PM é morto a tiros na zona sul
SEG, 10 DE SETEMBRO DE 2012 09:42
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Família de PM voltava para casa após culto religioso / Foto Divulgação
Um policial militar foi morto a tiros na Estrada do M'Boi Mirim, na região do Jardim Angela, zona sul de São Paulo, por volta das 21h de ontem (10).
Segundo a polícia civil, o policial chegava de carro em casa com uma criança quando criminosos armados dispararam vários tiros e fugiram.
O PM foi levado ao Hospital Municipal do M'Boi Mirim, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. A criança que estava dentro do carro não se feriu.
O caso foi registrado 47º Distrito Policial, no Capão Redondo.
Outro caso
Um policial militar reformado foi morto a tiros em frente a uma padaria na avenida Dom Pedro I, na Vila Pires, Santo André, na noite de sábado.
Segundo a polícia, dois homens usando capacetes em uma moto sem placa se aproximaram do policial. O garupa sacou uma arma e disparou ao menos três tiros no policial que estava dentro de um carro. Os assassinos fugiram. (Folhapress)
Fonte:Diário de Mogi
SP ainda tem trânsito lento
SEG, 10 DE SETEMBRO DE 2012 10:05
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Estradas que ligam o litoral sul à capital continuam com trânsito lento / Foto Divulgação
O paulistano que optou por retornar na manhã de hoje (10) do feriado prolongado de Sete de Setembro ainda encontra lentidão nas estradas que ligam o litoral sul à capital. De acordo com a Ecovias, concessionária que administra o Sistema Anchieta-Imigrantes, principal ligação da capital com a Baixada Santista, por volta das 9h as filas de carros formavam 4 quilômetros de congestionamento na Rodovia Imigrantes e 3 na Anchieta.
Os trechos de congestionamento nas rodovias federais, por outro lado, são considerados normais para o horário pela Polícia Rodoviária Federal. Na Régis Bittencourt, que liga o Sudeste ao Sul do país, o trânsito está mais lento na chegada à capital paulista. A Via Dutra, que liga São Paulo ao Rio de Janeiro, tem lentidão entre os quilômetros 229 e 231 e no trecho próximo a Guarulhos, entre os quilômetros 218 e 225. (Camila Maciel – ABr)
Fonte:Diário de Mogi
Fogo atinge favela de Paraisópolis
SEG, 10 DE SETEMBRO DE 2012 10:42
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Durante o incêndio uma pessoa foi socorrida com intoxicação / Foto Divulgação
A favela de Paraisópolis, na zona sul de São Paulo, foi atingida por um incêndio na manhã de hoje (10). Uma pessoa foi socorrida com intoxicação.
Segundo os bombeiros, o fogo teve início na rua Itajubaquara, por volta das 8h40, e já tinha sido controlado às 10h. Ao todo, cinco carros da corporação foram deslocados para o local.
Apesar de controladas as chamas, o trabalho de rescaldo continuava no local por volta das 10h. As causas do incêndio ainda serão apuradas. Também não foi informado quantas casas foram atingidas.
Com 43 mil habitantes, Paraisópolis entrou na lista do IBGE como a maior favela da cidade de São Paulo no fim do ano passado. É a oitava maior favela do país.
Outros casos
No último sábado, uma outra favela foi atingida por um incêndio na região do bairro de Cumbica, em Guarulhos (na Grande São Paulo). O incêndio teve início por volta das 7h, na avenida Santos Dumont. Nove carros dos bombeiros foram deslocados para o local. Ninguém ficou ferido.
Na última segunda-feira, um outro incêndio destruiu parte de uma favela na região de Campo Belo, na zona sul de São Paulo. 285 barracos foram atingidos e três pessoas ficaram feridas.
Apenas na capital paulista, houve 32 incêndios em favelas desde o início deste ano. Em 2011, foram 79 ocorrências -número mais baixo registrado desde 2008, quando 130 favelas pegaram fogo. (Folhapress)
Fonte:O Diário de Mogi
Saúde
Mogi faz 1ª cirurgia de ATM por vídeo
Paciente passou mais de 30 anos sentindo dores e conseguiu o diagnóstico que a levou a realizar a operação
Daniel Carvalho
Gustavo Tralli é especialista e fez a operação de Rosângela
Rosângela Alves Leonardo tem 47 anos e passou mais de 30 deles sentindo fortes dores de cabeça e no maxilar e incômodos para comer e para se comunicar por causa de uma deformação em parte das articulações da mandíbula. Nessas três décadas, buscou, sem sucesso, um diagnóstico que revelasse o que exatamente ela tinha e o que deveria fazer para se curar. Passou por diversos médicos, dentistas e outros profissionais de saúde especializados para tentar encontrar uma solução para o problema que a fez até parar de trabalhar. Agora, ela comemora o resultado da primeira artroplastia de ATM (Articulação Temporomandibular) por meio de vídeo realizada em Mogi das Cruzes.
"Quando eu tinha 14 ou 15 anos, precisei fazer uma cirurgia de retirada das amídalas e houve uma complicação durante o procedimento. Eu fiquei tanto tempo com a boca aberta que, quando a operação terminou, ela travou. Eu não conseguia mais abrir a boca. Depois, foi voltando, mas nunca mais ficou como era antes. Notei que alguma coisa estava diferente", conta Rosângela.
Os problemas de Rosângela começaram a aparecer a partir daí. Sua boca e seu maxilar começaram a entortar para a esquerda e as dores nesta região e na cabeça passaram a ser constantes. "Minha boca estalava quando eu comia e, a cada ano, a dor ficava mais forte e mais reincidente. Eu estudei e trabalhei como instrumentadora por muito tempo, mas chegou uma hora em que a dor era tão forte e tão incômoda que eu tive de abandonar o trabalho. As coisas foram ficando piores. Eu deixei de ter vida social, porque tinha vergonha dos estalos e do formato torto que a minha boca passou a ter".
A instrumentadora, assim como a maioria dos portadores de deficiências na região da mandíbula, demorou para saber qual era o seu problema e o que seria necessário para solucioná-lo. "Quando eu descobri o que era, ninguém queria pegar o meu caso. Levei muito tempo até encontrar o doutor Gustavo Tralli (especialista neste tipo de procedimento). Ele abraçou a minha causa, me ajudou a conseguir a cirurgia pelo plano de saúde e finalmente o dia da operação chegou. Depois que fiz o procedimento, experimentei uma das sensações mais incríveis da minha vida, porque eu não lembrava mais como era passar o dia sem sentir dor. Foi como nascer de novo".
Rosângela se surpreendeu com o resultado e com a recuperação. "Foi tão difícil encontrar uma maneira de resolver o meu problema, que achei inacreditável a facilidade da recuperação. Hoje, pouco mais de um mês depois da cirurgia, tenho uma vida normal e um dia a dia com qualidade, como não tinha há mais de 30 anos".
Casada e mãe de dois filhos, Rosângela já tem planos para esta nova fase da vida: "Vou voltar a estudar e pretendo voltar a trabalhar também".
Fonte:Mogi News