Rafael Andrade/Folhapress
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Caminhada de Serra termina em confronto entre petistas e tucanos no RJ
No Rio de Janeiro Uma caminhada do candidato tucano à Presidência, José Serra, no bairo de Campo Grande, no Rio de Janeiro, terminou em tumulto envolvendo centenas de pessoas. Militantes do PSDB e do PT entraram em confronto, e os populares que estavam próximos ao local do incidente chegaram a pensar se tratar de um arrastão. Após a confusão, Serra entrou em uma van e só prosseguiu a caminhada minutos depois de outro ponto do bairro. Dentro de uma farmácia, Serra disse: "Isso já houve várias vezes em São Paulo, como se fosse uma tropa de assalto. O PT tem tropa de choque, mas eu não sei se foi de propósito ou não", afirmou. "Lembra das tropas de assalto dos nazistas? Isso é típico de movimentos fascistas".
O tumulto aconteceu logo após a chegada do presidenciável ao calçadão de Campo Grande, aréa de comércio na zona oeste carioca. A maioria das lojas fechou as portas. Testemunhas disseram que o tucano foi xingado e agredido.
"Eu estava abraçando o Serra, aí ele levou uma 'bobinada' de fita crepe na cabeça. Eu levei uma paulada de um cabo de vassoura na cabeça", disse o pastor Paulo César Gomes, 54, da Igreja Assembleia de Deus do Poder e Glória.
Daniel Milazzo
Do UOL Eleições 20/10/2010
O tumulto aconteceu logo após a chegada do presidenciável ao calçadão de Campo Grande, aréa de comércio na zona oeste carioca. A maioria das lojas fechou as portas. Testemunhas disseram que o tucano foi xingado e agredido.
"Eu estava abraçando o Serra, aí ele levou uma 'bobinada' de fita crepe na cabeça. Eu levei uma paulada de um cabo de vassoura na cabeça", disse o pastor Paulo César Gomes, 54, da Igreja Assembleia de Deus do Poder e Glória.
Daniel Milazzo
Do UOL Eleições 20/10/2010
Secretário confirma clínica para este ano
Mogi terá até o fim do ano uma clínica para o tratamento de dependentes químicos, com cerca de 50 leitos, parte deles para a ala feminina. A área para implantação ainda será definida. O secretário estadual de Saúde, Nilson Ferraz Paschoa, confirmou que a cidade será sede do terceiro equipamento de saúde do tipo em todo o Estado, ontem, durante encontro na capital, com integrantes da Associação das Câmaras de Vereadores do Alto Tietê (Acat). O atendimento na unidade será voltado a todo o Alto Tietê. O investimento é de responsabilidade do governo estadual. A contrapartida do município será disponibilizar o imóvel.
O presidente da Câmara de Mogi, Mauro Araújo (PSDB) destacou que a ala feminina valorizou o projeto. "Conseguimos não só a clínica, mas uma ala voltada às mulheres, uma necessidade crescente na nossa região", disse. Ele revelou que em 15 dias, a Prefeitura terá de apresentar de três a quatro opções de áreas. A decisão do local escolhido será de responsabilidade do Estado. "O importante é que definimos um calendário de ações", afirmou Araújo, que foi acompanhado na reunião pelos presidentes de Câmara, Israel Lacerda (PTB), de Suzano, Abel Franco Larini (PR), de Arujá, Agnaldo Bueno (PT), de Salesópolis, e Valdivino Ferreira dos Santos (PRTB), de Biritiba Mirim.
Rede mental
O secretário-adjunto municipal de Saúde, Marcelo Cussatis, também participou do encontro, e ressaltou que a clínica completará a rede de atendimento em saúde mental existente em Mogi. (C.L.)
Mogi News 20/10/2010
O presidente da Câmara de Mogi, Mauro Araújo (PSDB) destacou que a ala feminina valorizou o projeto. "Conseguimos não só a clínica, mas uma ala voltada às mulheres, uma necessidade crescente na nossa região", disse. Ele revelou que em 15 dias, a Prefeitura terá de apresentar de três a quatro opções de áreas. A decisão do local escolhido será de responsabilidade do Estado. "O importante é que definimos um calendário de ações", afirmou Araújo, que foi acompanhado na reunião pelos presidentes de Câmara, Israel Lacerda (PTB), de Suzano, Abel Franco Larini (PR), de Arujá, Agnaldo Bueno (PT), de Salesópolis, e Valdivino Ferreira dos Santos (PRTB), de Biritiba Mirim.
Rede mental
O secretário-adjunto municipal de Saúde, Marcelo Cussatis, também participou do encontro, e ressaltou que a clínica completará a rede de atendimento em saúde mental existente em Mogi. (C.L.)
Mogi News 20/10/2010
Jornalista confirma à PF que encomendou dados de tucanos
O jornalista Amaury Ribeiro Jr., ligado ao chamado "grupo de inteligência" da pré-campanha de Dilma Rousseff (PT), confirmou em depoimento à Polícia Federal que encomendou dados de dirigentes tucanos e familiares de José Serra (PSDB), como a Folha revelou na edição de hoje.
Essas informações, obtidas ilegalmente em agências da Receita Federal em São Paulo, foram parar em um dossiê que, no começo do ano, circulou no comitê dilmista.
O repórter disse que iniciou seu trabalho de investigação quando era funcionário do jornal "Estado de Minas", para "proteger" o ex-governador tucano Aécio Neves --que à época disputava internamente no PSDB a candidatura à Presidência.
Amaury não admitiu que pagou pelos dados nem que pediu a quebra de sigilo fiscal dos tucanos. O despachante Dirceu Rodrigues Garcia, porém, declarou à PF que o jornalista desembolsou R$ 12 mil em dinheiro vivo e que entregou a ele as informações protegidas por lei.
Amaury não disse à polícia se recebeu ou não orientação de Aécio ou de outros políticos de PSDB de Minas para levar adiante a pesquisa. Afirmou que iniciou a apuração após ter tomado conhecimento de que uma equipe de inteligência liderada pelo deputado Marcelo Itagiba (PSDB-RJ), ligado a Serra, estaria reunindo munição contra Aécio.
O jornalista contou, contudo, que foram pessoas do PT que roubaram os dados de seu computador pessoal. O laptop, segundo ele, foi violado neste ano num quarto de hotel em Brasília.
Amaury, nessa época, já estava ligado ao "grupo de inteligência" do comitê de pré-campanha de Dilma. Sua estadia na capital era paga por integrantes do PT.
O repórter contou, também, que os dados do dossiê foram vazados à imprensa por uma corrente do PT, envolvida em disputa interna por contratos na área de comunicação.
Segundo a Folha apurou, a PF avalia que os dados sigilosos estavam nesse computador
LEONARDO SOUZA
DE BRASÍLIA - Folha.com 20/10/2010
Essas informações, obtidas ilegalmente em agências da Receita Federal em São Paulo, foram parar em um dossiê que, no começo do ano, circulou no comitê dilmista.
O repórter disse que iniciou seu trabalho de investigação quando era funcionário do jornal "Estado de Minas", para "proteger" o ex-governador tucano Aécio Neves --que à época disputava internamente no PSDB a candidatura à Presidência.
Amaury não admitiu que pagou pelos dados nem que pediu a quebra de sigilo fiscal dos tucanos. O despachante Dirceu Rodrigues Garcia, porém, declarou à PF que o jornalista desembolsou R$ 12 mil em dinheiro vivo e que entregou a ele as informações protegidas por lei.
Amaury não disse à polícia se recebeu ou não orientação de Aécio ou de outros políticos de PSDB de Minas para levar adiante a pesquisa. Afirmou que iniciou a apuração após ter tomado conhecimento de que uma equipe de inteligência liderada pelo deputado Marcelo Itagiba (PSDB-RJ), ligado a Serra, estaria reunindo munição contra Aécio.
O jornalista contou, contudo, que foram pessoas do PT que roubaram os dados de seu computador pessoal. O laptop, segundo ele, foi violado neste ano num quarto de hotel em Brasília.
Amaury, nessa época, já estava ligado ao "grupo de inteligência" do comitê de pré-campanha de Dilma. Sua estadia na capital era paga por integrantes do PT.
O repórter contou, também, que os dados do dossiê foram vazados à imprensa por uma corrente do PT, envolvida em disputa interna por contratos na área de comunicação.
Segundo a Folha apurou, a PF avalia que os dados sigilosos estavam nesse computador
LEONARDO SOUZA
DE BRASÍLIA - Folha.com 20/10/2010
Assinar:
Postagens (Atom)
