Marcos Chagas
Da agência Brasil
Em Brasília
A defesa de alguns governadores eleitos e do próprio presidente do PSB e governador reeleito de Pernambuco, Eduardo Campos, da volta da cobrança da Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF) repercutiu no Senado. O presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), disse hoje (5) que apesar de a presidente eleita, Dilma Rousseff, ter dito que não pensa em qualquer proposta neste sentido nada impede que o Congresso tome a iniciativa.
"Isso não impede que aqui dentro das casas do Congresso tenha a iniciativa parlamentar restaurando a CPMF", disse Sarney. Ele acrescentou que a primeira alteração neste sentido já foi apresentada pelo senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE).
O líder do Democratas, Antonio Carlos Júnior (DEM-BA), por sua vez, ponderou que com uma oposição numericamente mais fraca em 2011, os parlamentares terão que "jogar pesado" para evitar que a iniciativa prospere. "Vamos trabalhar para segurar", acrescentou o parlamentar. A criação da Contribuição Social de Serviços (CSS), que tramita na Câmara, nada mais é do que a recriação da CPMF, destacou o democrata.
“Todos sabemos – e a própria presidente eleita parece pensar o mesmo – [a necessidade] de uma reforma no sistema tributário nacional, que desonere a produção e prestação de bens e serviços e que fortaleça o pacto federativo. O Brasil não precisa de mais impostos”, ressaltou o líder do DEM.
O vice-líder do PSDB, Álvaro Dias (PR), qualificou de "escabro e escárnio" qualquer tentativa dos governadores ou da presidente eleita de levar adiante a ideia. Com a mesma avaliação do colega do DEM, de a oposição trabalhar com um bloco bem mais reduzido – no Senado, o número de parlamentares contrário ao governo cai de 33 para 22 – Dias afirmou que esses partidos terão que se desdobrar para conseguir uma dissidência na base governista que impeça o andamento da matéria.
uol.com - 05/11/2010
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Luizinho da Vila: 'A continuidade é da política, não das pessoas', d...
Luizinho da Vila: 'A continuidade é da política, não das pessoas', d...: "03/11/2010 - 11h53 SIMONE IGLESIAS MÁRCIO FALCÃO DE BRASÍLIA Em entrevista surpresa ao lado da presidente eleita Dilma Rousseff, o p..."
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
'A continuidade é da política, não das pessoas', diz Lula sobre governo Dilma
03/11/2010 - 11h53
SIMONE IGLESIAS
MÁRCIO FALCÃO
DE BRASÍLIA
Evaristo Sá/AFP
SIMONE IGLESIAS
MÁRCIO FALCÃO
DE BRASÍLIA
Em entrevista surpresa ao lado da presidente eleita Dilma Rousseff, o presidente Lula afirmou na manhã desta quarta-feira que a petista montará o governo "com a cara dela" e negou que tenha pedido a permanência de ministros na nova equipe. "A continuidade é da política, não das pessoas", afirmou Lula, acrescentando: "Rei morto, rei posto".
O presidente disse ainda que vai dar uma lição de como ex-presidentes devem se comportar, afirmando que vai assistir a atuação de Dilma da arquibancada, uniformizado e "sem corneta". Evaristo Sá/AFP
| Lula nega medidas impopulares nos últimos dois meses de governo |
A entrevista foi dada no Palácio do Planalto depois de uma visita de Dilma que não estava agendada. Por causa do encontro, Lula desmarcou reunião da coordenação política.
Na fala com os repórteres, Lula afirmou ainda que a eleição de Dilma representa a vitória "dos que perderam em 1968". Ironizando o candidato derrotado José Serra (PSDB), ele demonstrou reticência em se candidatar à Presidência em 2014, afirmando que Dilma tem a preferência. Segundo ele, é muito "pequeno" discutir 2014 agora.
"Senão vai chover bolinhas de papel em nossa cabeça", declarou, em referência à agressão sofrida por Serra durante a campanha.
Lula apelou ainda para que a oposição não faça com Dilma o que teria feito com ele. "A política da vingança, de trabalhar para não dar certo."
Folha.com - 03/11/2010
Carros da Polícia Militar terão câmeras para filmar ruas de Mogi em 360 graus
Ferramenta que a polícia vai usar possibilitará uma visualização em 3D de ruas, assim como o software Google Street View
Jamile Santana
Da reportagem local
Reproduções Google Maps
Inicialmente, 240 viaturas serão equipadas com as câmeras. "Elas farão parte deste projeto-piloto, que prosseguirá até março do ano que vem. Já temos duas viaturas em funcionamento e o resultado tem sido positivo".
O volume maior de câmeras instaladas vai permitir uma análise melhor de como o equipamento poderá ajudar os policiais a combater o crime e garantir a sua própria segurança. O Alto Tietê poderá ser contemplado com uma das 240 câmeras no projeto-piloto, mas o parâmetro de prioridade de instalação ainda não foi definido pela polícia. As viaturas irão receber dois tipos de equipamentos. São as câmeras e os computadores de bordo, que irão permitir que a equipe acesse todas as informações sobre a ocorrência e tenha acesso ao banco de dados da polícia de forma rápida. A PM já comprou 18 mil computadores e cada unidade custa R$ 2.200. Já as câmeras custam R$ 2.400. Cada um dos quatro lados do carro recebe uma câmera com cobertura de 160 graus de visão. "Apesar de ter o mesmo efeito, não será igual ao carro do Google Street View, com aquela câmera enorme no teto. As câmeras irão resultar na maior produtividade do trabalho dos policiais", destacou. Com a tecnologia, será possível mapear áreas com maior índice de crimes, além de obter a gravação de todas as ocorrências atendidas.
Mogi News - 03/11/2010
Jamile Santana
Da reportagem local
Reproduções Google Maps
Flagrante: Homens sendo revistados pela Polícia Militar na rua Maestro Benedito Olegário Berti, na Vila Cléo, em Mogi das Cruzes |
A partir de março de 2011, a Polícia Militar do Estado de São Paulo irá iniciar a instalação de câmeras de filmagem em 360 graus em seus veículos que circularão no Alto Tietê e em outras cidades do Estado. A intenção é agregar qualidade e tecnologia nas operações de redução da criminalidade, além de criar um banco de dados de ruas e avenidas da região, contemplando um arquivo digital de imagens semelhantes ao Google Street View. O primeiro passo será instalar computadores de bordo com integração à Central de Operações da Polícia Militar em todas as unidades móveis, o que deve ser concluído até maio do ano que vem.
Segundo o chefe do Central de Processamento de Dados da PM, tenente-coronel Alfredo Deak Júnior, os equipamentos estão em fase de teste há quatro meses. Os testes foram realizados no trânsito de São Paulo. "Estamos analisando esses novos equipamentos que devem ser integrados ao novo modelo de gestão de trabalho da PM. Estas tecnologias irão exigir novos estudos de procedimento técnico para adequação", explicou.Inicialmente, 240 viaturas serão equipadas com as câmeras. "Elas farão parte deste projeto-piloto, que prosseguirá até março do ano que vem. Já temos duas viaturas em funcionamento e o resultado tem sido positivo".
O volume maior de câmeras instaladas vai permitir uma análise melhor de como o equipamento poderá ajudar os policiais a combater o crime e garantir a sua própria segurança. O Alto Tietê poderá ser contemplado com uma das 240 câmeras no projeto-piloto, mas o parâmetro de prioridade de instalação ainda não foi definido pela polícia. As viaturas irão receber dois tipos de equipamentos. São as câmeras e os computadores de bordo, que irão permitir que a equipe acesse todas as informações sobre a ocorrência e tenha acesso ao banco de dados da polícia de forma rápida. A PM já comprou 18 mil computadores e cada unidade custa R$ 2.200. Já as câmeras custam R$ 2.400. Cada um dos quatro lados do carro recebe uma câmera com cobertura de 160 graus de visão. "Apesar de ter o mesmo efeito, não será igual ao carro do Google Street View, com aquela câmera enorme no teto. As câmeras irão resultar na maior produtividade do trabalho dos policiais", destacou. Com a tecnologia, será possível mapear áreas com maior índice de crimes, além de obter a gravação de todas as ocorrências atendidas.
Mogi News - 03/11/2010
Assinar:
Postagens (Atom)