Confira a lista dos deputados federais eleitos em São Paulo nas eleições 2010/04/10 às 08h17 O Globo
SÃO PAULO - O humorista Tiririca (PR) e Gabriel Chalita (PSB), ex-secretário de Educação do estado, foram os candidatos mais votados para deputado federal por São Paulo. Tiririca chegou a 1.353.820 votos, 6,35% do total, e foi o campeão das urnas em todo o Brasil. Chalita obteve 560.022 votos. Em seguida, estão Bruna Furlan (PSDB), o sindicalista Paulo Pereira da Silva (PDT), da Força Sindical, e João Paulo Cunha, do PT.
A bancada do PT ficou com 16 deputados e o PSDB com 13. Em seguida estão PSB (7), DEM (6), PV (6), PR (4), PDT e PPS (3 cada um). PCdoB, PP, PRB, PSC e PTB elegeram dois candidatos cada um. O PMDB e o PSOL elegeram um representante.
Veja a lista completa dos deputados federais eleitos:
TIRIRICA (PR) - 1.353.820 votos (6,35%)
GABRIEL CHALITA (PSB) - 560.022 (2,63%)
BRUNA FURLAN (PSDB) - 270.661 (1,27%)
PAULINHO DA FORÇA (PDT) - 267.208 (1,25%)
JOÃO PAULO CUNHA (PT) - 255.497 (1,20%)
JILMAR TATTO (PT) - 250.467 (1,17%)
RODRIGO GARCIA (DEM) - 226.073 (1,06%)
EMANUEL FERNANDES (PSDB) - 218.789 (1,03%)
ZARATTINI (PT) - 216.403 (1,02%)
LUIZA ERUNDINA (PSB) - 214.114 (1,00%)
OTA (PSB) -213.024 (1,00%)
MARCO FELICIANO (PSC) -211.855 (0,99%)
ARLINDO CHINAGLIA (PT) -207.465 (0,97%)
ARNALDO FARIA DE SÁ (PTB) -192.336 (0,90%)
IVAN VALENTE (PSOL) -189.014 (0,89%)
EDSON APARECIDO (PSDB) -184.403 (0,87%)
VALDEMAR COSTA NETO (PR) - 174.826 (0,82%)
MÁRCIO FRANÇA (PSB) - 172.005 (0,81%)
JOSÉ ANIBAL (PSDB) - 170.957 (0,80%)
VAZ DE LIMA ( PSDB ) - 170.777 (0,80%)
JORGE TADEU DEM (PPS) - 164.650 (0,77%)
ANTONIO BULHÕES (PRB) - 162.667 (0,76%)
JONAS DONIZETTE (PSB) - 162.144 (0,76%)
PAULO FREIRE (PR) - 161.083 (0,76%)
MIS. JOSÉ OLIMPIO (PP) - 160.813 (0,75%)
VICENTE CANDIDO (PT) - 160.242 (0,75%)
MARA GABRILLI (PSDB) - 160.138 (0,75%)
FILIPPI (PT) - 149.525 (0,70%)
CARLOS SAMPAIO (PSDB) - 145.585 (0,68%)
JANETE PIETÁ (PT) - 144.529 (0,68%)
VICENTINHO (PT) - 141.068 (0,66%)
ARNALDO JARDIM (PPS) - 140.641 (0,66%)
RICARDO BERZOINI (PT) - 140.525 (0,66%)
THAME (PSDB) - 139.727 (0,66%)
JOSÉ MENTOR (PT) 139.691 (0,66%)
DIMAS RAMALHO (PPS) - 139.636 (0,66%)
TRIPOLI (PSDB) - 134.884 (0,63%)
PAULO TEIXEIRA (PT) - 134.479 (0,63%)
CARLINHOS ALMEIDA (PT) - 134.190 (0,63%)
ALDO REBELO (PC do B) - 132.109 (0,62%)
VACCAREZZA (PT) - 131.685 (0,62%)
MILTON MONTI (PR) - 131.654 (0,62%)
LUIZ FERNANDO MACHADO (PSDB) - 129.620 (0,61%)
DEVANIR RIBEIRO (PT) - 127.952 (0,60%)
DUARTE NOGUEIRA (PSDB) - 124.737 (0,59%)
ELI CORREA FILHO (DEM) - 124.608 (0,58%)
ROBERTO FREIRE (PPS) - 121.471 (0,57%)
NELSON MARQUEZELLI (PTB) - 117.634 (0,55%)
JEFFERSON CAMPOS (PSB) - 116.317 (0,55%)
DIB PSDB (PPS) -113.823 (0,53%)
JULIO SEMEGHINI (PSDB) - 113.333 (0,53%)
JUNJI ABE (DEM) - 113.156 (0,53%)
ALEXANDRE LEITE DEM (PPS) - 112.950 (0,53%)
GUILHERME CAMPOS DEM (PPS) 112.852 (0,53%)
NEWTON LIMA NETO (PT) - 110.207 (0,52%)
EDINHO ARAUJO (PMDB) - 100.195 (0,47%)
MARCELO AGUIAR (PSC) - 98.842 (0,46%)
GUILHERME MUSSI (PV) - 98.702 (0,46%)
OTONIEL LIMA (PRB) - 95.971 (0,45%)
DELEGADO PROTÓGENES (PC do B) - 94.906 (0,45%)
VANDERLEI SIRAQUE (PT) - 93.314 (0,44%)
RICARDO IZAR (PV) 87.347 (0,41%)
ALINE CORREA (PP) - 78.317 (0,37%)
PENNA (PV) - 78.301 (0,37%)
ABELARDO CAMARINHA (PSB) - 71.637 (0,34%)
ROBERTO DE LUCENA (PV) - 70.611 (0,33%)
JOÃO DADO (PDT) - 70.486 (0,33%)
ROBERTO SANTIAGO (PV) - 60.180 (0,28%)
DR. SINVAL MALHEIROS (PV) - 59.209 (0,28%)
SALVADOR ZIMBALDI (PDT) - 42.743 (0,20%)
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Greve de bancários causa transtornos aos clientes
Quem precisou de serviços bancários ontem encontrou portas fechadas na maioria das agências. Trabalhadores decidiram paralisar as atividades por tempo indeterminado
Daniel Carvalho
A greve dos bancários, deflagrada ontem pelos trabalhadores do setor, atrapalhou a vida dos mogianos que precisaram realizar diversas operações nos bancos da cidade. Mais de 50% dos serviços foram paralisados por tempo indeterminado e todas as agências foram afetadas. Os bancários reivindicam reajuste de 11% no piso salarial. A categoria recusou a proposta de 4,29% proposta pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), em assembleia na terça-feira. Caso a paralisação persista, os clientes dos bancos podem contar apenas com os caixas eletrônicos, que funcionam normalmente. Algumas agências atendem parcialmente, pois nem todos os funcionários aderiram à greve.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Bancários de Mogi e Região, Francisco Cândido, além do reajuste salarial, a categoria quer maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR), combate ao assédio moral e às metas abusivas, igualdade de oportunidades, mais contratações, segurança contra assaltos e sequestros e proteção ao emprego, entre outros. "A greve é uma mobilização para que os problemas sejam solucionados", diz Cândido. "Não queremos prejudicar a população, mas melhorar as condições dos bancários, para que possam atender melhor aos clientes".
Para a recepcionista Sara Estela de Brito, 20 anos, a greve é um transtorno, pois atrapalha a solução de problemas diários dos cidadãos. "Fui ao Bradesco resolver um erro com a minha conta e estava em greve", conta. "Não deram a informação antecipadamente. Não é todo dia que temos tempo de ir ao banco".
O mesmo problema foi encontrado pelo marceneiro industrial Manoel Dias da Silva Neto, 63, que foi à Caixa Econômica Federal para receber o fundo de garantia e encontrou as portas lacradas pelos adesivos da greve. "Todos nós precisamos do banco. Tomara que eles consigam resolver logo esta greve", disse Neto. A serígrafa Márcia Miranda, 37, enfrentou transtorno ainda maior. Moradora de Suzano, Márcia veio a Mogi para utilizar os bancos, pois as agências de sua cidade estavam todas fechadas. "Perdi a viagem. Não sabia que a greve era geral", disse.
Guilherme Peace
Da reportagem local Mogi News 30/09/2010
Daniel Carvalho
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Fechado: Bancários suspenderam os trabalhos por tempo indeterminado. Categoria pressiona por reajuste |
A greve dos bancários, deflagrada ontem pelos trabalhadores do setor, atrapalhou a vida dos mogianos que precisaram realizar diversas operações nos bancos da cidade. Mais de 50% dos serviços foram paralisados por tempo indeterminado e todas as agências foram afetadas. Os bancários reivindicam reajuste de 11% no piso salarial. A categoria recusou a proposta de 4,29% proposta pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), em assembleia na terça-feira. Caso a paralisação persista, os clientes dos bancos podem contar apenas com os caixas eletrônicos, que funcionam normalmente. Algumas agências atendem parcialmente, pois nem todos os funcionários aderiram à greve.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Bancários de Mogi e Região, Francisco Cândido, além do reajuste salarial, a categoria quer maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR), combate ao assédio moral e às metas abusivas, igualdade de oportunidades, mais contratações, segurança contra assaltos e sequestros e proteção ao emprego, entre outros. "A greve é uma mobilização para que os problemas sejam solucionados", diz Cândido. "Não queremos prejudicar a população, mas melhorar as condições dos bancários, para que possam atender melhor aos clientes".
Para a recepcionista Sara Estela de Brito, 20 anos, a greve é um transtorno, pois atrapalha a solução de problemas diários dos cidadãos. "Fui ao Bradesco resolver um erro com a minha conta e estava em greve", conta. "Não deram a informação antecipadamente. Não é todo dia que temos tempo de ir ao banco".
O mesmo problema foi encontrado pelo marceneiro industrial Manoel Dias da Silva Neto, 63, que foi à Caixa Econômica Federal para receber o fundo de garantia e encontrou as portas lacradas pelos adesivos da greve. "Todos nós precisamos do banco. Tomara que eles consigam resolver logo esta greve", disse Neto. A serígrafa Márcia Miranda, 37, enfrentou transtorno ainda maior. Moradora de Suzano, Márcia veio a Mogi para utilizar os bancos, pois as agências de sua cidade estavam todas fechadas. "Perdi a viagem. Não sabia que a greve era geral", disse.
Guilherme Peace
Da reportagem local Mogi News 30/09/2010
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Russomanno busca votos de mogianos hoje na região central
O candidato ao governo do Estado de São Paulo pelo PP, Celso Russomanno, fará campanha no centro de Mogi das Cruzes hoje, a partir das 10h30. Ele será recebido por correligionários, lideranças e políticos da região.
Russomanno viria na segunda-feira à cidade, mas cancelou a visita por conta de outros compromissos. O candidato será acompanhado por Maria Luiza Bozzolo (PTC), candidata a deputada federal, e por Sérgio Cabral Chebel (PP), que concorre a deputado estadual.
O candidato mantém uma agenda intensa de viagens pelos municípios paulistas. "Essa campanha é a oportunidade que temos de visitar cidades onde já desenvolvemos ações e também de conhecer as necessidades de cada uma delas" afirmou.
Depois de Mogi, o candidato deve seguir por outras cidades da região do Alto Tietê, como Suzano, Póa e Itaquaquecetuba. Em todos os compromissos, ele falará sobre seu programa de governo. "Vamos encontrar nossos amigos e aliados e reforçar a divulgação de nossas propostas de campanha", disse.
Luana Nogueira
Da reportagem local Mogi News 29/09/2010
Russomanno viria na segunda-feira à cidade, mas cancelou a visita por conta de outros compromissos. O candidato será acompanhado por Maria Luiza Bozzolo (PTC), candidata a deputada federal, e por Sérgio Cabral Chebel (PP), que concorre a deputado estadual.
O candidato mantém uma agenda intensa de viagens pelos municípios paulistas. "Essa campanha é a oportunidade que temos de visitar cidades onde já desenvolvemos ações e também de conhecer as necessidades de cada uma delas" afirmou.
Depois de Mogi, o candidato deve seguir por outras cidades da região do Alto Tietê, como Suzano, Póa e Itaquaquecetuba. Em todos os compromissos, ele falará sobre seu programa de governo. "Vamos encontrar nossos amigos e aliados e reforçar a divulgação de nossas propostas de campanha", disse.
Luana Nogueira
Da reportagem local Mogi News 29/09/2010
Procon e Câmara cobram soluções da empresa Vivo
Dori Boucault e parlamentares farão uma reunião com representantes da companhia na próxima semana para discutir os principais problemas dos mogianos com a operadora Guilherme Peace
A Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) de Mogi realizará na semana que vem uma reunião com a Diretoria Técnica da operadora de telefonia Vivo. O encontro tem como objetivo tratar de reclamações dos usuários mogianos, que o Mogi News mostrou na quinta-feira passada. Falta de sinal, ligações cortadas, chamadas não-recebidas e má qualidade do atendimento ao usuário serão os principais pontos discutidos pelo Procon com a operadora.
A reunião aconteceria hoje, mas foi adiada para contar com maior número de vereadores, especialmente os da comissão da área de telefonia, pois a discussão sobre o assunto foi iniciada pela Câmara, com Olimpio Tomyama, depois de receber inúmeras reclamações dos moradores da cidade.
De acordo com o coordenador do Procon em Mogi, Isidoro Dori Boucault Netto, a reunião tem como objetivo definir o que a operadora pode fazer para solucionar os problemas apontados pelos consumidores. "A Câmara Municipal preparou um requerimento com todas as reclamações, que apresentaremos durante a reunião, entre elas, o atendimento prestado ao usuário". Segundo Dori, a Vivo sempre foi a operadora com menor número de reclamações registradas no Procon, mas, recentemente, isso mudou. "De dois meses para cá, as reclamações têm sido constantes. Espero que com esta reunião possamos encontrar soluções".
Cliente
Os problemas dos usuários com a Vivo se estendem às lojas autorizadas. Segundo os usuários, os atendentes não têm preparo para lidar com os defeitos dos aparelhos e com as constantes reclamações quanto aos serviços de sinal da operadora.
O mogiano Gil Nóbrega entrou em contato com o Mogi News após ler a matéria sobre o assunto e disse que o sinal em um aparelho smartphone recém-adquirido em uma loja da Vivo estava "picotando" a ligação.
"Fui à Vivo do Mogi Shopping, onde comprei o aparelho, para reclamar e a atendente, ainda na porta da loja, disse que o problema não era no aparelho, mas na rede. Hoje, por sugestão de um amigo, coloquei o chip num aparelho simples, sem rede 3G, e funcionou perfeitamente".
Nóbrega concluiu que o problema era na rede WCDMA, mais conhecida como 3G. "A rede GSM (usada por aparelhos mais simples) funciona sem problemas. Voltei a usar o aparelho velho, de R$ 99, e deixei um smartphone novinho de mais de R$ 1 mil de lado", disse Nóbrega, indignado.
O leitor disse que falta valorização do cliente: "A Vivo não respeita o consumidor que paga mais caro por novas tecnologias e por planos mais completos".
Mogi News 29/09/2010
Da reportagem local
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Queixas: Entre as principais reclamações estão falta de sinal, chamadas não-recebidas e mau atendimento |
A reunião aconteceria hoje, mas foi adiada para contar com maior número de vereadores, especialmente os da comissão da área de telefonia, pois a discussão sobre o assunto foi iniciada pela Câmara, com Olimpio Tomyama, depois de receber inúmeras reclamações dos moradores da cidade.
De acordo com o coordenador do Procon em Mogi, Isidoro Dori Boucault Netto, a reunião tem como objetivo definir o que a operadora pode fazer para solucionar os problemas apontados pelos consumidores. "A Câmara Municipal preparou um requerimento com todas as reclamações, que apresentaremos durante a reunião, entre elas, o atendimento prestado ao usuário". Segundo Dori, a Vivo sempre foi a operadora com menor número de reclamações registradas no Procon, mas, recentemente, isso mudou. "De dois meses para cá, as reclamações têm sido constantes. Espero que com esta reunião possamos encontrar soluções".
Cliente
Os problemas dos usuários com a Vivo se estendem às lojas autorizadas. Segundo os usuários, os atendentes não têm preparo para lidar com os defeitos dos aparelhos e com as constantes reclamações quanto aos serviços de sinal da operadora.
O mogiano Gil Nóbrega entrou em contato com o Mogi News após ler a matéria sobre o assunto e disse que o sinal em um aparelho smartphone recém-adquirido em uma loja da Vivo estava "picotando" a ligação.
"Fui à Vivo do Mogi Shopping, onde comprei o aparelho, para reclamar e a atendente, ainda na porta da loja, disse que o problema não era no aparelho, mas na rede. Hoje, por sugestão de um amigo, coloquei o chip num aparelho simples, sem rede 3G, e funcionou perfeitamente".
Nóbrega concluiu que o problema era na rede WCDMA, mais conhecida como 3G. "A rede GSM (usada por aparelhos mais simples) funciona sem problemas. Voltei a usar o aparelho velho, de R$ 99, e deixei um smartphone novinho de mais de R$ 1 mil de lado", disse Nóbrega, indignado.
O leitor disse que falta valorização do cliente: "A Vivo não respeita o consumidor que paga mais caro por novas tecnologias e por planos mais completos".
Mogi News 29/09/2010
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