segunda-feira, 2 de maio de 2011

Osama bin Laden está morto; EUA estão em posse do corpo do terrorista

Osama bin Laden está morto; EUA estão em posse do corpo do terrorista

Do UOL Notícias
Em São Paulo

O líder da rede terrorista Al Qaeda, Osama bin Laden, está morto e seu corpo foi resgatado por autoridades dos Estados Unidos, informou a rede de televisão CNN no fim da noite do domingo. De acordo com as fontes ouvidas pela CNN, Bin Laden morreu durante um ataque dos EUA a uma mansão nos arredores de Islamabad, capital do Paquistão, país vizinho ao Afeganistão. O presidente dos EUA, Barack Obama, deve fazer um anúncio sobre a morte de Bin Laden nas próximas horas.
O maior atentado planejado por Bin Laden foi o ataque contra as Torres Gêmeas, em Nova York, no dia 11 de setembro de 2001. Na ocasião, dois aviões foram lançados contra os dois edifícios mais altos dos EUA, provocando a morte de cerca de 3.000 pessoas. O atentado fez com que os EUA, então liderados pelo presidente George W. Bush, lançassem uma ofensiva contra o Afeganistão, país que abrigava Bin Laden vários integrantes de sua rede terrorista, a Al Qaeda.
As forças armadas norte-americanas tinham há anos a prioridade de capturar vivo ou morto o terrorista saudita. Até então, Bin Laden sempre havia conseguido se escapar das forças americanas, alternando esconderijos nas áreas de fronteira entre o Afeganistão e o Paquistão.


Fonte:Uol.com

domingo, 1 de maio de 2011

PM e manifestantes de movimento contra o racismo entram em confronto em SP

PM e manifestantes de movimento contra o racismo entram em confronto em SP

Plantão | Publicada em 01/05/2011 às 14h52m
CBN
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SÃO PAULO - Pelo menos 200 manifestantes do Movimento Educafro de desentenderam com policiais militares durante um protesto contra atos de racismo, durante as comemorações do Dia do Trabalho na Praça da Sé, no centro de São Paulo. O grupo protestava contra uma rede de lojas, cujos seguranças teriam espancado um funcionário negro, no começo de abril, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Segundo informações da assessoria da PM, uma viatura da PM passou no meio do grupo e os manifestantes teriam reagido quebrando o vidro da viatura e de outro carro que estava estacionado no local. Os PMs usaram gás pimenta e balas de borracha para conter os manifestantes. A PM informa que ninguém ficou ferido.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2011/05/01/pm-manifestantes-de-movimento-contra-racismo-entram-em-confronto-em-sp-924358148.asp#ixzz1L9BclCFi 
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Fonte:Jornal O Globo

Drauzio Varella explica por que maconheiro velho reclama do baseado de hoje


Drauzio Varella explica por que maconheiro velho reclama do baseado de hoje

da Livraria da Folha

Divulgação/Polícia Federal - PE
Lavoura de maconha erradicada pela Polícia Federal no polígono da maconha, em Pernambuco
Lavoura de maconha erradicada pela Polícia Federal no polígono da maconha, em Pernambuco
Divulgação
Coletânea reúne melhores textos de Drauzio Varella
Coletânea reúne melhores textos do médico oncologista Drauzio Varella
O médico paulista Drauzio Varella, 67, é fera em apresentar os temas da medicina para leigos. Assim, o colunista da Folhaemplaca séries e mais séries sobre saúde no "Fantástico", dominical da Globo. Quem aprecia o trabalho do homem que deu voz aos presos em "Estação Carandiru" vai se deliciar com esta coletânea de crônicas publicadas na Folha ao longo de dez anos.
"A Teoria das Janelas Quebradas" traz 65 textos com assuntos bem variados. O consumo de drogas é um dos destaques. Drauzio escreve, por exemplo, sobre a dependência em maconha e cocaína, sem julgamentos morais. O médico se coloca na posição de amigo e evita qualquer imagem de superioridade. Ao falar de álcool, por exemplo, confessa que prefere uma cachacinha.
Siga a Livraria da Folha no Twitter
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O título do livro é uma referência a um dos textos, que sintetiza a ideia principal do livro: um médico atento às novidades que, antes de tudo, é um cidadão preocupado com o mundo e as pessoas a sua volta.
"Teoria das Janelas Quebradas" é uma tese defendida por americanos em 1982, segundo a qual a presença de lixo nas ruas e de pichação nas paredes provoca mais desordem, induz ao vandalismo e aos pequenos crimes.
Peter Dejong/AP
Turista fuma cigarro de maconha em café de Amsterdã, na Holanda.
Turista fuma cigarro de maconha em café de Amsterdã
Leia uma crônica de "A Teoria das Janelas Quebradas" sobre as queixas de usuários veteranos sobre qualidade da erva de hoje --ao notarem a perda da sensibilidade, alguns brincam com a fonética dizendo "não tô tintindo nada".
*
Todo maconheiro velho reclama da qualidade da maconha atual. Perto da maconha daquele tempo, dizem, a de agora é uma palha sem graça.
A observação é paradoxal, porque a maconha de hoje tem concentrações muito mais altas de THC, o componente psicoativo da planta, do que as contidas nos baseados de vinte anos atrás.
A queixa procede, no entanto. O THC inalado, ao chegar ao cérebro, libera quantidades suprafisiológicas de neurotransmissores -como a dopamina- ligados às sensações de prazer e de recompensa. Como tentativa de adaptação à agressão química representada pela repetição do estímulo, os circuitos de neurônios envolvidos na resposta, sobrecarregados, perdem gradativamente a sensibilidade à droga, produzindo concentrações cada vez mais baixas dos referidos neurotransmissores. Nessa fase, a nostalgia toma conta do espírito do usuário.
É por causa desse mecanismo de tolerância ou dessensibilização que o prazer induzido não apenas pelo THC mas por qualquer droga psicoativa diminui de intensidade com a administração prolongada. Se é assim, por que o usuário crônico insiste na busca de uma recompensa que não mais encontrará? Por que fraqueja depois de ter jurado parar? Por que alguém cheira cocaína mesmo quando vive o terror das alucinações persecutórias toda vez que o faz?
A resposta está nos circuitos de neurônios responsáveis pela motivação, memória e aprendizado.
João Wainer/Folha Imagem
Debate sobre plantio de maconha divide opiniões no PT
Debate sobre plantio de taba divide opiniões no PT; ouça
A memória e o processo de aprendizado, bem como a exposição do cérebro a drogas psicoativas, modificam a arquitetura das sinapses (o espaço existente entre dois neurônios através do qual o estímulo é modulado ao passar), dando início a uma cadeia de eventos moleculares capazes de alterar por muito tempo o comportamento individual.
Esse mecanismo compartilhado permite entender por que a "fissura" associada à abstinência costuma ser disparada por memórias ligadas ao ato de consumo da droga. Conscientemente, o usuário pode decidir tomar outra dose ao recordar a euforia ou a felicidade sentida antes. Estímulos sensoriais, no entanto, podem causar efeito semelhante: a visão do cachimbo de crack, o tilintar do gelo no copo, o esconderijo para fumar maconha. Até lembranças mais abstratas (um cheiro, uma música, um acontecimento, uma luminosidade) podem induzir à procura da droga mesmo na ausência de percepção consciente.
Não faz sentido falar generalizadamente em "efeito das drogas", visto que cada uma age segundo mecanismos farmacológicos específicos. Mas, se existe um efeito comum a todas elas, é a estimulação dos circuitos cerebrais de recompensa mediada pela liberação de dopamina, através da interação da droga com receptores localizados na superfície dos neurônios.
Está bem documentado que o bombardeio incessante desses neurônios reduz progressivamente o número de receptores que respondem à dopamina. À medida que o cérebro fica menos sensível à dopamina, o usuário começa a perder a sensibilidade às alegrias cotidianas: namorar, assistir a um filme, ler um livro. O único estímulo ainda intenso o bastante para ativar-lhe os circuitos da motivação e do prazer é o impacto da droga nos neurônios.
Essa inversão de prioridades motivacionais torna seus atos incompreensíveis. Não é verdade que o adolescente rouba o anel de estimação da mãe para comprar crack porque não tem amor por ela; ele o faz simplesmente porque gosta mais do crack.
A maioria dos que se libertaram da dependência de uma droga se queixa de que é preciso lutar pelo resto da vida contra a tentação de recair. Não conhecemos com exatidão os passos pelos quais as drogas psicoativas induzem alterações permanentes no cérebro. Mas os especialistas suspeitam que a resposta esteja nas distorções que elas provocam na estrutura das sinapses.
Nos últimos anos, foi demonstrado que, durante o processo de memorização, surgem novas ramificações nos neurônios. E que esses novos prolongamentos vão estabelecer sinapses duradouras com neurônios da vizinhança, aumentando a complexidade e a versatilidade da circuitaria nas áreas do cérebro que coordenam a memória.
Quando sensibilizamos camundongos à cocaína, ocorre fenômeno semelhante: surgem novas ramificações e novas sinapses, mas nos neurônios situados nas áreas que controlam os sistemas de recompensa e de tomada de decisões.
Os circuitos envolvidos no aprendizado e na memória estão sendo vasculhados pelos que estudam a neurobiologia da adição. Talvez esses circuitos nos permitam entender por que alguns experimentam drogas para viver uma experiência agradável e não se tornam dependentes, enquanto outros transformam seu uso em compulsão destruidora.
Lucas Ferraz/Folhapress
Em Buenos Aires, cookies de maconha são vendidos abertamente em uma festa badalada frequentada por brasileiros
Em Buenos Aires, cookies de maconha são vendidos abertamente em festa frequentada por brasileiros


Fonte:Folha.com

Marina Silva defende adiamento da votação do Código Florestal

01/05/2011 - 14h40

Marina Silva defende adiamento da votação do Código 

Florestal

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CAROLINA MATOS
DO RIO

A ex-ministra do Meio Ambiente do governo Lula, Marina Silva, que concorreu à presidência da República na última eleição pelo PV, defendeu hoje, no Rio de Janeiro, o adiamento da votação do novo Código Florestal.
Luiz Carlos Murauskas - 25.mar.11/Folhapress
Ex-ministra Marina Silva, que defendeu hoje, no Rio de Janeiro, o adiamento da votação do novo Código Florestal
Ex-ministra Marina Silva, que defendeu hoje, no Rio de Janeiro, o adiamento da votação do novo Código Florestal
"A presidenta Dilma se comprometeu no segundo turno das eleições que, se não houvesse uma proposta razoável, ela vetaria", afirmou. "O melhor é adiar a votação para que se tenha um tempo e, de forma transparente, discutir com a sociedade."
Marina Silva participou, na capital fluminense, de mais uma rodada de discussões promovida pelo PV na campanha de "transição democrática" do partido, lançada há pouco mais de um mês.
Os integrantes do PV que defendem essa ideia, do qual Silva faz parte, propõem mudanças no estatuto, como em relação às diretorias do partido (que, hoje, são provisórias) e ao tempo de permanência no cargo do presidente nacional (que, atualmente, é ilimitado).

Fonte:Folha.com