sábado, 23 de abril de 2011

Festival reúne chorões hoje na Cidade

Festival reúne chorões hoje na Cidade

INICIATIVA Xavier Filho e Rabicho comandam o 1º Festival de Choro, que selecionou 20 composições para disputar prêmios em dinheiro e troféus
SABRINA PACCA
Hoje, a partir das 19 horas, o público mogiano poderá conferir o 1º Festival de Choro "Prêmio Nilton Delphin", organizado pela produtora cultural Gente Bamba e pela Associação Cultural Flor do Itapeti, ambas comandadas pelos músicos José Luiz da Silva, o Rabicho, e Xavier Filho. O evento, que comemora o Dia Nacional do Choro, acontece na sede do Sindicato dos Bancários, na Rua Engenheiro Eugênio Motta, 102, no Jardim Santista, e tem entrada gratuita.
De acordo com Rabicho, o festival recebeu, ao todo, 42 inscrições, das quais 20 composições foram selecionadas para disputar prêmios em dinheiro, além de troféus. O músico se surpreendeu com a participação dos chamados "chorões" de outros estados, como Minas Gerais e Rio de Janeiro. "Tivemos a ideia de fazer o festival para preservar essa particularidade de Mogi das Cruzes, que sempre teve uma forte ligação com o chorinho. No entanto, recebemos inscrições de outras cidades do Estado de São Paulo, como também de Betim, em Minas, e de Volta Redonda, no Rio. Então, pensamos em uma coisa local e acabou se tornando nacional. Por um lado, ficamos felizes porque isso demonstra que o brasileiro ainda preserva o choro em sua cultura musical, mas, por outro, nos deixa chateados a baixa procura dos músicos mogianos que, sabemos, têm capacidade para participar de uma iniciativa como essa. Achamos que, talvez, isso tenha acontecido por ser a primeira edição. Para o ano que vem, acreditamos que o festival tomará outras proporções", explicou Rabicho, destacando que, entre os poucos inscritos de Mogi estão Jony do Cavaquinho, André Cruz e Henriette Fraissat.
Os compositores que participarão da disputa se apresentarão, ao vivo, com seu próprio grupo musical, para um corpo formado por sete jurados bem selecionados, segundo Xavier. "O júri é composto por músicos de São Paulo e de Mogi das Cruzes, que darão notas às apresentações. O nome do grande vencedor será conhecido hoje mesmo", ressaltou o compositor.
A premiação para o primeiro lugar é de R$ 1,5 mil. Já a segunda colocação e a terceira receberão, respectivamente, R$ 1 mil e R$ 500,00. Todos os concorrentes ganharão um troféu de participação.
Rabicho e Xavier resolveram dar o nome de Nilton Delphin ao prêmio do 1º Festival de Choro como forma de carinho. O músico, que veio de Barra Mansa (RJ), em 1969, para trabalhar na Valmet de Mogi, acabou conhecendo os chorões da Cidade, com destaque para os senhores Julinho Borba e Sebastião Xavier (já falecidos) e Eurico de Souza, até hoje reverenciados no cenário musical mogiano.
"Quando o Delphin chegou a Mogi, logo começou a frequentar a barbearia do seu Julinho e a compor, junto com eles, esses choros maravilhosos. Em 2002, eu e meu amigo Claudio Assis chegamos a colocar o Delphin no estúdio e a gravar suas composições. Ele faleceu em 2006 e não teve tempo de ver o disco pronto, que pretendemos lançar ainda neste ano e levará o nome de Choro Nosso", adiantou Rabicho.


Fonte:O Diário de Mogi

Chalita confirma ida para o PMDB

Chalita confirma ida para o PMDB 


BRASÍLIA
O deputado federal Gabriel Chalita (PSB-SP) acertou com o vice-presidente da República, Michel Temer, que ingressará no PMDB em maio, com direito a uma festa de filiação em São Paulo. Líderes e dirigentes nacionais do PMDB já estão sendo convidados a participar do evento em que Chalita será apresentado aos eleitores como pré-candidato do partido à prefeitura da capital paulistana em 2012.
A pressa do deputado em deixar o PSB tem razões pragmáticas: O PMDB quer que ele seja a estrela do programa eleitoral do partido que irá ao ar em junho. "Ele já bateu o martelo comigo e com o (ministro da Agricultura) Wagner Rossi e está decidido a sair do PSB até correndo risco de ter o mandato questionado na Justiça", diz o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN).
Como a regra da fidelidade partidária estabelece que o mandato parlamentar pertence ao partido, e não ao deputado, Chalita adiantou ao PMDB que tem argumentos políticos para justificar a troca de legenda perante a Justiça Eleitoral. Lembrou sua inimizade política com o prefeito Gilberto Kassab e as negociações da direção nacional socialista com o criador do novo PSD, com vista à fusão das duas siglas.
Em conversas com peemedebistas, também ressaltou que sua "incompatibilidade" com Kassab é total. Embora a fusão tenha saído da pauta política das duas legendas, ele argumenta que ela foi fartamente noticiada ao longo de dois meses e que não pode correr o risco de permanecer no PSB e ser surpreendido com esta notícia, pois não há espaço para os dois na mesma legenda.
Confiante quanto ao futuro partidário de Chalita, Alves diz que a preocupação do PMDB hoje é apenas a de dar "toda a ênfase" à filiação do socialista, com um ato político à altura do deputado eleito com 560 mil votos, a segunda maior votação do Estado de São Paulo, atrás apenas do palhaço Tiririca (PR).
Encerrada a velha disputa na cúpula do PMDB paulista entre a ala governista comandada por Temer e os rebeldes liderados por Orestes Quércia, morto em dezembro do ano passado, a estratégia é reconstruir a regional paulista hoje minguada na capital, a partir de uma candidatura "robusta" à prefeitura da maior cidade brasileira.
"O Chalita é um parlamentar fortíssimo, uma liderança nova, e será uma das melhores conquistas do PMDB", aposta o líder Henrique Alves.
Na iminência de perder o parlamentar, um dirigente nacional do PSB diz que "Chalita saiu mal do PSDB e está saindo mal do PSB, depois de ter se juntado ao PT por pura birra com o ex-governador tucano José Serra". Este dirigente entende que Chalita conta com a simpatia do governador tucano Geraldo Alckmin, na expectativa de ser uma espécie de Kassab de Alckmin.
É uma referência ao apoio velado que Kassab teria recebido de Serra na briga pela prefeitura paulistana em 2008, quando o atual governador foi derrotado. No caso de Serra vir a se candidatar à prefeitura em 2012, o apoio a Chalita seria o troco de Alckmin.
Chalita foi secretário de Educação no governo Alckmin, de 2003 a 2007, e estreou na política em 2008, como vereador tucano campeão de votos em São Paulo. Mas deixou o PSDB em setembro do ano seguinte, filiando-se ao PSB.

Fonte:O Diário de Mogi

Caixinha de fósforo; Samba de raiz na Estação Sabaúna

Caixinha de fósforo
Samba de raiz na Estação Sabaúna
Show faz parte do projeto "Música na Estação", que procura prestigiar os clássicos do cenário musical brasileiro
Suéller Costa
Da Reportagem Local
Divulgação

Dando continuidade ao projeto "Música na Estação", o grupo Caixinha de Fósforo retorna ao espaço para contagiar o público com um repertório que homenageará os clássicos desse estilo musical
O samba de raiz, representado por renomados músicos e compositores da geração de Adoniran Barbosa, Paulinho da Viola, Noel Rosa e Cartola, será prestigiado hoje à noite na Estação Cultural Sabaúna. Dando continuidade ao projeto "Música na Estação", o grupo Caixinha de Fósforo retorna ao espaço para contagiar o público com um repertório que homenageará os clássicos desse estilo musical. Os integrantes voltam a tocar no local depois de dez anos. Por isso a apresentação promete ser especial. O show será às 22 horas na estação ferroviária. Os ingressos serão vendidos a R$ 7.

O grupo é formado por Regiane Pomares, Wando, Pedrão, Iyrapoan e Paulo Henrique. Eles são prestigiados na região por preservar o samba de raiz. Para esta noite, os músicos prepararam um repertório especial. Clássicos de Adoniran Barbosa, Paulinho da Viola, Cartola, Noel Rosa, dentre outros, serão conferidos pelo público.
Contemplada como um Ponto de Cultura, mensalmente, a Estação de Sabaúna recebe atrações culturais por intermédio do projeto "Música na Estação". O show desta noite abre a programação de 2011. A ocasião é uma oportunidade de reunir músicos que têm as músicas brasileiras tradicionais como suas paixões. As apresentações reúnem um repertório variado. Além do samba de raiz, choro e MPB contagiam o espaço, que, em média, atrai cerca de 150 pessoas.

Fonte:Mogi News 

Eu vou!