filho vai custar R$ 27,8 milhões e terá sete pavimentos. No térreo, funcionará o Pronto-Socorro, o primeiro andar concentrará consultórios das especialidades e também as salas de exames. O segundo andar abrigará os três centros cirúrgicos e mais a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com capacidade para 10 leitos. O terceiro pavimento será reservado para as máquinas, enquanto que nos outros pavimentos serão distribuídos os apartamentos. A princípio, serão 60 leitos (são 70 ao todo, incluindo a UTI), com capacidade futura para 150 acomodações. Também será construído o Centro de Reabilitação Fisioterápico, em fase de licitação pública e que vai custar R$ 3,350 milhões, sendo R$ 3 milhões em recursos federais.


Para o deputado André do Prado, hoje é um dia histórico e marca o início de um antigo desejo do distrito. “É uma obra esperada há décadas pela população e que vai significar uma grande mudança na qualidade de vida de quem mora no Distrito”, destacou o parlamentar ao enfatizar o empenho e dedicação do prefeito Bertaiolli junto ao deputado Valdemar Costa Neto, que liberou recursos para a concretização das obras. “Mogi cresce mais ainda com essa obra grandiosa. Uma Administração comprometida investe na melhoria da qualidade de vida da população. Por isso, parabenizo o prefeito e o empenho do deputado Valdemar por tantas benfeitorias”, afirmou Prado.


Classificada pelo prefeito Marco Bertaiolli como um dos principais pilares do plano de governo, “a unidade de saúde irá suprir o que a Santa Casa e o Luzia de Pinho Melo não conseguem fazer hoje. O hospital é o grande compromisso da minha administração com a população de Braz Cubas, assim como a canalização do Córrego dos Canudos, que também está em andamento. Estamos concretizando várias obras importantes para Mogi das Cruzes”, salientou Bertaiolli.



Clarissa Johara
Assessora de Imprensa
Deputado Andre do Prado

Ataque a sites do governo foi o maior já registrado, diz Serpro

A tentativa de invasão a sites do governo na madrugada desta quarta-feira foi a terceira sofrida no ano, mas a maior em volume de acessos já registrada, afirmou o diretor superintendente do Serpro (Serviço de Processamento de Dados), Gilberto Paganoto.


Segundo ele, foram registrados cerca de 2 bilhões de acessos em um horário em que, normalmente, eles são "praticamente nulos".


Presidência admite ter sofrido tentativa de ataque de hackers
Hackers afirmam ter tirado site da Petrobras do ar
Saiba mais sobre o grupo de hackers que atacou sites do governo


Em nota oficial divulgada hoje, a Secretaria de Imprensa da Presidência disse que o Serpro detectou um ataque entre 0h30 e 3h aos sites da Presidência da República, Portal Brasil e Receita Federal.


O Serpro diz que o ataque foi contido e que as informações destes sites estão preservadas. Os sites ficaram indisponíveis por cerca de uma hora.


De acordo com Paganoto, o "impressionante volume de acessos conseguido em tão pouco tempo" levou o Serpro a retirar os sites do ar entre a 0h40 a 1h40. O da Receita Federal, segundo o diretor do Serpro, permaneceu na rede.


Divulgação/Twitter


"LulzSecBrazil" anuncia suposto ataque a sites da Presidência e do governo federal
No entanto, funcionou com lentidão, causando a impressão de estar inacessível. No auge do ataque, foram verificados 300 mil acessos ao mesmo tempo, o mesmo número de declarações de Imposto de Renda que, segundo a Receita, chegou a ser enviado este ano no período de uma hora nos momentos de pico.


"Dois bilhões de acesso nesse curto período é um volume muito grande não suportável por qualquer provedor de sites na internet, mas sem dano nenhum a informações. São sistemas que, na gíria da informática, chamamos de robôs, colocados em provedores que ficam gerando os acessos", disse o diretor da Serpro. O objetivo, segundo Paganoto, geralmente é fazer pichações em sites ou conseguir dados após os "tumultos de acesso".


Segundo ele, para fazer os acessos foram usados provedores da Itália, mas podem ter outra origem.


ATAQUES


No início desta madrugada, um grupo de hackers chamado LulzSecBrazil afirmou ter tirado do ar os sites da Presidência da República e do governo federal.


O anúncio da ação foi divulgado pelo próprio grupo em seu perfil no Twitter. Por volta das 2h o acesso a ambos os sites era instável.


Divulgação/Twitter


"LulzSec" comemora a ação dos parceiros brasileiros em sua conta no Twitter
O grupo também reivindica a queda do site da Petrobras, que ficou fora do ar na tarde de hoje. Pelo Twitter, o grupo publicou mensagens de protesto como 'Acorda Brasil! Nao queremos mais comprar combustivel a R$2.75 a R$2.98 e expotar a menos da metade do preco! ACORDA DILMA!'.


A Petrobras informou, por meio de nota, que "o site recebeu alto volume de acessos simultâneos" e "o congestionamento momentâneo do servidor não causou nenhuma alteração de conteúdo ou dano de informações disponíveis".


HACKERS


O LulzSec, grupo internacional de hackers ativistas que atacou uma longa lista de sites governamentais e corporativos nos últimos meses, comemorou a ação dos parceiros brasileiros em sua conta no Twitter. 'Nossa unidade brasileira está fazendo progresso. Bom trabalho @LulzSecBrazil, irmãos!'.


Entre suas ações mais recentes, o LulzSec é apontado como responsável por invadir o site do Senado dos Estados Unidos e tirar do ar temporariamente o site público da CIA.


A palavra "Lulz" deriva da expressão "laugh out loud", ou "rindo alto".


Em um comunicado recente, o grupo convocou seus seguidores a invadir e causar dano a sites governamentais. "A maior prioridade é roubar e vazar quaisquer informações classificadas como governamentais, inclusive trocas de e-mails e documentos. Os maiores alvos são bancos e outros estabelecimentos de alto nível."


Fonte:Folha.com

PMDB recua e, agora, admite votar a favor de licitação especial para a Copa

Ofensiva de ministros, a pedido de Dilma, e promessa do Planalto de agilizar nomeações de cargos, leva dirigentes do partido a mudar o discurso um dia após terem criticado proposta original do governo que prevê sigilo dos orçamentos das obras


 O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA - Um dia depois de contestar o sigilo nas licitações de obras da Copa do Mundo de 2014, o PMDB mudou o discurso. Na quarta-feira, 22, lideranças peemedebistas no Senado deram declarações de que o partido deve seguir a orientação do Palácio do Planalto e votar a favor da Medida Provisória 527 que propõe o Regime Diferenciado de Contratações (RDC), cujo teor permite ao governo manter sobre sigilo o valor estimado de obras e contratações durante o processo de licitação para a Copa. O convencimento peemedebista ocorreu após o Planalto explicar detalhes da medida e anunciar que fará esforços para atender aos pleitos do partido por cargos.
Celso Junior/AE
Celso Junior/AE
Dilma recebeu o governador Tarso Genro (RS), ao lado dos ministros Guido Mantega e Ideli Salvatti
A mudança de tom foi vocalizada pelo presidente do PMDB, o senador Valdir Raupp (RO). "Não existe sigilo. O texto busca evitar o conluio de empresas no momento da licitação", afirmou.


O partido mudou de postura política após o movimento ordenado pela presidente Dilma Rousseff para que os peemedebistas fossem procurados para discutir a proposta.


Na quarta-feira pela manhã, Dilma convocou uma reunião de emergência com os ministros Gleisi Hoffmann, da Casa Civil, Ideli Salvatti, das Relações Institucionais, e Orlando Silva, do Esporte. No encontro de uma hora, os ministros relataram a Dilma que já haviam procurado o comando do PMDB. Ideli, inclusive, distribuiu um estudo à bancada. A presidente pediu aos ministros que seja mantida a posição de aprovar o RDC nem que seja preciso a visita deles ao Senado para explicar a proposta.


Orlando Silva e Ideli Salvatti, por exemplo, conversaram com o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Informaram a Dilma que Sarney amenizou as declarações dadas por ele contrárias à proposta. Na segunda-feira, Sarney havia afirmado que o Senado poderia derrubar a proposta de manutenção do sigilo do valor estimado durante a licitação. "Não sei por que foi incluído esse sigilo", disse Sarney.


No dia seguinte, diante da ofensiva do Planalto, Sarney disse aos ministros que se atrapalhou nas respostas a jornalistas e deu sinais de que está disposto a seguir a orientação do governo.


O Palácio mandou o recado de que fará esforços para atender aos pedidos de nomeações do PMDB para pelo menos 48 cargos. Foi o que Ideli disse a Sarney num jantar na terça-feira.


O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), foi outro que passou a agir em sintonia com o Palácio, após ter admitido a possibilidade de mudanças no texto. "Não existe obra sigilosa, existe um procedimento licitatório que não tem preço de referência divulgado." Já o líder do PMDB na Casa, Renan Calheiros (AL), afirmou que a aprovação do RDC "dependerá do poder de convencimento" do governo.


Na avaliação do governo, os ataques à MP são estimulados por setores empresariais. "Na nossa opinião, a crítica real feita ao sigilo na licitação vem por parte de setores econômicos, empresas que estão acostumadas a combinar preços previamente", disse ao Estado Orlando Silva.


Dilma pediu aos ministros celeridade na votação da MP na Câmara e no Senado. Se necessário, o Planalto poderá negociar a proposta do senador Aécio Neves (PSDB-MG) que muda o rito da tramitação das medidas provisórias. O texto prevê que uma comissão preliminar de parlamentares analise a validade da MP e dá ao Senado prazo de 45 dias para examiná-la após apreciada, dentro de 50 dias, pela Câmara. / ANDREA JUBÊ VIANNA, LEANDRO COLON, EDNA SIMÃO e ROSA COSTA


Fonte:O Estado de S.paulo