Definição sobre bens de Junji sai segunda
SÁB, 12 DE OUTUBRO DE 2013 11:00
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Caso envolve o ex-prefeito Junji Abe, as empresas Mito e Júlio Simões, oito agentes públicos e empresários / Foto: Arquivo
O juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública de Mogi das Cruzes, Bruno Machado Miano, deve decidir, na próxima segunda-feira (14), se acata ou não o pedido do Ministério Público (MP), feito por meio da Promotoria de Justiça de Mogi das Cruzes, para que os bens do ex-prefeito e atual deputado federal, Junji Abe (PSD), de duas empresas de transporte coletivo e de mais oito empresários e agentes públicos sejam bloqueados.
O MP ajuizou uma ação de responsabilidade civil por ato de improbidade administrativa na qual pede a concessão de liminar para que a Justiça decrete a indisponibilidade dos bens de Junji, das empresas Mito Transporte e Turismo e Júlio Simões Transportes e Serviços, além dos empresários Fernando Antônio Simões, Antônio Alexandre Eroles, Antônio Adriano Eroles, José Carlos Pavanelli Eroles; do atual secretário municipal de Transportes, Nobuo Aoki Xiol; e dos ex-secretários José Odair Pereira Diniz, Alexandre Ripamonti e Elen Maria de Oliveira Valente Carvalho.
O valor da ação foi estabelecido em mais de R$ 2,5 bilhões, “a fim de garantir o ressarcimento aos cofres públicos municipais de prejuízos causados por licitação fraudulenta, em caso de condenação futura”, diz o MP. Esse montante foi calculado, de acordo com a Promotoria, somando os valores dos contratos, atualizados, mais a multa prevista na Lei de Improbidade Administrativa. (Sabrina Pacca)
Fonte:O Diário de Mogi
Mogianos terão internet gratuita
SÁB, 12 DE OUTUBRO DE 2013 00:00
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E-mail, sites de notícias e informações on line serão acessados gratuitamente nas ruas de Mogi / Foto: Arquivo
O projeto Cidade Digital, que vai levar internet sem fio a diversos pontos de Mogi das Cruzes, foi aprovado pelo prefeito Marco Bertaiolli (PSD) e pode entrar no Orçamento Municipal já no próximo ano. O valor, estimado em R$ 2 milhões, irá contemplar, entre outros equipamentos, a compra de 150 antenas de transmissão de sinal. Quando for implantado, quem tiver um celular, um tablet ou um notebook poderá acessar o e-mail, sites de notícias, redes sociais e toda informação disponível online de forma gratuita nas ruas da Cidade, assim como já acontece nos terminais de ônibus.
O projeto foi dividido em duas partes. A primeira vai abranger todo o Centro de Mogi das Cruzes, podendo chegar desde César de Souza até Braz Cubas, com início previsto em 2014. A segunda será mais pontual, em áreas da zona rural da Cidade. Atualmente, cinco pontos já possuem acesso sem fio gratuito: a Praça da Juventude, terminais de ônibus Estudantes e Central, e os parques Leon Feffer e Centenário.
Conforme explicou Antero Rodrigues Junior, secretário-adjunto de Gestão Pública e encarregado de executar o Cidade Digital, após a implantação, os mogianos poderão utilizar o sinal gratuito em dispositivos móveis, em qualquer ponto da área de cobertura, e a uma velocidade de 512 quilobits por segundo (kbps), suficiente para checar e-mails, visualizar documentos e fazer pesquisas sem problemas. A conexão, no entanto, é lenta para vídeos e fotos em alta resolução. (Danilo Sans)
Fonte:O Diário de Mogi
Orientação
Mogi terá ação contra a pirataria
Profissionais do Procon estarão no centro e em Brás Cubas em campanha para conscientizar os consumidores
Cleber Lazo
Da Reportagem Local
Amilson Ribeiro
Muitas pessoas vendem produtos falsificados nas ruas de Mogi
O combate à pirataria será tema de uma campanha realizada pelo Procon de Mogi das Cruzes hoje, no Largo do Rosário, e amanhã, em Brás Cubas. A iniciativa é parte de uma campanha estadual.
Os consumidores poderão tirar dúvidas sobre como identificar os produtos falsificados e receberão a cartilha "Produto ilegal - como identificar e evitar sua compra". Ela foi elaborada pelo Procon de São Paulo e pelo Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP).
De acordo com o coordenador do Procon da Prefeitura de Mogi, Isidoro Dori Boucault, a ideia é alertar os mogianos sobre os riscos e os prejuízos gerados pela compra desse tipo de objeto sem garantia de procedência.
"Essa suposta economia baseada em produtos piratas, invariavelmente, é ineficaz", disse. "Nosso objetivo é que o consumidor não veja vantagens em adquiri-los. Vamos apresentar não somente os riscos para a pessoa que obtém estes itens, mas também os prejuízos gerados a toda sociedade", destacou Dori.
"Trata-se de uma bomba de efeito retardado. Quando alguém compra óculos ou pilhas falsificados, por exemplo, dias depois da utilização, a visão será prejudicada, porque o material não é o indicado, e o mesmo acontece com a pilha, que vai explodir ou ter algum tipo de vazamento de substância que destruirá o equipamento", orientou Boucault. "Isso sem contar que não há nenhum tipo de garantia. Se houver algum problema, não existirá nota fiscal para exigir o reparo por meio do seguro", ponderou o coordenador do Procon.
O Largo do Rosário e a região central de Brás Cubas foram escolhidos pelo fato de serem áreas com maior incidência de comércio ilegal.
Balanço
Segundo a Secretaria Municipal de Segurança Pública, que também participará da campanha, apenas em mídias (CDs e DVDs) piratas, foram apreendidas em Mogi, até o início deste mês, 27.467 unidades. Em 2011, foram 65.991 e, em 2012, 50.943. Parte do material foi apreendida pela Polícia Militar.
Fonte:Mogi News
Brás Cubas
Hospital inicia atividades com exames e até cirurgias
Cleber Lazo
Da Reportagem Local
Erick Paiatto
Hospital está praticamente pronto e será aberto no ano que vem
O Hospital Municipal de Brás Cubas iniciará as atividades com toda parte ambulatorial e a realização de pequenas cirurgias. A expectativa é de que a unidade comece a atender a população no primeiro trimestre de 2014. A administração municipal aguarda a chegada dos móveis que estão sendo feitos sob medida. Um pedido para que a fabricação fosse acelerada foi realizado pela Prefeitura.
De acordo com o secretário-adjunto de Saúde de Mogi, Marcello Cusatis, as especialidades e os atendimentos oferecidos vão "se moldar" conforme a necessidade da rede. "O plano diretor ainda está sendo elaborado, mas podemos adiantar que ele deverá iniciar com o ambulatório e as cirurgias de pequeno porte. Assim como ocorreu com a Unica (Unidade Clínica Ambulatorial, de Jundiapeba), será necessário um tempo até que possa estar funcionando com um modelo de gestão que atenderá às necessidades dos pacientes e de acordo com o sistema de saúde municipal", disse.
"O Hospital Municipal fará tudo aquilo que outras unidades médicas do município não oferecerão. O mesmo vai ocorrer com a Única e o Dr. Arnaldo (Hospital Dr. Arnaldo Pezzuti Cavalcanti, também em Jundiapeba), que está sendo integrado. Um completará o outro", salientou o secretário.
Cusatis garantiu que a Prefeitura já conta com toda a verba necessária para comprar os equipamentos. São R$ 6,5 milhões oferecidos pelo governo estadual e R$ 3 milhões de uma emenda do deputado federal Valdemar Costa Neto (PR), condenado pelo esquema do mensalão. "O plano diretor, que está na fase final, também vai indicar qual será o gasto mensal", informou.
A abertura do chamamento público para a contratação da organização social que administrará o hospital será aberta até o fim deste mês. O secretário-adjunto disse que não poderá atender às exigências dos vereadores.
Os parlamentares mogianos, especialmente Francisco Bezerra de Melo Filho (PSB), o Chico Bezerra, fizeram lobby para que a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM) fique de fora do chamamento. A SPDM já administra o Hospital das Clínicas Luzia de Pinho Melo, alvo frequente de reclamações dos pacientes, e o Ambulatório Médico de Especialidades (AME) de Mogi.
"Eu não posso atender a esta solicitação dos vereadores. Todas as organizações sociais aptas poderão participar. Não posso simplesmente dizer que uma ou outra entidade ficará de fora de um chamamento público. Isso seria cercear um direito", ponderou Cusatis.
Fonte:Mogi News