Com anúncio feito ontem, na liberação de R$ 14,7 milhões, a previsão para o término dos trabalhos é de um ano
Foto: Irineu Júnior/Secop Suzano
Prefeito Rodrigo Ashiuchi esteve com o governador Geraldo Alckmin, na capital
O prefeito de Suzano, Rodrigo Ashiuchi, participou de solenidade no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, na manhã de ontem, para assinatura do contrato referente à realização da segunda etapa da reconstrução da Estação Suzano da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). O investimento será de R$ 14,7 milhões, compreendendo melhorias nas áreas internas, construção de plataformas e instalação de uma unidade de treinamento de condutores de trens.
O evento foi realizado no Salão dos Despachos da Casa Civil do Palácio dos Bandeirantes e contou com a presença do governador Geraldo Alckmin (PSDB); do secretário de Estado interino de Transportes, Michel Cerqueira; do presidente da CPTM, Paulo de Magalhães; dos deputados estaduais Estevam Galvão de Oliveira (DEM) e André do Prado (PR); e da primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade de Suzano, Larissa Ashiuchi.
O contrato assinado entre o governo do Estado, a Prefeitura de Suzano e a CPTM prevê a construção de uma nova plataforma, novas escadas rolantes e pontos de acessibilidade. Também está prevista a implantação de um centro de formação e treinamento com simuladores, visando o aprimoramento de até 300 maquinistas da companhia. As obras terão início imediato e devem durar 12 meses.
A primeira etapa da obra da estação, que fica na rua Doutor Prudente de Moraes, foi inaugurada em fevereiro de 2016. Já no início deste ano foi inaugurada a passarela suspensa no lado sul da estação, além de novos elevadores e escadas rolantes para os mais de 35 mil usuários por dia.
Nos discursos das autoridades presentes, o deputado Estevam agradeceu ao empenho do governo estadual para as melhorias realizadas em Suzano, enquanto que o governador Alckmin reforçou o papel fundamental do transporte público de massa como fator na melhoria da qualidade de vida e da mobilidade urbana na Região Metropolitana de São Paulo.
Já o prefeito Ashiuchi reforçou o caráter transformador que a nova estação teve na paisagem, que passou a integrar diversas intervenções realizadas na cidade sob sua administração. "Hoje temos mais um importante contrato com o governo do Estado que influencia no nosso plano de mobilidade urbana, que, juntamente com a conclusão da Marginal do Una e da alça do Rodoanel, fará uma grande transformação em nossa cidade", afirmou.
Durante a solenidade, estavam presentes membros do primeiro escalão da administração municipal, José Alves Pinheiro Neto, secretário de Transportes e Mobilidade Urbana e Jefferson Ferreira, assessor especial da Secretaria de Segurança Cidadã, além de parte dos vereadores e representantes da comunidade suzanense.
Fonte:Mogi News
1 de dezembro de 2017 DESTAQUE
Obra deve duplicar sete quilômetros da Mogi-Dutra. (Foto: Arquivo)
NATAN LIRA
O Consórcio Construcap/Copasa será o responsável por realizar uma obra aguardada há mais de 10 anos no Alto Tietê: a duplicação do trecho final da Rodovia Mogi-Dutra, entre Mogi e Arujá. A notícia foi publicada nesta sexta-feira (1º) no Diário Oficial do Estado (DOE) e confirma o nome adiantado por O Diário. O custo é de mais de R$ 121 milhões e o prazo de término está estimado em até 24 meses. O próximo passo, de acordo com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), é a empresa assinar o contrato e recolher o valor de garantia – caução contratual – para dar início aos trabalhos.
No último dia 16, o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD) sinalizou a “não objeção” às intervenções, dando aval para o financiamento das propostas recebidas até o mês de junho pelo Estado. No dia seguinte, o DOE publicou o ranking das empresas aprovadas no processo de licitação, onde o consórcio Construcap/Copasa já aparecia em primeiro lugar, com o orçamento de R$ 121.939.663,12.
Na segunda-feira, o consórcio vencedor deverá divulgar as informações referentes ao início da obra. O edital prevê que os serviços ocorram do km 32 ao km 39,45, no entroncamento com a Rodovia Alberto Hinoto (SP-056), próximo à Presidente Dutra (BR-116). A duplicação será realizada com a implantação de barreiras de concreto, fato que viabilizará a segregação das pistas. O projeto executivo prevê ainda a construção de viadutos para acesso e retorno, implantação de três passarelas, retificação da geometria de uma curva acentuada no km 36 e a revitalização completa da sinalização.
Com a conclusão dos serviços, todo o trecho inicial da rodovia até Mogi das Cruzes, aproximadamente 17,5 quilômetros, terá maior capacidade de tráfego. Além disso, a duplicação da Mogi-Dutra deverá beneficiar 500 mil habitantes no deslocamento diário. Por dia, a estrada é utilizada por cerca de 51 mil veículos.
Além do Bird, participam do financiamento a Agência Multilateral de Garantia de Investimentos e o Banco Santander. A obra faz parte do Programa de Transporte Logística e Meio Ambiente, da Secretaria de Estado de Logística e Transportes.
A informação do DOE também foi comemorada pelos deputados estaduais da Região. Luiz Carlos Gondim (SD) relembrou os anos de luta para conseguir a duplicação. “Considero uma vitória para a Região, porque além de garantir mais segurança aos usuários, a duplicação vai promover o desenvolvimento econômico do Alto Tietê, especialmente dos municípios de Mogi das Cruzes e Arujá, atendidos pela rodovia, próxima ao Distrito Industrial do Taboão”, comentou. André do Prado (SP) destacou que as empresas serão as mais beneficiadas com a obra, já que a matéria-prima chegará com mais facilidade e haverá maior praticidade para escoar os itens produzidos pelas fábricas. “Os motoristas vão ter dispositivos de segurança e melhores condições de trafegar”, enfatizou.
Com a conclusão dos serviços, todo o trecho inicial da rodovia até Mogi, aproximadamente 17,5 quilômetros, terá maior capacidade de tráfego. Além de beneficiar 500 mil habitantes no deslocamento diário. Por dia, a estrada é utilizada por cerca de 51 mil veículos.
Fonte:O Diário de Mogi
Por Felipe Pontes – da Agência Brasil01 DEZ 2017 - 14h31
Para quem ainda não realizou a biometria, será necessário apresentar, além do aplicativo no celular, um documento com foto
Foto: Sabrina Silva/Divulgação
O brasileiro poderá a partir de agora dispensar o uso do título de eleitor em papel. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou hoje (1°) um aplicativo de celular que substitui a necessidade de portar o documento na hora de votar.
O e-título trará todas as informações que constam no papel e, para os eleitores que já fizeram o cadastramento biométrico – que inclui também foto –, bastará o celular para votar.
Para quem ainda não realizou a biometria, será necessário apresentar, além do aplicativo no celular, um documento com foto. Cerca de 47% dos 146,7 milhões de eleitores fizeram o cadastramento biométrico até o momento.
Para o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, a iniciativa representará economia de recursos públicos, uma vez que não será mais necessário, por exemplo, reimprimir todos os títulos de eleitores que mudaram de zona eleitoral para as próximas eleições.
"Tínhamos para isso [reimpressão de títulos] separados de R$ 200 milhões a R$ 230 milhões", disse o ministro, dinheiro que, em boa parte, deve ser economizado, segundo ele.
De acordo com o TSE, o aplicativo que dispensa o uso do título foi desenvolvido sem a necessidade de compra de qualquer equipamento ou contratação de serviço externo. A Corte Eleitoral, no entanto, não especificou quanto do orçamento interno do tribunal foi alocado para o projeto.
O aplicativo foi uma iniciativa do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Acre com o objetivo de evitar que moradores de localidades muito distantes tivessem de ir até o cartório eleitoral apenas para imprimir o título. Agora, bastará baixar o aplicativo, sendo obrigatório comparecer à sessão somente nos casos de primeiro registro.
O e-título está disponível para aparelhos que funcionam com o sistema operacional Android, na Play Store. A versão para iPhone, que utiliza o sistema iOS, poderá ser baixada em no máximo 10 dias, de acordo com o TSE. Ainda não há previsão de lançamento para outro sistemas operacionais.
Fonte:Diário de Suzano
Novidade foi lançada ontem em Mogi pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Comunicações, Gilberto Kassab
Foto: Ney Sarmento/PMMC
Prefeituras terão que aderir à iniciativa, que será aberta na semana que vem
O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab (PSD), apresentou ontem para o Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat), o programa Internet para Todos. A ideia é que a região receba os primeiros pilotos do projeto, que promete disponibilizar conexão para as áreas que não são atendidas pelas operadoras. Para participar, os prefeitos precisam aderir ao programa que será aberto oficialmente na próxima semana.
A liberação do sinal para as chamadas "áreas de sombra" será possível pelo lançamento de um satélite, que custou cerca de R$ 3 bilhões. "É um programa de fácil acesso, baixo custo, pois o governo federal arcou com todas as despesas da sua implantação. Agora, vamos efetivamente implantá-lo em todo o país", afirmou Kassab.
O governo federal já mapeou 40 mil áreas no Brasil que não contam com acesso à internet. Os municípios inseridos nesses locais podem aderir ao programa. Para participar da ação, as prefeituras terão obrigações. "Ela terá que tomar ciência das áreas que não têm conectividade, procurar terrenos onde possam ser instaladas as antenas, aprovar a lei de isenção do ISS (Imposto Sobre Serviço) e começar tomar providência para a segurança do terreno, onde estará o equipamento", detalhou o ministro.
A administração municipal também ficará responsável pela conta de energia. Além do Internet para Todos, Kassab informou que os municípios têm o direito de solicitar ao governo federal a instalação de internet em escolas e unidades de saúde, que não sejam contempladas por sinal de internet. No caso das escolas, são 7 mil unidades em 2018 e 35 mil no total. O satélite possibilita ainda o monitoramento das fronteiras do Brasil.
O diretor técnico de operações da Telebras, Jarbas Valente, informou que a capacidade de atendimento aos usuários vai depender de quantas antenas forem instaladas nos pontos escolhidos pelas Prefeituras.
Além do sinal de internet, em alguns casos também será disponibilizada a telefonia fixa. "A gente dimensiona, calcula e coloca a antena. Existe o equipamento que repete o sinal que pode chegar a 5 quilômetros de cobertura. O valor para o usuário vai ser praticamente o de custo, cerca de R$ 35 por mês para uma banda larga de 10 megabites por segundo", disse.
O presidente do Condemat, Adriano Leite, afirmou que as cidades estão interessadas em aderir ao programa e que o consórcio poderá intermediar a tratativa. "Sabemos que pela extensão territorial dos 11 municípios tem muitas áreas descobertas", avaliou.
Para o vice-presidente da Facesp, Marco Bertaiolli, a escolha do Alto Tietê "abre espaço para que todas as cidades coloquem antenas gratuitas em todos os bairros periféricos, para que todos tenham acesso ao wifi, telefonia celular, inclusive à conectividade entre os prédios públicos".
Fonte:Mogi News