sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Câmara Movimento quer saber quem é contra ou a favor de aterro

Câmara
Movimento quer saber quem é contra ou a favor de aterro
Integrantes de grupo pretendem tornar públicas as opiniões de cada vereador do município
Jamile Santana
Da Reportagem Local
Amilson Ribeiro

Nem todos os vereadores já declararam publicamente se são contra ou a favor da instalação de um aterro sanitário no município
O movimento "Aterro não, usina sim!" vai procurar a Câmara de Mogi das Cruzes e listar, vereador por vereador, quais parlamentares são contra e quais são favoráveis à implantação de um aterro sanitário em Mogi das Cruzes. A decisão foi tomada após o movimento conhecer a opinião de alguns vereadores que abordaram o tema na primeira sessão legislativa após o recesso. 
A polêmica foi levantada pelo vereador Mauro Araújo (PMDB), que é favorável à implantação de um aterro sanitário municipal ou regional. Ele, Francisco Bezerra de Melo Filho (PSB), Protássio Nogueira (PSD), Olímpio Tomiyama (PSC) e Benedito Faustino Taubaté Guimarães (PMDB) defendem que, com o Grupo de Autuação Especial do Meio Ambiente (Gaema) assumindo a pesquisa de qual tecnologia para a destinação final do lixo é mais viável e a paralisação do processo de implantação de uma usina de incineração de lixo entre os municípios do Alto Tietê e a Sabesp, o aterro seria uma alternativa "mais prática". No entanto, nem todos assumem que esta é uma brecha para o aterro que a Queiroz Galvão quer implantar no distrito do Taboão e que deve receber lixo da Grande São Paulo. 
Os vereadores Caio Cunha (PV), Clodoaldo Moraes (PT) e Iduígues Martins (PT) são contra o aterro sanitário. Os três defendem a indicação de outra tecnologia, seja incineração com geração de energia, biometanização ou outro modelo. "Reafirmamos e manifestamos o nosso posicionamento em favor do movimento contra o aterro no Taboão. O foco hoje é a contrariedade ao aterro e nisto somos firmes em nossa posição", disse Moraes, em nota enviada ao Mogi News. 
Já os vereadores Antonio Lino da Silva (PSD) e Juliano Abe não definiram um posicionamento. "Não tenho opinião, preciso me interar mais", disse Lino. "Nós temos de ir embasados em dados técnicos. Nenhum empreendimento é isento de impactos ambientais. Os técnicos é que devem apontar o que poluirá menos", disse Juliano Abe, que é presidente da Comissão Permanente de Meio Ambiente da Câmara. 
"Estamos defendendo uma tecnologia moderna para a cidade que não seja enterrar lixo. Queremos saber quais vereadores são favoráveis à instalação de um aterro sanitário. Vamos querer saber de um por um e tornar isso público. Vamos nos articular com grupos populares como o Vem pra rua", explicou Silvio Marques, um dos integrantes do movimento contra o aterro. 

Fonte:Mogi News

Paulo Skaf

Paulo Skaf

Mauro Araújo visitou o deputado estadual Jorge Caruso, também do PMDB, com quem o parlamentar mogiano solicitou uma reunião com Paulo Skaf, presidente do Sesi. O encontro será agendado em breve pela assessoria do deputado para que o vereador aborde o pré-candidato ao governo do Estado sobre o impasse entre o Sesi e a Prefeitura.

Fonte:Mogi News

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Boas-vindas

Boas-vindas
"Acho que ele quer dar as boas-vindas aos vereadores neste segundo semestre. Pediu que eu chamasse quem quisesse para a reunião. Resolvi convidar os 23, mas não sei quantos de fato irão. Já faz umas duas semanas que não converso com o prefeito". Na pauta de hoje, nenhum assunto ´importante´ ou bombástico.
Daniel Carvalho

Cidadão Mogiano
O deputado estadual André do Prado (PR) deverá ser o mais novo "Cidadão Mogiano". A homenagem é de autoria do republicano Rinaldo Sadao Sakai e para ser aprovada ainda precisa ser submetida a apreciação dos vereadores.
Guararemense
O homenageado nasceu, na verdade, na cidade de Guararema. Formou-se em Análise de Sistemas pela Universidade de Mogi das Cruzes, foi vereador por duas legislaturas, ingressou na política em 1992 a convite do atual prefeito Márcio Alvino, foi vice-prefeito, secretário de Saúde e eleito prefeito pelo PL em 2004.

Emendas parlamentares
Prado é deputado estadual pelo PR com 86.346 votos angariado em 386 municípios e é o quarto vice-presidente nacional da legenda. Para Mogi já destinou R$ 630 mil em emendas para ajudar as entidades do município, além de ações em outras áreas.

Fonte:Mogi News

terça-feira, 30 de julho de 2013

Mais Médicos: 21% são brasileiros

Mais Médicos: 21% são brasileiros
SEG, 29 DE JULHO DE 2013 18:00
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Brasileiros que concluíram cadastro do Programa Mais Médicos são 21% dos inscritos / Foto: Divulgação


O balanço final do Programa Mais Médicos contabilizou 3.891 médicos com diploma brasileiro inscritos que finalizaram o cadastro para participar da iniciativa. O total corresponde a 21% dos 18.450 médicos que se inscreveram inicialmente no programa. O prazo para os inscritos completarem o cadastro e apresentarem documentos venceu às 11h59 de domingo (28).

O balanço final do programa foi divulgado hoje (29) pelo secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Mozart Sales, ao participar de audiência pública no Conselho Nacional do Ministério Público.

Os médicos com diploma estrangeiro que entregaram a documentação são 766, mas o número ainda deve aumentar, já que eles têm até 8 de agosto para concluir o processo. O total de médicos com diploma estrangeiro inscritos foi 1.920.

Em balanço divulgado sexta-feira (26), dos 18.450 inscritos, 3.123 médicos já haviam entregado os documentos necessários e 8.307 apresentaram números inválidos de registro em conselhos regionais de Medicina.

Os municípios que aderiram ao programa são 3.511. Juntos, eles demandaram 15.460 médicos para trabalhar na atenção básica.

Lançado em julho, por medida provisória, o Programa Mais Médicos tem como meta levar profissionais para atuar durante três anos na atenção básica à saúde em regiões pobres do Brasil, como na periferia das grandes cidades e em municípios do interior. Para isso, o Ministério da Saúde pagará bolsa de R$ 10 mil.

O programa também prevê a possibilidade de contratar profissionais estrangeiros para trabalhar nesses locais, caso as vagas não sejam totalmente preenchidas por brasileiros. A medida tem sido criticada por entidades de classe, sobretudo, pelo fato de o programa não exigir a revalidação do diploma de médicos de outros países. (Agência Brasil)

Fonte:O Diário de Mogi