Espaço, conhecido como Buraco do Bidu, está localizado no encontro das ruas Luiz João Bourg e Pedro Battani
Foto: Junio Lago/PMMC
Com as obras, local passa a ter estrutura adequada para a utilização pela população
A Prefeitura de Mogi das Cruzes entrega amanhã, às 10h, as obras do Complexo Esportivo Jardim Camila, implantado no local popularmente conhecido como Buraco do Bidu. O espaço recebeu um investimento de cerca de R$ 250 mil da administração municipal para a implantação de equipamentos esportivos para utilização da população.
O Complexo Esportivo do Jardim Camila está recebendo um campo de futebol society com grama sintética do programa Bola na Rede, uma Academia da Terceira Idade (ATI), uma quadra de street ball e uma quadra de vôlei de areia. Os trabalhos foram desenvolvidos pelas Secretarias Municipais de Obras, Esporte e Lazer e Serviços Urbanos.
"A prefeitura vem investindo na implantação e recuperação de espaços esportivos em diversas regiões da cidade, com foco na utilização pela comunidade, integração entre as pessoas e promoção de saúde. Este é o caso do Jardim Camila, que terá toda a estrutura para a utilização dos moradores", destacou o prefeito Marcus Melo.
O espaço, popularmente conhecido como Buraco do Bidu, é uma área municipal que fica no encontro das ruas Luiz João Bourg e Pedro Battani. A prefeitura vinha realizando a manutenção do local, com serviços de limpeza. Com as obras, o local passa a ter estrutura adequada para a utilização pela população.
O campo de futebol será o quarto equipamento no modelo do programa Bola na Rede implantado pela Prefeitura. Em 2017, a prefeitura entregou a Arena Água Verde, também localizado no Jardim Camila. Já no ano passado, foram inaugurados os campos da Vila Cléo, localizado na rua Maestro Benedito Olegário Berti, e do Jardim Santa Tereza, na rua Kazuo Sumizomo com avenida Shozo Sakai, ao lado da Unidade Básica de Saúde do bairro. Até 2020, o programa contará com 11 unidades, implantadas em diversas regiões da cidade. Entre os locais que deverão ser contemplados estão os distritos de Cezar de Souza, Jundiapeba e Braz Cubas, nos Bairros da Divisa e nas proximidades da Região Central. Já a ATI implantada no Complexo Esportivo do Jardim Camila será a 83ª da cidade e a quarta entregue neste ano. Em 2018, já receberam o benefício a praça Cícero Alves dos Anjos, no Mogilar, a rua Dona Áurea Martins dos Anjos, em Jundiapeba, e uma área na avenida Benedito Pereira de Faria, no Jardim Aracy.
A quadra de street ball será a segunda estrutura da modalidade entregue neste ano pela prefeitura. Em junho, foram inauguradas as quadras no Parque Centenário. Além disso, Mogi das Cruzes possui outros dois núcleos onde é possível jogar o basquete 3x3.
Eles ficam no Parque da Cidade e na Praça do Basquete de Rua, localizada na Vila Industrial.
Jardim Camila
O Complexo Esportivo será a terceira área municipal de lazer e prática de esporte na região do Jardim Camila revitalizada pela Prefeitura nos últimos anos.
Em 2018, o Centro Esportivo do Jardim Camila foi revitalizado, recebendo uma ATI, serviços de pintura, melhorias da quadra de areia e reparos hidráulicos nos banheiros. Cerca de 230 pessoas são beneficiadas com as aulas realizadas no local.
O espaço também recebe atividades de lazer na quadra poliesportiva coberta, campo de futebol e quadra de vôlei de areia.
Já a Arena Água Verde foi entregue à população em 2017 e foi o primeiro local do Projeto Bola na Rede. O local recebeu campo de futebol com grama sintética, drenagem, iluminação em LED e melhoria nas estruturas existentes de alambrado e arquibancada. Os vestiários e o piso das quadras passaram reforma
Fonte:Mogi News
Mestre em direito previdenciário comentou sobre as mudanças na aposentadoria com a reforma
Por Fernando Barreto - de Suzano17 JUL 2019 - 23h56
Luciana explicou mudanças que vão ocorrer com aprovação da reforma
Foto: Sabrina Silva/DS
A mestre em direito previdenciário, a Luciana Moraes de Farias, comentou sobre as mudanças que vão ocorrer nas aposentadorias, caso a proposta de Reforma da Previdência seja aprovada. Seu depoimento foi no programa DS Entrevista, da última terça-feira (16). No programa ela explicou as mudanças que vão ocorrer com a aprovação da reforma. Ela destacou pontos considerados cruciais, como para quem possui direito a aposentadoria por insalubridade e aposentadoria por invalidez.
Ela buscou também explicar, de modo prático, como a reforma vai afetar o bolso dos trabalhadores.
Invalidez e Insalubridade
Para esta categoria, ela demonstrou apreensão, visto que as mudanças serão muito drásticas. Quem possui direito a insalubridade - direito para quem trabalha em profissões que trazem risco a saúde - terá, com a aprovação da reforma, obrigação de completar 61 anos de idade. "Quem tem direito à aposentadoria por insalubridade, que hoje a lei permite se aposentar com 25 anos trabalhados, terá, além de trabalhar por 25 anos, precisará ter 61 anos de idade", disse a especialista. Quem tem direito a aposentadoria por invalidez, com a aprovação da reforma, receberá 60% da média dos salários. Isso, caso o trabalhador tenha trabalhado menos de 20 anos.
Ganhar menos
Perguntada se com esta reforma, os trabalhadores vão ganhar menos e trabalhar mais, ela respondeu com um simples e direito. "É isso. Com essa reforma, os trabalhadores vão precisar trabalhar mais, mas vão ganhar uma porcentagem menor daquilo que tem direito", afirmou Luciana. Durante a entrevista, a especialista ainda buscou dar orientações sobre o que fazer. Ela afirmou que as pessoas não devem se desesperar, e o objeto é regularizar tudo que tem de hoje para trás.
"As pessoas não podem se desesperar. Eu aconselho baixar o aplicativo 'Meu INSS', porque lá poderão ver tudo que possuem de irregular com empresas que já passaram. E não deixem de buscar os documentos que estão errados ou que não possuem. Corram atrás das empresas que trabalharam e peçam os documentos comprovando o tempo trabalhado", orientou a especialista.
Fonte:Diário de Suzano
As coisas simples me deixa muito feliz, um café, estar entre amigos e um bom bate-papo. Após um dia de muitos compromissos, chegando na Chácara dos Baianos para uma “ Festa da Comunidade Rosa Mística, passei na casa do amigo Miro para tomar um delicioso cafezinho. Que por sinal caiu super bem rsrsrs Agradeço aos queridos amigos Miro, Abenilda, Gleyci e Guilherme pelo carinho de sempre #CafeComAmigos
#VerFarofa #CafeAmigosBatePapo
#EspalheEssaIdeia
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Francimário Vieira - Farofa
10 horas atrás3 min. - Tempo de leitura
Silvia Chimello
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TEMOR Famílias buscam negociação para postergar a desocupação de moradias em Jundiapeba. (Foto: Eisner Soares)
Cerca de 450 famílias instaladas em uma região próxima às margens do rio Jundiaí, no distrito de Jundiapeba correm o risco de serem despejadas de suas casas nas próximas semanas. O processo de desocupação dos terrenos está sendo movido pela Prefeitura de Mogi por se tratar de uma área de manancial, onde há riscos de enchentes e alagamentos. A Coordenadoria de Habitação afirma que a decisão judicial afeta apenas de uma pequena parte de moradores, mas não indica qual seria este número.
O vereador Rodrigo Valverde (PT) propõe um encontro entre a Prefeitura e uma comissão de moradores. O objetivo é reverter a decisão já informada aos moradores. “Tentamos evitar o despejo das famílias que não têm onde se abrigar”.
Os moradores, que se instalaram em uma faixa de até 200 metros às margens do Jundaí, receberam na última sexta-feira uma citação judicial sobre a decisão de remover as construções. A Justiça concedeu um prazo de 15 dias para que as famílias possam contestar a decisão.
As residências afetadas estão nas ruas Professora Lucinda Bastos, Jordânia, Marrocos e outras áreas na várzea do Jundiaí. Um dos moradores, André Luiz Maceno conta que possui a documentação do seu imóvel que, segundo ele, estaria regularizado.
Ele disse que está “revoltado” porque achava que já havia um acordo com o prefeito Marcus Melo (PSDB) sobre a questão. “Ficamos surpresos e revoltados com essa notificação judicial, porque o próprio prefeito tinha garantido que não iria mexeria com os moradores e, agora parece que mudou de ideia ”. A promessa, lembra, havia sido obtida após uma intermediação do vereador Antônio Lino (PSD).
Os moradores reclamam que a Prefeitura preserva empresas próximas do rio, entre elas, uma fábrica de bebidas e uma metalúrgica.
A Coordenadoria Municipal de Habitação informa, através de nota, que há mais de quatro anos foi desenvolvido um trabalho de desocupação das margens do Rio Jundiaí, por se tratar de área de proteção permanente e área de risco de inundação. Na ocasião, cerca de 450 famílias foram transferidas para apartamentos do programa Minha Casa Minha Vida, “porém uma pequena parcela dessas famílias rejeitou, à época, o atendimento habitacional”, motivo que levou Prefeitura a ingressar com ações judiciais.
A Prefeitura esclarece que continua aguardando, por parte do governo federal, a retomada do programa Minha Casa Minha Vida e que “também está aberta a outras parcerias que possibilitem a produção de moradias populares que sirvam como solução habitacional para casos dessa natureza”.
Fonte:O Diário de Mogi